quarta-feira, 15 de junho de 2011

TRECHO DO LIVRO SEGREDOS DE SHEILA HOLLAND WOLFE FAZ AMOR COM SOPHIA PELA PRIMEIRA VEZ SEGUNDA PARTE


O instante da posse foi violento. Sem fazer concessões à inocência de Sophia, Wolfe não lhe proporcionou uma iniciação gentil. Caindo sobre ela, invadiu-lhe o corpo com um movimento forte e brusco. Sophia gritou, arqueando os quadris num gesto de defesa, mas ele a silenciou com a boca, sem mais se movimentar, como se sua pressa tivesse acabado, no momento em que conseguira fundir o corpo ao dela.
Devagar, com habilidade, sabendo que a dor da invasão acabara com o prazer de Sophia, Wolfe recomeçou a acaricia-la, até que, aos poucos, a viu relaxar. Pequenos gemidos escapavam dos lábios febris, e a pressão das coxas masculinas sobre as femininas aumentou.
—Faça como eu, querida – Wolfe sussurrou. —Mexa-se comigo
Inexperiente, tremula, ansiosa, Sophia começou a reagir aos ensinamentos de Wolfe, que continuava a acaricia-la com sensualidade. Ela correspondeu a cada movimento com excitação cada vez maior, explorando-lhe o corpo rijo e fazendo-o gemer de prazer. De repente, o mundo parecia colorido a fogo. Gemidos escapavam de seus lábios e seus movimentos e a respiração eram cada vez mais rápidos. Wolfe, porém, desacelerou os passos, silenciando sua exclamação de protesto com um beijo.
—Devagar, minha querida. Devagar...
Wolfe queria que tudo fosse perfeito, e a pressa só encurtaria o fio do prazer. A sensação tinha que se tornar tão intensa, a ponto de terem a impressão de que estavam morrendo. Pelo resto de suas vidas, aquela noite tinha que estar em sua memória.
Ele sabia que o risco da separação ainda existia. A vida era incerta. Mas, acontecesse o que acontecesse, teriam aquela noite. E ela tinha que ser o ponto alto de suas existências.
Sophia mexeu-se, relutante diante daquela desaceleração em seu ato de amor. Sua impressão era de que se aproximava vagarosamente da beirada de um penhasco, pronta a se jogar no ar, enquanto Wolfe a puxava para trás. Tão grande fora a desaceleração provocada por ele que agora gemia com cada movimento. A espiral de tensão em seu corpo chegava ao ponto insuportável e sua cabeça caiu para trás, os lábios entreabertos num longo gemido. Estava completamente diferente, irreconhecível com aquela expressão selvagem e primitiva, que transformava suas feições numa máscara de desejo. A menina cedera lugar à mulher.
Wolfe ergueu os olhos para a casa, como que chamando-a para testemunhar o que fizera. A silhueta escura, desenhada de encontro ao céu noturno, parecia fazer parte de seu ato de amor.
Então, deliberadamente, ele escalou mais um ponto na ascensão do prazer e permitiu que tudo explodisse. Juntos, eles caíram no abismo infindável do êxtase, suas vozes expressando, num soluço, uma satisfação que era quase uma agonia.

TRECHO DO LIVRO SEGREDOS DE SHEILA HOLLAND STONOR FAZ AMOR COM SOPHIA PELA PRIMEIRA VEZ

—Faça amor comigo Stonor. Tenha fé e se arrisque. Nós precisamos um do outro.
Parecendo estar em transe, Stonor inclinou a cabeça e beijou-a com paixão, obtendo uma resposta que o fez estremecer. Seu autocontrole sumiu, e o ardor que ele sufocava no intimo foi libertado, manifestando-se no olhar  brilhante e nas mãos tremulas com que a tocava.
A sensualidade que Stonor escondera por tantos anos emergiu. Ele explorou o corpo dela, incitando-a a fazer o mesmo com o seu.
Debaixo dele, ela se movia gemendo baixinho, deliciando-se com cada carícia. Separando-lhe as pernas gentilmente, ele a tocou na intimidade, fazendo-a gemer de prazer.
—Stonor! Stonor!!!
Com um riso rouco, ele voltou a beijá-la na boca, segurando-a pelos cabelos.
—Faz tanto tempo que quero fazer isso! Não acha  que podemos parar por aqui minha querida? Assim não haveria risco para sua vida. Podemos fazer amor de muitos jeitos sem arriscar nada.
