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sábado, 4 de junho de 2016

Trecho do livro O Último Príncipe de Dahaar de Tara Pammi- Vol.1 Da Dinastia Areia e Escândalo- Harlequin

[...]O cheiro da pele de Ayaan parecia penetrar no seu sangue e desencadear algo além do simples desejo físico.

Zohra tocou-lhe o peito, sentiu a firmeza dos seus músculos e se ergueu até se sentir totalmente envolvida pela força do seu corpo. Soltou um suspiro e abraçou-o, esperando ser rejeitada, mas ele a abraçou com força. Ela sentiu um nó se formar na garganta e fechou os olhos. Por apenas um segundo, aquele abraço resumia tudo que ele era.

Ela sentiu que ele subia a mão pelo seu pescoço, enfiava os dedos em seu cabelo e beijava a sua testa. Sentiu o calor do seu suspiro de alívio sobre a pele, abafou um gemido e escondeu o rosto no ombro de Ayaan.

– Você tem um cheiro maravilhoso, latifa.
Zohra não teve controle sobre o que fez a seguir. Abriu a boca e lambeu o peito dele. Sentiu o calor aquecer sua pélvis e se concentrar no meio de suas pernas. Ele tinha um gosto doce e salgado que ela nunca sentira.
Ayaan estremeceu, e as batidas aceleradas do seu coração ressoaram nos ouvidos de Zohra.

– Eu quero tanto estar dentro de você, que chega a me doer fisicamente... – O desejo que vibrava na voz dele pareceu envolvê-la. Zohra abraçou-o pelo pescoço. – Mas, Ya Allah, Zohra, depois de tudo que viu, você ainda quer fazer isso? – Ele encostou a cabeça no seu pescoço, segurando-a de maneira possessiva, enquanto lutava contra ele mesmo, contra a honra que estava em seu sangue. – Se eu tocá-la, não terei forças para parar.

Ao pensar que ele poderia ir embora, Zohra sentiu o coração se apertar.

A imagem de Ayaan com as mãos na cabeça e o rosto coberto de angústia, como o vira antes, deveria afugentá-la, mas, pela primeira vez, ela percebera o peso do dever que ele carregava com orgulho e com elegância, compreendera a honra que ele via em dar tudo de si e a batalha que ele travava a cada dia, sem se queixar.

Porque ele nascera para fazer aquilo. Aquela era a sua realidade. E ela ansiava por fazer parte dela.

Ela queria lhe dar prazer, queria ser o alívio que ele procurava, queria estar com ele porque, pela primeira vez, desde que se lembrava, ela não se sentia em conflito, confusa, e tinha certeza de que aquilo estava certo.

– Ayaan... – suspirou ela, imaginando por que seu coração sempre escolhia o caminho mais difícil. – Eu não estou aqui porque me ensinaram que eu não deveria fazer isso, por querer ultrapassar os limites ou por querer atingir alguém. Eu estou aqui porque quero fazer isso.

Ela murmurou o nome dele repetidamente, junto ao seu peito, ouvindo as batidas do seu coração. Desceu as mãos pelo seu peito, adorando sentir que ele contraía os músculos.

Ayaan estremeceu e praguejou. Ainda segurando seu cabelo, ele fez com que ela se levantasse. Em seus olhos havia o brilho de vários sóis, do seu desejo, de seus demônios e de suas lutas. Tudo estava à mostra para que ela pudesse ver. Naquele instante, ele lhe tirava o fôlego, e Zohra não sabia como se segurar, como evitar se perder nele.

Ele soltou um gemido desesperado.

– É o que eu queria, mas não tenho preservativos, Zohra, e não posso me arriscar a...

– Faz muito tempo que eu tomo anticoncepcional – confessou ela, sem conter o nervosismo. Ele olhou para ela, sem nada dizer. Zohra se questionou se a perfeição daquele momento iria

se estragar.

– Ayaan, eu sei o que você está...

– Shh – disse ele, segurando o rosto dela. – Você me quer como eu sou, não é, Zohra? – Ela concordou, sentindo o coração bater na garganta, percebendo que caminhava no limite entre o querer e algo mais forte, que maculava a beleza do homem que a segurava. – Eu também quero você do jeito que você é.

Ele puxou-a até seus lábios ficarem a centímetros de distância. A expectativa a revirava por dentro, seus músculos amoleciam. Ela sentiu os lábios quentes e macios de Ayaan tocarem os seus. Ele a segurou pelos quadris e lambeu seu lábio, mordiscou-o, voltou a lambê-lo exigindo, apossando-se de sua boca e perdendo totalmente o controle. E voltou a fazer isso tudo, até que suas respirações se misturaram e suas bocas se fundiram, até deixar um pedaço de sua pele encravado na dela.
De vez em quando, ele a deixava respirar, e Zohra voltava a se entregar.

Uma lambida erótica, um toque da palma da mão em seu corpo, um sussurro pecaminoso em seu ouvido, e ela se perdia em um mar de sensações e o agarrava pelo cabelo, pressionava o corpo contra o dele e lhe acariciava as costas.

– Por favor, Ayaan... – Ela implorou com voz trêmula.

Ele passou as mãos por seus ombros, por seus braços, com um olhar intenso de desejo.

– Eu não tenho lembranças do corpo de outra mulher, Zohra, não me lembro de já ter sentido esse tipo de desejo. – Ele lambeu a veia que pulsava na garganta de Zohra e alimentou a chama do seu desejo. – Você sabia o quanto eu queria sentir o seu gosto e quantas vezes eu fiquei do lado de fora da sua porta, lembrando os motivos pelos quais não podia entrar? – Ele sugou a garganta de Zohra, e ela se derreteu. – Eu a expulsei do meu quarto, mas o seu perfume ficou no ar. – Ayaan pegou nas mãos dela e colocou-as sobre a sua ereção. Ela se sobressaltou e sentiu o calor entre as pernas se intensificar quando pensou que logo ele estaria dentro do seu corpo. – Faz um mês que eu não consigo me tocar porque só penso em ser tocado por você e por sua boca. – Ao saber dos pensamentos eróticos que ele tivera com ela, Zohra sentiu a umidade se espalhar pelo vértice das coxas. Tocou-o, e Ayaan se afastou e segurou na mão dela. – Não, Zohra. Você só vai me tocar depois de eu ouvir seus gemidos e de ter acariciado todo o seu corpo e lambido o meio das suas coxas.

Zohra prendeu a respiração. Ayaan desceu a boca pelo seu pescoço, lambendo-a, beijando-a, excitando-a cada vez mais.

Ela estava tão perdida no que ele fazia com a boca, em como ele seguia a curva do seu seio, que só reparou que ele segurara a barra da sua camisola, quando ele a tirou pela sua cabeça. Zohra cobriu os seios instintivamente, mas ele continuou olhando para baixo, e ela acompanhou o seu olhar. Sua calcinha de seda creme era tão minúscula que mal a cobria e tinha o cós enfeitado por pequenas pedras que refletiam a luz.

– Eu... – Zohra suspirou quando ele passou o dedo sobre o cós. – A estilista fez as minhas malas. – Ayaan espalmou a mão sobre a calcinha, e ela pressionou o corpo contra seus dedos, ansiando por mais. Ele beijou-lhe a testa e pressionou os dedos sobre seu corpo. Ela soltou um soluço e mordeu o ombro dele.

– Eu pedi que preparassem você para mim. Lembre-me de agradecer à sua estilista.

O tom malicioso era tão excitante quanto os dedos dele, e Zohra voltou a arquear o corpo.

Os olhos de Ayaan ficaram mais escuros que o deserto ao anoitecer e se voltaram para seus seios e para seus mamilos endurecidos. Ela fechou os olhos, ouviu-o ofegar e sentiu uma onda de satisfação.

– A minha imaginação não lhe fez justiça, Zohra. Sabe quantas vezes eu imaginei seus seios? Ela sentiu que ele tocava a curva do seu seio e gemeu. Ele segurou seus seios e circulou seu mamilo com os dedos, e ela estremeceu. Sentiu o calor da boca de Ayaan no meio dos seios e percebeu que ele continha a respiração, quase com reverência. 
Zohra começou a tremer e sentiu as pernas se dobrarem. Ele passou o braço pela sua cintura e a segurou. Ela sentiu os seios se avolumarem, a garganta ficar seca, a respiração, ofegante, mas ele continuou a provocá-la, sem tocar seus mamilos, até que ela soltou um soluço rouco e pegou na mão dele. Ayaan segurou seu pulso e beijou-a.

– Abra os olhos, Zohra.
Ela olhou para baixo, viu-o tocar seu mamilo com a ponta dos dedos, sentiu uma onda de prazer indescritível e gemeu.

– Veja o que eu estou fazendo com você – mencionou ele em tom rouco e excitante.

A visão era tão fascinante que ela não conseguiria fechar os olhos, nem que ele pedisse. Ele apertou seu mamilo, sugou-o e empurrou-a sobre a cama. Ela gritou o nome dele e o som ecoou na tenda e, provavelmente, pelo deserto. Zohra segurou-o pelo cabelo e pressionou sua cabeça contra o seio, num apelo desesperado.