—Não, Stonor, eu quero que você me possua!
Tomada pela paixão, Sophia arqueou o corpo de encontro ao dele. Por um segundo Stonor hesitou, mas depois cedeu. No instante da posse gemeram juntos, emocionados, imobilizados.
Sophia tinha um brilho febril nos olhos azuis. Cada centímetro de seu corpo ardia em chamas. Wolfe e o passado tinham sumido de sua mente e só havia desejo em seu olhar, quando o convidou a continuar o ato, com um movimento de seu corpo sensual.
Cedendo às exigências de seu sexo, Stonor moveu-se com ferocidade, cada vez mais depressa. Receptivo, o corpo dela correspondia a seus movimentos ajudando-o em sua escalada rumo ao orgasmo.
—Querido, querido... – Sophia gemeu, beijando-o no pescoço.
Toda a frieza e autocontrole esquecidos, Stonor fitou-a com os olhos vidrados de paixão. Sophia enterrou as unhas nas costas dele soluçando, ofegante, até que a agonia acabou.
O rosto corado de Stonor colou-se ao dela, quando ele escorregou pelas espirais do prazer e da satisfação, murmurando-lhe o nome em voz rouca. Depois, caiu de lado, respirando fundo, feliz.

Trecho do livro Emoção no Deserto de Donna Young, primeira parte

Agitada, Anna pensou em tirar o seu véu, mas hesitou. Foi assolada pela dúvida. Mesmo assim, ela o puxou e, junto com ele, o orgulho, a ansiedade.
Ela o amava. E ele iria para guerra no dia seguinte.
Já era o suficiente por aquela noite.
Deixando o véu no lugar, ela riscou um fósforo para acender uma vela. Sabia que, com a dança, o havia seduzido.
O calor formigava a parte de trás de seu pescoço. Antes mesmo de se virar, Anna já sabia que Quamar estava lá, observando, esperando.
Ele tinha obedecido.
Sem as vestes e o turbante, usava uma camisa de linho solta e aberta com apenas os dois últimos botões fechados. Ele havia aprendido que ela preferia fazer o resto.
Ele nunca pareceu tanto com um guerreiro como nessa hora. Sua postura era avantajada. Suas feições como granito, desprovidas de emoção. Suas íris pretas continuavam veladas, mas, por baixo, brilhavam afiadas de desejo, necessidade.
Uma agulhada escorregou por sua espinha abaixo, invadiu lhe a barriga e, então, desceu, até doer. Sem dizer uma palavra, Anna acendeu a vela e soprou o fósforo.
Uma tonalidade escura preencheu a tenda, trazendo a intimidade que ela queria.
— Rashid? — ele perguntou com a voz áspera, como se tivesse uma lixa contra as cordas vocais.
Ela achou a dureza confortante, calma.
— Foi passar a noite com seu pai.
Ele balançou a cabeça uma vez, mas não foi adiante. Um silêncio os rondava. A tal ponto que ela quase conseguia ouvir a batida do coração de Quamar, sentir a pulsação presa, ambas no mesmo ritmo das dela.
— Eu vou deixar você, Anna — ele sussurrou.
— Eu sei. — Ela sorriu, tentando reafirmar o que ele havia dito compensar a tristeza que envolvia as palavras dela.
— Mas não esta noite.
Com passos lentos e deliberados, foi até ela, dando-lhe outra oportunidade silenciosa para mudar de idéia.
À medida que o sorriso de Anna tornou-se mais profundo, ela foi ao seu encontro, ficando na metade do caminho, com apenas poucos centímetros separando-os.
— Por que demorou tanto? — O coração dela esmagava-lhe as costelas. Incapaz de controlar-se deslizou os dedos da barriga até o peito de Quamar. Ele tinha a pele quente e era feito de músculos, que se flexionavam e se suavizavam com o seu toque.
Ele ainda estava em silêncio. Mas, quando levantou a mão e segurou o queixo de Anna, seus dedos tremeram.
Se ela já não o amasse, se apaixonaria ali.
Ele retirou-lhe o véu, deixando que seu olhar percorresse o rosto da mulher. Seus olhos fortes, velados, escureceram de paixão, mantendo-a no lugar, roubando-lhe a respiração.
— Roh albi wa hayati wa habibi. Você é minha alma, meu coração e meu amor, Anna. — Com um gemido, ele fixou possessivamente sua boca sobre a dela.