Ele a sugou mais avidamente, até que tudo que ela podia ver, sentir e ouvir era o ruído da sua boca. O prazer se apoderara de todos os seus sentidos.

Ayaan fez com que ela se deitasse na cama e beijou sua barriga. Pegou um lenço de seda e, antes que ela percebesse, fez com que ela esticasse os braços acima da cabeça e amarrou seus pulsos delicadamente. Beijou-a e colocou alguns travesseiros sob sua cabeça.

– Para você poder ver o que eu estou fazendo com você.

Ela sentiu o calor se espalhar pelo corpo, enquanto ele beijava o contorno da sua calcinha, descia-a por suas pernas e se inclinava sobre ela.

– Olhe para mim, Zohra – ordenou ele, com a voz tão carregada de desejo e de satisfação, que a fez vibrar.

Zohra olhou para ele, conteve a respiração e tentou soltar os pulsos. Queria tocá-lo e retribuir o prazer que ele estava lhe dando. Ayaan roçava as pontas dos dedos na parte interna de suas coxas, com a expressão primitiva de um guerreiro conquistador.

E, então, ela sentiu que ele colocava a boca na parte mais íntima do seu corpo e a lambia. Zohra ergueu o corpo da cama, tremendo, o prazer se espalhando dentro dela com tamanha

intensidade que seus quadris se mexiam por conta própria. Ela gritou alto quando ele a lambeu demoradamente e depois beijou-a, fazendo com que ela gravasse a imagem de sua boca contra a carne trêmula. Ele continuou a provocá-la até que seu corpo fosse atravessado por espasmos. 


Ela emitia sons, às vezes, um soluço, um gemido, às vezes dizia o nome dele, implorando, pressionando a cabeça no travesseiro. Zohra tinha a sensação de que a excitação iria fazê-la sair da pele. Aumentava, quando ele a tocava, diminuía, quando ele deixava de tocá-la por um segundo.

O orgasmo a atingiu com a força de uma tempestade. Ela tentava sorver o ar, mas soluçava, produzindo um ruído rouco que soava erótico. Ondas de prazer, agudas e de tirar o fôlego, pareciam virá-la do avesso. Mas Ayaan não parava. Segurava-a pelos quadris e continuava a acariciá-la com a língua até extrair cada gota de prazer do seu corpo, até que ela se tornasse uma massa trêmula de sensações.

Quando os tremores do clímax se acalmaram, Zohra se deixou cair sobre a cama e sentiu um arrepio, desta vez, de inquietude, lhe subir pelas costas. Ainda com as mãos amarradas acima da cabeça, ela se virou de lado, sentindo-se subitamente envergonhada.

Ayaan afastou o cabelo úmido que caía sobre a sua testa e beijou sua têmpora, acariciou a curva do seu quadril, suas pernas, suas costas. A maneira como ele a acariciava acalmava algo dentro dela, que não deveria precisar ser acalmado.

– Zohra?

Ouvi-lo dizer o seu nome aqueceu-a internamente, e ela percebeu que ele lhe fazia uma pergunta. Zohra concordou com a cabeça e lhe mostrou os pulsos amarrados.

Ele sacudiu a cabeça com um olhar de pura arrogância masculina.
– Eu nunca vi nada mais erótico que você tendo um orgasmo. Acho que posso ficar viciado nisso.
Ele a beijou, e Zohra sacudiu a cabeça.

– Acho que o acampamento inteiro me ouviu, Ayaan – Tem alguém...

– Ninguém que esteja perto o suficiente, ya habibati – respondeu ele, adivinhando a pergunta que ela iria fazer, virou-a de frente e se colocou em cima dela.

Ele era pesado, mas sentir seu preso era um prazer.

– Ayaan?

Ele enterrou o rosto no seu pescoço.

– Hã...?

Ela ia falar, mas desistiu porque o medo obstruíra sua garganta. As sombras sempre presentes nos olhos de Ayaan haviam desaparecido, e ela não queria arriscar a fragilidade daquele instante, mencionando outra pessoa.

– Eu queria uma coisa...

Ele segurou-a com maior firmeza.

– Esta noite você terá tudo que quiser, ya habibati.

– Eu queria tocar sua cicatriz, beijá-la, lambê-la. – Ayaan suspirou junto ao seu seio e, em seguida, desamarrou suas mãos e deitou-se na cama.

Ela ficou admirando o seu corpo, com a respiração ofegante. Seu cabelo estava caído sobre a testa. Ele esticara os braços acima da cabeça. Seu torso largo se estreitava na cintura, e seu abdome era reto. A parte inferior do seu corpo estava escondida sob a calça de moletom, e a sua pele cor de oliva brilhava de suor. Era uma imagem que ela guardaria para sempre.