De repente, desesperada para juntar o pequeno espaço que os separava, ela agarrou-lhe os ombros, trazendo-o para ela. A língua de Quamar deslizava dentro de sua boca, invadindo e roçando a dela, aliciando até que respondesse com um abandono totalmente selvagem.
Vagamente ela sentiu um puxão em seu cabelo, percebendo que o véu havia caído. Calafrios deliciosos desciam-lhe pelo corpo como se um material macio acariciasse seu ombro e pescoço e, então, escorregasse até o chão.
Quamar enterrou os dedos nos fios grossos do cabelo de Anna, acariciando-os. Com um grunhido, ele os puxou para trás, provando a doce curva de seu pescoço.
— Tão linda. Não pude suportar o pensamento de seu cabelo ser cortado por Elizabeth.
Os dentes dele mordiscaram-lhe a ponta das orelhas, roçando-as até que ela gritasse de prazer, então continuou seu assédio em seu queixo, pescoço, clavícula. O peito dela se esfregava ao dele de forma inquieta, seus dedos enterravam em seus ombros fortes e vigorosos.
— Quamar, por favor. — Os seios dela formigavam, os bicos do peito endureceram por antecipação.
Ele riu perversamente ao tocar a parte sensível da cavidade de seu pescoço, aumentando os arrepios pelos ombros e pelas costas abaixo.
Em um só movimento de dedos, ele abriu-lhe a túnica, deixando-a exposta ao seu olhar quente.

Trecho do livro Emoção no Deserto de Donna Young, segunda parte


De repente, Quamar se ajoelhou em frente a ela, puxou-a para ele e pressionou os lábios em sua barriga. Sua língua era quente sobre a sua pele. Ele a roçou, saboreando as linhas e curvas de seu quadril e suas costelas.
Quando fechou os dentes no bico de seus seios, Anna gemeu. O sangue correu de sua cabeça e parou no meio de suas pernas. Seus joelhos fraquejaram e teriam entrado em colapso, mas Quamar a segurou firmemente. Gentilmente, ele circulou e passou a língua, até que ela tombasse a cabeça para trás, ficando os dedos em seus ombros.
Outro puxão e sua saia se juntou ao véu, a seus pés. Um chiado na respiração de Quamar denunciou que ele havia descoberto que ela não usava nada por baixo.
— Surpreso? — Anna perguntou. O ar acariciava sua nudez, refrescando-lhe a pele e dando força as suas costas.
Ela se inclinou sobre ele suspirando, quando o bico de seus seios esfregou-lhe a bochecha. Ela puxou a camisa de Quamar, sem ligar para os botões fechados.
Lentamente, deslizou o tecido pelo declive de seus ombros, sobre os bíceps rígidos e os antebraços, apreciando a força que ela fazia embaixo de seu toque. A camisa atingiu o chão junto com um suspiro de Anna.
Sem aviso, Quamar deslizou seus braços pelas pernas da mulher, levantou-a até a altura de seu peito e dirigiu-se para a cama.
Anna se acomodou de joelhos, fazendo uma pausa até que o calor do olhar de Quamar a percorresse por completo. Inclinando ligeiramente os ombros, ela tirou a túnica.
Quamar saboreou o momento vertiginoso. Seu cabelo loiro, enrolado de forma selvagem, caía-lhe sobre os ombros, acariciando as mãos de Quamar com as pontas que lhe tocavam os seios acima dos bicos enrijecidos.
Ele já estava com o membro ereto e excitado. Seu corpo pulsava pela necessidade de estar dentro dela, sentir sua suavidade úmida o engolindo.
O azul dos olhos de Anna era profundo como uma piscina, na cor índigo. Tomados pela paixão, eles o aproximaram. Ainda resistindo, o olhar de Quamar varreu-lhe o corpo, perfeitamente bem formado, com seios empinados e firmes, curvas suaves femininas e pele acetinada, que agora enrubescia de paixão.
Rapidamente, Quamar acabou de se despir. Quando Anna levantou os braços, ele a puxou para junto de seu corpo. Anna beijou-lhe o ombro, o queixo, sua cicatriz. Ele cheirava a vento e ao deserto.
— Anna, eu preciso... — Ela olhou para ele, assim que hesitou em continuar. A força estava lá, em seus membros, em seu torso. Acima de tudo, ele era um guerreiro. Incapaz de se conter, os olhos dela se voltaram para baixo, ele estava rígido por completo e...
Os olhos dela tornaram a fixar os dele, arregalados.
— Quamar, não acho que nós iremos... iremos? Quero dizer... Os beijos de Quamar a interromperam antes que pudesse terminar. Sua língua encontrou a dela.Então, com uma gentileza surpreendente, ele a deitou e cobriu-lhe o corpo com o seu.
— Nós iremos nos encaixar — ele sussurrou, sorrindo, em sua orelha. A respiração de Quamar estava úmida. Ele mordiscou-lhe a ponta da orelha, então a saboreou com a língua.Os gemidos de prazer de Anna o conduziram para a extremidade. Ronronando, ele deslizou os lábios entre as coxas de Anna até que ela enganchasse sua ereção.
— Estou pedindo a você, Anna Cambridge — Ele murmurou, com a respiração quente na curvatura de seu queixo. — Irá me tomar como seu... por inteiro... por esta noite? Envolver-me até que o sol nasça mais uma vez?
— Eu irei — ela sussurrou, não se importando em esconder cada lágrima que descia pelo seu rosto. Embora seu coração doesse com o pedido, ela não imploraria para que ele ficasse além dessa manhã. Não o forçaria a escolher. Se isso fosse tudo que teriam, assim seria.Com um suspiro, ele prendeu-lhe os lábios, trazendo-a para si. Lentamente, apertou suas dobras macias, soltando um gemido selvagem, enquanto o corpo de Anna produzia calor e umidade.
— Tudo bem, Habbibi, relaxe. — Ele empurrou um pouco mais profundamente, suspirando quando ela deslizou como seda quente a pele de suas coxas contra seu mastro, satisfazendo-se em calafrios delicados, que cortavam seu corpo. Com uma mão, ele afagou a barriga de Anna, acariciando os tensos músculos por baixo. Ela levantou os quadris, instintivamente empurrando-o para cima contra o corpo de Quamar
— Mais, Anna. — Quamar fez um apelo com a voz distendida e as feições cravadas por uma dor delicada. Um fino brilho de suor cobriu-lhe a testa. Anna mal notou. Branco, quente, o desejo se embaralhava profundamente por sua barriga. Ela arqueou novamente, permitindo que ele afundasse mais profundamente. Quamar recuou e as cordas do seu pescoço saltaram, distendidas por sua luta pelo controle.
— Está quase lá, querido, só mais um pouco — Anna suspirou, querendo mais, seu corpo estava bem disposto, precisando do alívio que só ele poderia proporcionar.
— Quamar, por favor! — ela exigiu, com uma vontade quase insuportável. Ele respirou fundo e tentou ser delicado, mas ela não permitiu. Em vez disso, enterrou suas unhas em seus ombros, puxando-o para ela. Ambos sucumbiam em um desejo ardente, sem conseguir oxigênio suficiente. Choques minúsculos explodiram pelos membros de Anna, fazendo com que tremessem de prazer. Com um forte impulso, ele cessou o movimento, levando os dois para o precipício das paixões. As mãos dele encontraram as dela, indo para o travesseiro ao lado da cabeça de Anna. Cada dedo entrelaçado ao outro. Esse era o lugar ao qual pertencia, era onde poderia ficar o resto de seus dias. Os músculos de baixo voltaram a endurecer, lutando por alívio. O leve choro de frustração de Anna encheu o ar entre eles.
— Deixe estar, eu vou te pegar — ele murmurou. Os impulsos de Quamar cresceram profundamente. Eu vou te amar, ele respirou silenciosamente com cada golpe. Protegendo a si mesmo, não dizendo as palavras em voz alta. Como conseqüência do esforço, as pernas de Anna tremiam ao redor de Quamar, fazendo com que a respiração dele falhasse. Eu te amo. As palavras corriam pela mente de Quamar, até virarem uma prece. Anna lutava para se desprender, pega por uma febre de desespero, travando uma batalha contra o assalto de Quamar a seu corpo. Na investida seguinte, ele a empurrou profundamente, com seu corpo pulsando em uma doce intensidade, fazendo com que recuasse e cerrasse a mandíbula. Mas ele não saiu das mãos de Anna. Com um leve soluço, Anna se despedaçou de prazer. Seu corpo se liquefazia quando Quamar se flexionava, tencionava e então se debatia com sua própria libertação, despejando todo seu vigor sobre ela. Quando acabou, Quamar começou a se afastar, mas Anna o segurou a fim de impedi-lo.