Zohra se deitou de lado e passou os dedos sobre a cicatriz enrugada. Sentiu as lágrimas lhe subirem aos olhos, mas controlou-as. Naquele momento, não havia lugar para a compaixão.

– Como você ficou com essa cicatriz? – indagou ela baixinho, encostando o rosto na pele de Ayaan, sentindo o seu perfume cítrico. Ele enfiou os dedos no cabelo dela.

– Eles me amarraram com uma corrente de ferro cheia de nós – respondeu ele simplesmente. Zohra abafou uma expressão de terror e chegou para mais perto dele, roçando os seios contra

o seu peito, enquanto beijava a cicatriz. Sentiu que ele lhe puxava o cabelo e que contraía o peito, e levou alguns segundos para entender que ele tinha gostado.

Ela se apoiou sobre o cotovelo, passou a língua ao longo da cicatriz e cobriu-a de beijos.

– Vire-se.

Para satisfação de Zohra, ele se virou. Livre do seu olhar, ela se tornou mais ousada, se ajoelhou e beijou a cicatriz que lhe atravessava o torso e roçou os seios em sua pele. Desta vez, os dois gemeram.

– Vire-se de novo – murmurou ela. Ele se virou.

Ela se inclinou para beijar o outro lado, passou a mão em seu peito e desceu-a pela sua barriga, até alcançar a sua ereção. Ayaan soltou um gemido rouco e ergueu os quadris. Ela o tocou e sentiu uma onda de calor atingi-la.

Antes que ela percebesse, ele se colocava em cima dela e a encarava com os olhos brilhando de desejo e de algo mais, que atingia o coração de Zohra e a envolvia.

– Você não me pediu permissão para fazer isso.

Era o brilho de contentamento, ela percebeu, pensando que era uma dádiva à qual deveria se agarrar.
Quando Ayaan a beijou, Zohra percebeu que o ritmo do seu beijo mudara. Ele passava a mão pelo seu corpo cuidadosa e eroticamente, mas com uma ânsia que parecia estar fora de controle. Quando ele se colocou entre suas coxas e ela sentiu que ele tocava o seu corpo, Zohra esqueceu seus pensamentos e se perdeu outra vez.
Aquilo seria o suficiente?

A pergunta insistente se misturava ao desejo que corria no sangue de Ayaan.

Tinha de ser, ele respondeu arrogantemente, para si mesmo. Afinal, aquilo era sexo.

Zohra podia ser bem diferente das mulheres que ele conhecia, mas o seu corpo estava se deleitando de prazer por simplesmente poder tocá-la e beijá-la.

Ayaan correu a boca pela garganta de Zohra, deleitando-se com o seu gosto. Ela automaticamente afastou as coxas e acolheu a sua ereção. Foi o bastante para que ele perdesse o último traço de controle.

Zohra contorceu o corpo e soltou um gemido rouco. Seus seios roçavam o peito de Ayaan, aumentando o seu estado de excitação. Ele lambeu seu mamilo e ela arqueou o corpo e gritou o nome dele, num tom gutural.

– Por favor, Ayaan... Eu quero tocar você, preciso...

Ele balançou a cabeça, passou o dedo entre suas pernas e colocou-o dentro do seu corpo. Sim, ela estava pronta para ele, e ele queria lhe proporcionar prazer novamente, mas foi dominado por seu próprio desejo.

– Abra as pernas, Zohra – falou ele, sem reconhecer o tom da própria voz.

Quando ela fez o que ele pedia, Ayaan segurou-a pelos quadris e, com um só movimento entrou no seu corpo.

Zohra viu estrelas ao sentir a pressão dentro do corpo e contraiu todos os músculos. Ele ia se movimentar, quando percebeu que ela estava paralisada. Olhou para ela, viu a verdade em seus olhos e ficou chocado.

– Entre todas as mentiras que você poderia contar, Zohra...! – exclamou Ayaan, praguejando. O desgosto afetava o prazer, mas apenas um pouco. Ele sentiu as coxas tremerem por ter de se manter parado e começou a recuar com imenso cuidado, tentando ser delicado. Esticou-se e beijou-a carinhosamente, ao sentir


 que ela se encolhia.

– Fique parada, Zohra – resmungou ele, suando por causa do esforço de permanecer parado. Mas claro que sua mulher não lhe deu atenção.

– Não está doendo, Ayaan, não mais. A sensação é... – Ela o segurou pelos ombros e ergueu os quadris. – Ahhh... É uma sensação de completude, tão gostosa... Por favor, continue...

Ele sentiu uma onda de fogo descer pelas costas, praguejou sonoramente e voltou a pressionar o corpo contra o dela. O gemido rouco de Zohra pareceu esfolar sua pele, deixando-o concentrado apenas em suas sensações.