— Ainda não — ela sussurrou, não querendo sentir o vazio que ele deixaria quando partisse. Ele recuou. Mas, em vez de abraçá-la, ele a rolou para cima de seu corpo, ficando enterrado embaixo do corpo de Anna. A respiração suave da mulher roçava-lhe o peito.
— Eu te amo, Quamar. E ele se perdeu.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Mais um livro lindo de Lynne Graham, eis um dos trechos do romance Feitiço no Deserto, esse foi difícil escolher um momento para lhes presentear, eu amei o livro.


Jasim nadou até a borda e, após sair da água, caminhou na direção dela.
— Por que está saindo?
— Eu só acho que é prudente. — Elinor murmurou, tentando impedir que a sua atenção se voltasse para o corpo másculo e poderoso, enquanto ele se secava com uma toalha.
Dirigindo o brilho dos olhos para ela, Jasim fitou-lhe os lábios.
— Por quê? Você também me quer. Não tente negar o que sentimos.
A declaração audaciosa de Jasim fez com que a face delicada de Elinor ficasse completamente corada. Com as mãos trêmulas, ela apertou o laço do robe que vestia.
— Mas isso não é o suficiente. — ela protestou, tentando manter o controle da situação.
Jasim segurou-a gentilmente pelos pulsos e puxou-a contra o seu próprio corpo.
— Isso é apenas o começo...
E ela se rendeu aos beijos famintos e ardentes que se seguiram. Jasim beijava-lhe os lábios com um apetite voraz e o desejo que ela sentia aumentava a cada segundo, até seu corpo começar a estremecer contra o dele, ansiando por mais.
— Sei que aqui não é o lugar certo para isso, mas você é irresistível. — ele falou ofegante. Em seguida, Jasim ergueu-a em seus braços e a carregou até o elevador.
Elinor nunca havia entrado no elevador antes, pois o mesmo levava até o quarto principal para facilitar os mergulhos matinais que Jasim aparentemente apreciava. Ele a colocou de volta ao chão, perto da enorme cama, e em seguida deslizou o robe que ela vestia pelos ombros roliços até fazer com que a peça caísse, tocando-lhe os pés descalços. Elinor ergueu os olhos para encará-lo e a atenção de Jasim se voltou novamente para os lábios cheios e rosados dela.
— Não podemos fazer isso! — ela exclamou, alarmada pela intimidade do quarto.
Jasim pegou uma de suas mãos, colocando-a sobre o short que vestia para que ela sentisse o poder do seu membro rígido por baixo do tecido.
— Por favor... eu não vou conseguir dormir desse jeito.
Elinor poderia ter resistido a qualquer outra reação, mas o desejo a excitava até o centro de seu ser, tocando-lhe até mesmo o coração. Quando um homem a desejara dessa maneira? Até onde Elinor se recordava, os homens sempre a fizeram se sentir estranhamente alta e indelicada. Encontrando o brilho intenso dos olhos dele, ela se regozijou pela atração que ele demonstrava por ela e suprimiu a voz da razão que lhe avisava para ter cautela. Ela não fora sempre sensata e controlada? Havia algum dano real em se arriscar apenas uma vez? Principalmente quando ela estava completamente atraída por ele? Elinor se segurou a este último pensamento, ávida para se render ao forte desejo de Jasim. Esta poderia muito bem ser a única vez em sua vida em que um homem a chamaria de "irresistível"...
Antes que Elinor tivesse tempo de registrar o que Jasim estava prestes a fazer, ele havia tirado a parte superior do biquíni violeta que ela usava, até que os seios fartos e sensuais ficassem expostos. Um suspiro de prazer escapou de sua garganta quando ele vislumbrou a proeminência dos mamilos rosados.
— Você tem o corpo mais maravilhoso que eu já vi. 
Ele tocou-lhe os mamilos com as pontas dos dedos, fazendo com que ela gemesse e sentisse um calor se espalhar por todo o seu corpo. Elinor ansiava por mais e ele não demorou em responder a essa ansiedade. Jasim acomodou-a sobre a cama e, inclinando a cabeça, segurou-lhe um dos mamilos, mordiscando-o levemente, para então sugá-lo com ferocidade, deixando-a completamente enlouquecida. Elinor sentia a região mais íntima de seu corpo pulsar de excitação, aumentando a sua temperatura interna e acabando com o pouco controle que ainda lhe restava. Jasim prosseguia com a carícia, ao mesmo tempo em que baixava uma das mãos e tocava-lhe, fazendo com que ela arqueasse o corpo numa reação tão violenta que quase a deixou com medo.