A excitação se espalhava pelo seu corpo, atingia seus nervos, até nada existia além do calor de Zohra, sua esposa. Ayaan se deixou controlar pelo ritmo do próprio corpo e começou a se movimentar sem nenhuma gentileza, sem pensar nas palavras que saíam de sua boca. Zohra acompanhava o seu ritmo e emitia sons cada vez mais cheios de ânsia, mas ele resolveu esperar até que ela obtivesse prazer, acariciou-a com os dedos e ela explodiu, contraindo os músculos em torno dele. Ayaan investiu mais uma vez e também explodiu em um orgasmo que atingiu todos os seus nervos.

Ele se soltou em cima dela e, assim que os dois se acalmaram, ele pensou que havia algumas coisas a esclarecer. Ainda com os corpos ligados intimamente, ele rolou em cima da cama, invertendo a posição em que estavam. Zohra imediatamente cobriu os seios e corou intensamente.


– Você era virgem – puxou ele as mãos com que ela cobrira os seios e voltou a ficar excitado ao ver seus mamilos rosados. 

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Trecho do livro "Um homem honrado" by Ivonne Lindsay - Série homem do mês/ Harlequim desejo



Loren acariciou gentilmente a barba por fazer de Alex. Ela lentamente ficou na ponta dos pés e pressionou seus lábios nos dele. Suavemente, timidamente, beijou-o. Para seu desgosto, Alex ficou passivo. Na incerteza, ela começou a afastar a mão, mas a mão de Alex disparou, a fim de mantê-la em seu rosto.
— Não brinque comigo, Loren. Até eu tenho limites.
— Eu... eu não estou brincando, Alex.
Ela se esticou para beijá-lo novamente, desta vez sentindo a força dos lábios sob os dela. Loren tracejou a boca do marido com a ponta da.língua, sentindo-se subitamente mais ousada do que nunca. Ele era um homem que tinha tudo e a queria de graça. Isto era tudo que podia dar a ele: seu amor.
Alex a envolveu com os braços, puxando-a contra sua forma masculina, mostrando-lhe em termos inequívocos que estava mais do que preparado para aceitar o que Loren tivesse a oferecer. Ela passou as mãos ao longo dos ombros dele, adorando sentir seus músculos por baixo do toque de seus dedos. O corpo dele queimou junto ao dela, fazendo com que a regata leve de verão e o short de algodão que usava para dormir ficassem grudados em sua pele.
Loren se agarrou a ele, querendo mais, ainda sem entender do que precisava. As
mãos fortes deslizavam por suas costas e alisavam seus quadris, segurando-os e a pu-xando contra ele. Loren inclinou uma parte de seu corpo, que doía de tanta excitação. Um fluxo de prazer irradiou dentro dela quando Alex pressionou sua excitação no corpo de Loren. Ela sentia crescer o calor e a umidade.
Ele a puxou novamente e flexionou os quadris contra o corpo feminino, começando em um ritmo que fez com que o corpo inteiro de Loren pulsasse de desejo. Ela deslizou as mãos pelo pescoço de Alex e agarrou-lhe os cabelos pretos, puxando o rosto dele em direção ao seu, querendo absorver cada parte dele da melhor forma que pudesse.
— Levante suas pernas e coloque em volta da minha cintura — Alex falou com a voz vibrando de desejo.
Através da névoa de paixão que se concentrava em seus sentidos, apenas ao sentir o toque e o gosto dele em seus braços, ela conseguiu cumprir a ordem de Alex. Ele andou até a cama e a deitou nos lençóis, ainda amarrotados da noite anterior. Sem perder o contato físico, ele se deitou com ela; seus corpos estavam alinhados perfeitamente, as pernas dele enrascadas nas dela.
Os seios de Loren doíam, estavam inchados dentro da camiseta de algodão, os bicos endurecidos pressionando o peito de Alex. Nesse instante, ela começou a odiar a barreira entre eles. Como se pudesse ler a mente dela, Alex colocou as mãos na borda da camiseta de Loren, tirando-a pela cabeça e expondo-lhe os pequenos seios, o que a fez corar.
— Tão perfeitos... — ele murmurou, quando traçou o esboço do primeiro mamilo rosado; então fez o mesmo com o outro, usando os dedos.
Ela observava sem conseguir falar ou se mexer, enquanto ele umedecia os dedos com a língua e refazia os movimentos. Um arrepio percorreu-lhe o corpo, levando um pequeno sorriso ao rosto de Alex. Então ele trouxe seus lábios para o broto endurecido e imitou com a língua o movimento de seus dedos.
Outro arrepio dominou-lhe o corpo, desta vez intensificando o prazer, uma reação que fez com que os lábios de Alex inchassem e sugassem os mamilos de Loren vigoro-samente. Ela quase pulou da cama, com o corpo arqueado para ele querendo tudo que Alex podia lhe dar. Ele a pressionou contra o colchão com os quadris, e ela enroscou as pernas ao redor dele, esfregando as solas dos pés no tecido escorregadio do pijama macio e sensual.