— Você está muito tensa. — ele censurou, livrando-a da parte inferior do biquíni e erguendo-se da cama para retirar o short molhado que vestia.
Mais uma vez, a dúvida e o nervosismo a golpearam.
Tudo estava acontecendo muito rápido e ela tentava entender como havia permitido que as coisas chegassem a esse ponto, sem que ela tivesse se perguntado seriamente sobre o que estava prestes a fazer.
Afinal, dormir com um homem pela primeira vez era um assunto muito sério para ela. Elinor fitava assombrada a sua primeira visão de um homem nu. Ela se sentia assustada e excitada ao mesmo tempo e se perguntava se estaria fazendo a coisa certa ou se estava simplesmente permitindo que essa forte atração a vencesse.
Jasim olhou para ela e sentiu uma satisfação que o deixou surpreso. Ela parecia uma deusa, ele pensou admirado, os cabelos sedosos e brilhantes espalhados sobre o travesseiro eram a combinação perfeita para o rosto delicado e as curvas voluptuosas de seu corpo. Nunca uma mulher conseguira lhe despertar um apetite tão voraz... nem mesmo Sophia tivera esse poder. Mas ele jamais seria vulnerável com uma mulher novamente, senão permitiria que o desejo superasse o seu juízo, ele pensou confiante.
— Eu a quero agora. — Jasim confessou, voltando a se deitar ao lado dela; o corpo másculo e poderoso estava tenso de desejo.
Apesar do desejo incontrolável que sentia, Jasim se esforçou para se lembrar da sua primeira motivação: possuí-la serviria apenas para se assegurar de que ela perderia o poder de sedução sobre o seu irmão.
Só de contemplar os bonitos traços daquele rosto másculo, Elinor sentiu sua boca se ressecar e o coração disparar dentro do peito.
— Eu nunca me senti dessa forma antes. — ela sussurrou com nervosismo.
Descartando imediatamente aquela declaração ingênua, Jasim suprimiu um riso de escárnio e, inclinando a cabeça, beijou-lhe os lábios novamente. Involuntariamente, Elinor se derreteu mais uma vez. Suas inseguranças desapareciam enquanto o seu corpo se rendia às deliciosas sensações do toque e do aroma masculino.
O corpo másculo e poderoso estava tão quente, forte e excitado... Ela teve uma imagem delirante de como seria a sensação de senti-lo dentro dela e ficou chocada pela direção de seus próprios pensamentos.
Jasim acariciou o ponto mais sensível de seu corpo e ela soltou um gemido alto de prazer. Com um dedo, ele descobriu que o seu interior era incrivelmente pequeno e apertado. Ela arfou e se contraiu e Jasim ficou admirado com a habilidade teatral de Elinor. Claro que, como Sophia, ela deveria ter presumido que um príncipe árabe apenas a valorizaria se ela pretendesse ser uma virgem. Sophia havia gasto uma fortuna para ter o seu hímen cirurgicamente restaurado e ele tinha sido estupidamente enganado, Jasim se recordou com profunda amargura.
— O que foi? — Elinor ofegou, notando os olhos dele se escurecerem. Ao mesmo tempo, ela se perguntava se ele finalmente teria descoberto a sua falta de experiência.
— Nada poderia estar errado...
— Eu nunca dormi com nenhum outro homem. — Elinor admitiu, sem graça — Isso é um problema?
— Como poderia ser, quando está prestes a me honrar na frente de todos os outros homens? — o brilho cínico dos olhos dele se intensificou ainda mais ao ouvir a cautelosa afirmação que ela fizera no último minuto, alegando sua inocência sexual. Jasim estava louco pela expectativa de ter o corpo dela sob o seu, mas ele teria preferido o seu frio autocontrole para dizer a Elinor que ela era uma mentirosa e que a sua simulação não conseguira enganá-lo nem por um segundo.