Alex sentia seu corpo mais forte, mais firme e com uma energia vibrando do lado de dentro, que a excitava tanto mental quanto fisicamente. Loren sabia o que ainda esta-va para vir, sabia que haveria desconforto e possivelmente até dor, mas também sabia no fundo de sua alma que isso era totalmente certo. De todos os outros, Alex era o único homem com quem poderia ter essa intimidade.
Ela ofegou em voz alta quando ele passou os dentes sobre seu mamilo, concedendo a mesma atenção para o outro do par. Achou que fosse enlouquecer com as sensações que Alex conseguia obter de seu corpo, ao deslizar a língua pela curva de seus seios, enviando ondas de arrepios a sua pele.
Apesar do ar quente, ela sentia calafrios. Depois de as mãos de Alex travarem um embate com o cordão do short de Loren, ela sentiu o arco afrouxar e o tecido começar a ceder. Alex ficou de joelhos e jogou o short dela longe, expondo a mais profunda intimidade de seu corpo a seu olhar ardente.
Loren se sentiu uma devassa sob o poder do olhar de Alex e se contorceu sobre os lençóis, saboreando a sensação da maciez do algodão sob a pele nua de suas nádegas. Os movimentos dela causaram um rubor no alto das maçãs do rosto de Alex, fazendo com que os olhos dele escurecessem ainda mais. Ele a segurou, pressionando seus quadris firmemente com suas grandes mãos; seus dedos estavam espalmados totalmente sobre a pele de Loren, então ele baixou o rosto para o V no ápice de suas coxas.
Ela ficou tensa, sem saber o que esperar. Toda a tensão fluiu de dentro dela, quando ele apertou os lábios com uma precisão infalível no ponto central. Ela sentiu a língua dele deslizar suavemente sobre seus nervos sensíveis, o que fez com que perdesse o senso de realidade. Várias vezes, a língua tomou posse dela, devagar no início, em seguida mais firme, até que achou que não conseguiria mais agüentar. Ele fechou a boca sobre esse ponto e sugou, assim como tinha feito com seus mamilos, instantes atrás. A sensação se estilhaçava pelo corpo de Loren, num primeiro momento afiada e, em seguida, em ondas crescentes de puro prazer, alcançando um ápice de sentimento que ela nunca sonhou ter. Seu corpo inteiro ficou tenso como um arco, antes de cair de costas contra a cama, fraca, desgastada, saciada.
Loren sentiu os movimentos de Alex, ouviu o deslizar do tecido, quando ele arrancou o pijama. Ela abriu os olhos quando ele se ajoelhou diante de suas pernas aber-tas, e viu como ele acariciou a mão da base até a ponta de sua virilidade. Alex posicionou-se em sua entrada e ela sentiu o calor, bruscamente, explorar a sua pele.
Uma flecha de medo a dominou.
— Eu não... quero dizer, eu nunca...
— Shh — Alex disse suavemente. — Eu sei. Vou tomar cuidado com você, Loren. Confie em mim.
Ela fixou o olhar nele, em busca de qualquer indício de que não estivesse sendo verdadeiro; mesmo agora quando estavam deitados juntos, o passado permanecia entre eles.
— Confio em você, Alex.
— Esta é a minha garota — ele respondeu.
Ele se inclinou e a beijou, fazendo com que sua língua se emaranhasse na dela. Loren recebeu sua invasão, focando seus sentidos na combinação e essência do beijo que pertencia inteiramente a ela.
Loren o sentiu empurrando os quadris lentamente contra os dela. Ela retesou involuntariamente, sem saber como iria acomodá-lo, mas então ele desistiu e fez a mesma coisa de novo, dessa vez, explorando um pouco mais, esperando um pouco mais. Com seu corpo moldado ao redor dele, num primeiro momento ela sentiu um incômodo, mas depois não. Sentia tremores pelo corpo quando ele se mantinha parcialmente dentro dela. O próximo movimento de Alex fez com que entrasse nela um pouco mais.
Uma nova sensação começou a crescer, algo que exigia mais, exigia mais dele, tanto que quando ele se colocou por inteiro, ela teve de ignorar a nítida lágrima de dor e agarrar seus quadris, insistindo para continuar. Com nenhuma barreira a impedi-lo, Alex aprofundou seus movimentos, levando Loren, mais uma vez, em direção ao prazer crescente, cujo epicentro estava escondido dentro dela.
Ele ganhou força, e Loren viu seu corpo se unir ao dele, impulso após impulso, ambos alcançando o auge sombrio de seus desejos. Então ele irrompeu em cima dela, onda após onda, maior e mais profundo que antes. Um grito de puro prazer saiu dos lábios de Loren, à medida que Alex liberava seus fluidos, antes de cair ao lado de seu corpo. Depois de fazer amor, Loren se entregou ao cansaço delicioso que se espalhou por seus músculos e suas terminações nervosas. Ela sabia do prazer físico, mas nunca sonhou que poderia ser assim. Loren arrastou os dedos para cima e para baixo pela coluna suada de Alex e, neste momento, o amou mais do que nunca.