Afastando as pernas dela com os joelhos, ele sentia leves tremores de excitação percorrer toda a extensão de seu corpo. Levado por um desejo feroz, ele começou a penetrá-la lentamente, mas ficou tenso ao ouvi-la soltar um grito agudo de dor. Jasim sentiu o sangue congelar nas veias, sem esperar que o fingimento dela chegasse a esse ponto.
Elinor estava aflita.
— Desculpe... Está tudo bem. — ela murmurou, baixando os cílios.
— Eu devo lhe pedir desculpas. Deveria ter sido mais cuidadoso. — Jasim falou ofegante, admirado por conseguir corresponder ao disfarce dela, ao mesmo tempo em que avançava lentamente.
Conforme seu desconforto diminuía, ela sentia o prazer aumentar a cada movimento dele. Elinor arfou e envolveu os braços ao redor das costas poderosas de Jasim, descobrindo que novamente ele estava lhe proporcionando sensações que ela nunca ousara sonhar que existissem. Violentas ondas de prazer tomaram Elinor, levando-a ao ápice explosivo e deixando-a completamente saciada. Jasim baixou os olhos e fitou seu rosto com admiração.
— Você me levou ao paraíso. — ele declarou enquanto a abraçava. Elinor sentia as fortes batidas do coração dele contra o seu próprio peito e teve que se esforçar para conter as lágrimas de emoção que começavam a brotar nos olhos.
Elinor espalhou beijos carinhosos sobre um dos ombros largos e bronzeados de Jasim, ao mesmo tempo em que guerreava interiormente contra a onda de embaraço que ameaçava derrubá-la mais uma vez.
— Eu preciso voltar para o meu quarto. — ela murmurou, poucos minutos depois.
Jasim a abraçou ainda com mais força. Ele tinha toda a intenção de satisfazer completamente o seu desejo por ela.
— Esta noite você é minha e ficará aqui comigo. — ele declarou em um tom rouco.

domingo, 12 de junho de 2011

TRECHO DO LIVRO EM NOME DO DESEJO DE LYNNE GRAHAM

ANTES DE LHES DEIXAR A PARTE GOSTOSA DO LIVRO, GOSTARIA DE LHES DIZER A RESPEITO DESTE LIVRINHO, OLHA NÃO SOU MUITO FÃ DE RUSSO ( ACHO-OS INSENSÍVEIS DEMAIS E TRUCULENTOS), MAS CONFESSO QUE ME SURPREENDI COM ESSE MAGNATA QUE DE PRIMEIRA IMAGINEI UM MAFIOSO, MAS ME ENGANEI REDONDAMENTE, COMO OS SHEIKS DE LYNNE GRAHAM, ESSE LIVRO É MUITO FOFO. AGORA CHEGA DE FALAR . BEIJOS MINHAS FLORES....


Sergei conhecia muito bem as mulheres e, a julgar pelas pupilas dilatadas que ela exibia no azul esverdeado do olhar e o brilho de excitação, ele sabia que estava próximo da vitória.
— Isso não acontecerá. Apenas confie em mim.
Com toda a segurança que lhe era peculiar, Sergei inclinou a cabeça e beijou os lábios trêmulos dela, que se partiram instintivamente para sentir o sabor da boca masculina.
Alissa sabia que não deveria confiar nele. Como poderia? Se uma modelo famosa não conseguia segurá-lo por muito tempo, que esperanças ela poderia ter? Contudo, o fogo do desejo era tão forte que Alissa resolveu ceder à tentação. E, no momento em que ele repousou as mãos nos quadris dela e gentilmente a aproximou do próprio corpo, ela se espantou com o volume da ereção que podia perceber por baixo do tecido fino da calça masculina.
Sergei libertou-a do sutiã e, por um breve instante, extasiou-se com a visão dos seios exuberantes.
— Você é uma deusa! — Ele exclamou e, acoplando as palmas das mãos sobre os botões róseos e enrijecidos, pressionou o corpo pequeno com cuidado até conseguir que ela se deitasse. Só então inclinou a cabeça e sugou-lhe um dos mamilos. A sensação doce e torturante ao mesmo tempo liberou uma onda de prazer tão grande que alcançou os recônditos mais íntimos do corpo feminino, fazendo com que os quadris reagissem com movimentos rítmicos e espontâneos.
O nível como ela correspondeu às carícias dele o deixou enlouquecido. Sergei ergueu o corpo e livrou-se da camisa com tamanha rapidez que, em questão de segundos, o torso bronzeado e perfeito pareceu surgir como uma visão diante dos olhos de Alissa. Incapaz de resistir à tentação, ela estendeu os braços e deslizou os dedos sobre a musculatura definida do tórax poderoso. Depois, pressionou os lábios contra um mamilo masculino e se deliciou com a reação instintiva provocada.
— Yizihkom — ele murmurou com a respiração acelerada. Ansioso por agradá-la da mesma maneira como ela o estava agradando, ele inclinou a cabeça, abocanhou-lhe um dos seios e provocou com a língua o botão intumescido. Ao mesmo tempo, moveu uma das mãos até alcançar o ventre feminino e introduziu os dedos ágeis pela borda da calcinha rendada. Afagou com movimentos eróticos o centro sensitivo, destruindo o que restava do autocontrole de Alissa.
— Oh, por favor... — ela gemeu, abrasada pela emoção. Com um gesto rápido e rude, Sergei despiu-lhe a peça íntima e descobriu o ninho úmido e quente que parecia implorar pela invasão masculina.
Tornando a erguer-se, ele livrou-se do restante das roupas, enquanto ela o olhava, extasiada. Era a primeira vez que via um homem totalmente nu, e a visão da potente ereção a assustou:
— Meu Deus! Vai ser impossível nos ajustarmos!
Sergei deu uma gargalhada diante do comentário inocente julgando tratar-se de uma piada, já que, na entrevista feita pelo advogado, ela havia declarado ser uma mulher madura com relação a experiências sexuais.
— É que estou tão louco por você que até me superei — ele respondeu com zombaria e, posicionando-se sobre ela, penetrou-a sem se preocupar com preliminares. Ela gritou e cerrou os dentes ao sentir uma dor dilacerante.
Sergei interrompeu-se e a olhou com incredulidade, ao mesmo tempo em que notou uma resistência à invasão viril.
— Não acredito que seja virgem!
— Por quê? É contra a lei? — Ela devolveu com sarcasmo, ainda demonstrando o desconforto pela agressão sofrida na musculatura delicada e, até então, intocada.
— Prefere que eu pare? — ele perguntou com frustração, por causa do extraordinário prazer que estava sentindo.
Sergei estava completamente confuso. Ficava difícil conciliar a imagem da mulher que ele pensava que Alissa era com a que agora aparentava ser. Ele havia optado por uma mulher que não lhe oferecesse surpresas. Aquela que aceitasse os termos do contrato teria que ser necessariamente alguém que não se importasse com sentimentalismos e o interesse fosse apenas no dinheiro que receberia por sua parte no trato. Ao invés disso, ele acabara com uma virgem e, pelo que pudera observar, não se importava com a riqueza dele.
Ele a estudou por um instante e, de repente, um pensamento extremamente animador para um homem machista como ele o consolou. Alissa era sua esposa e nenhum homem a havia tocado antes. Talvez fosse até uma espécie de presente a ser celebrado.
— Não. Não quero que pare. — Alissa finalmente respondeu, envolvida no calor erótico em que se encontravam.
Com um suspiro aliviado, Sergei começou a mover-se novamente, porém, com todo o cuidado que a situação exigia. Ele gostava de desafios e pretendia proporcionar a ela o melhor que poderia fazer para satisfazê-la.
Como um homem experiente na arte da sensualidade, Sergei conseguiu conduzi-la a um êxtase rápido e, junto com ela, atingiu um orgasmo incrível, aliviando a preciosa semente de seu desejo enquanto o corpo estremecia de prazer. Enquanto Alissa ainda se contorcia de prazer e dor ao mesmo tempo, Sergei provava a mais fantástica experiência sexual de toda sua vida.
Alguns segundos depois, ele imaginava se aquela única relação poderia tê-la engravidado. Por certo ele não desejaria que isso acontecesse tão rápido, agora que descobrira o imenso prazer que ela poderia lhe proporcionar. Não haveria homem no mundo que se negasse àquele prazer antes de atingir o objetivo planejado, ele tentou confortar a si mesmo em pensamento.
— Bihla chudyesna... Você é magnífica! — Ele exclamou com satisfação e depositou um beijo rápido em um lado do rosto miúdo. — É uma pena que precisaremos retomar para a festa.
As palavras dele a fizeram cair na realidade e, subitamente, Alissa se ergueu da cama. Não vendo onde estava o roupão, agarrou o lençol da cama e cobriu o corpo.