segunda-feira, 13 de junho de 2011

Mais um livro lindo de Lynne Graham, eis um dos trechos do romance Feitiço no Deserto, esse foi difícil escolher um momento para lhes presentear, eu amei o livro.


Jasim nadou até a borda e, após sair da água, caminhou na direção dela.
— Por que está saindo?
— Eu só acho que é prudente. — Elinor murmurou, tentando impedir que a sua atenção se voltasse para o corpo másculo e poderoso, enquanto ele se secava com uma toalha.
Dirigindo o brilho dos olhos para ela, Jasim fitou-lhe os lábios.
— Por quê? Você também me quer. Não tente negar o que sentimos.
A declaração audaciosa de Jasim fez com que a face delicada de Elinor ficasse completamente corada. Com as mãos trêmulas, ela apertou o laço do robe que vestia.
— Mas isso não é o suficiente. — ela protestou, tentando manter o controle da situação.
Jasim segurou-a gentilmente pelos pulsos e puxou-a contra o seu próprio corpo.
— Isso é apenas o começo...
E ela se rendeu aos beijos famintos e ardentes que se seguiram. Jasim beijava-lhe os lábios com um apetite voraz e o desejo que ela sentia aumentava a cada segundo, até seu corpo começar a estremecer contra o dele, ansiando por mais.
— Sei que aqui não é o lugar certo para isso, mas você é irresistível. — ele falou ofegante. Em seguida, Jasim ergueu-a em seus braços e a carregou até o elevador.
Elinor nunca havia entrado no elevador antes, pois o mesmo levava até o quarto principal para facilitar os mergulhos matinais que Jasim aparentemente apreciava. Ele a colocou de volta ao chão, perto da enorme cama, e em seguida deslizou o robe que ela vestia pelos ombros roliços até fazer com que a peça caísse, tocando-lhe os pés descalços. Elinor ergueu os olhos para encará-lo e a atenção de Jasim se voltou novamente para os lábios cheios e rosados dela.
— Não podemos fazer isso! — ela exclamou, alarmada pela intimidade do quarto.
Jasim pegou uma de suas mãos, colocando-a sobre o short que vestia para que ela sentisse o poder do seu membro rígido por baixo do tecido.
— Por favor... eu não vou conseguir dormir desse jeito.
Elinor poderia ter resistido a qualquer outra reação, mas o desejo a excitava até o centro de seu ser, tocando-lhe até mesmo o coração. Quando um homem a desejara dessa maneira? Até onde Elinor se recordava, os homens sempre a fizeram se sentir estranhamente alta e indelicada. Encontrando o brilho intenso dos olhos dele, ela se regozijou pela atração que ele demonstrava por ela e suprimiu a voz da razão que lhe avisava para ter cautela. Ela não fora sempre sensata e controlada? Havia algum dano real em se arriscar apenas uma vez? Principalmente quando ela estava completamente atraída por ele? Elinor se segurou a este último pensamento, ávida para se render ao forte desejo de Jasim. Esta poderia muito bem ser a única vez em sua vida em que um homem a chamaria de "irresistível"...
Antes que Elinor tivesse tempo de registrar o que Jasim estava prestes a fazer, ele havia tirado a parte superior do biquíni violeta que ela usava, até que os seios fartos e sensuais ficassem expostos. Um suspiro de prazer escapou de sua garganta quando ele vislumbrou a proeminência dos mamilos rosados.
— Você tem o corpo mais maravilhoso que eu já vi. 
Ele tocou-lhe os mamilos com as pontas dos dedos, fazendo com que ela gemesse e sentisse um calor se espalhar por todo o seu corpo. Elinor ansiava por mais e ele não demorou em responder a essa ansiedade. Jasim acomodou-a sobre a cama e, inclinando a cabeça, segurou-lhe um dos mamilos, mordiscando-o levemente, para então sugá-lo com ferocidade, deixando-a completamente enlouquecida. Elinor sentia a região mais íntima de seu corpo pulsar de excitação, aumentando a sua temperatura interna e acabando com o pouco controle que ainda lhe restava. Jasim prosseguia com a carícia, ao mesmo tempo em que baixava uma das mãos e tocava-lhe, fazendo com que ela arqueasse o corpo numa reação tão violenta que quase a deixou com medo.
— Você está muito tensa. — ele censurou, livrando-a da parte inferior do biquíni e erguendo-se da cama para retirar o short molhado que vestia.
Mais uma vez, a dúvida e o nervosismo a golpearam.
Tudo estava acontecendo muito rápido e ela tentava entender como havia permitido que as coisas chegassem a esse ponto, sem que ela tivesse se perguntado seriamente sobre o que estava prestes a fazer.
Afinal, dormir com um homem pela primeira vez era um assunto muito sério para ela. Elinor fitava assombrada a sua primeira visão de um homem nu. Ela se sentia assustada e excitada ao mesmo tempo e se perguntava se estaria fazendo a coisa certa ou se estava simplesmente permitindo que essa forte atração a vencesse.
Jasim olhou para ela e sentiu uma satisfação que o deixou surpreso. Ela parecia uma deusa, ele pensou admirado, os cabelos sedosos e brilhantes espalhados sobre o travesseiro eram a combinação perfeita para o rosto delicado e as curvas voluptuosas de seu corpo. Nunca uma mulher conseguira lhe despertar um apetite tão voraz... nem mesmo Sophia tivera esse poder. Mas ele jamais seria vulnerável com uma mulher novamente, senão permitiria que o desejo superasse o seu juízo, ele pensou confiante.
— Eu a quero agora. — Jasim confessou, voltando a se deitar ao lado dela; o corpo másculo e poderoso estava tenso de desejo.
Apesar do desejo incontrolável que sentia, Jasim se esforçou para se lembrar da sua primeira motivação: possuí-la serviria apenas para se assegurar de que ela perderia o poder de sedução sobre o seu irmão.
Só de contemplar os bonitos traços daquele rosto másculo, Elinor sentiu sua boca se ressecar e o coração disparar dentro do peito.
— Eu nunca me senti dessa forma antes. — ela sussurrou com nervosismo.
Descartando imediatamente aquela declaração ingênua, Jasim suprimiu um riso de escárnio e, inclinando a cabeça, beijou-lhe os lábios novamente. Involuntariamente, Elinor se derreteu mais uma vez. Suas inseguranças desapareciam enquanto o seu corpo se rendia às deliciosas sensações do toque e do aroma masculino.
O corpo másculo e poderoso estava tão quente, forte e excitado... Ela teve uma imagem delirante de como seria a sensação de senti-lo dentro dela e ficou chocada pela direção de seus próprios pensamentos.
Jasim acariciou o ponto mais sensível de seu corpo e ela soltou um gemido alto de prazer. Com um dedo, ele descobriu que o seu interior era incrivelmente pequeno e apertado. Ela arfou e se contraiu e Jasim ficou admirado com a habilidade teatral de Elinor. Claro que, como Sophia, ela deveria ter presumido que um príncipe árabe apenas a valorizaria se ela pretendesse ser uma virgem. Sophia havia gasto uma fortuna para ter o seu hímen cirurgicamente restaurado e ele tinha sido estupidamente enganado, Jasim se recordou com profunda amargura.
— O que foi? — Elinor ofegou, notando os olhos dele se escurecerem. Ao mesmo tempo, ela se perguntava se ele finalmente teria descoberto a sua falta de experiência.
— Nada poderia estar errado...
— Eu nunca dormi com nenhum outro homem. — Elinor admitiu, sem graça — Isso é um problema?
— Como poderia ser, quando está prestes a me honrar na frente de todos os outros homens? — o brilho cínico dos olhos dele se intensificou ainda mais ao ouvir a cautelosa afirmação que ela fizera no último minuto, alegando sua inocência sexual. Jasim estava louco pela expectativa de ter o corpo dela sob o seu, mas ele teria preferido o seu frio autocontrole para dizer a Elinor que ela era uma mentirosa e que a sua simulação não conseguira enganá-lo nem por um segundo.
Afastando as pernas dela com os joelhos, ele sentia leves tremores de excitação percorrer toda a extensão de seu corpo. Levado por um desejo feroz, ele começou a penetrá-la lentamente, mas ficou tenso ao ouvi-la soltar um grito agudo de dor. Jasim sentiu o sangue congelar nas veias, sem esperar que o fingimento dela chegasse a esse ponto.
Elinor estava aflita.
— Desculpe... Está tudo bem. — ela murmurou, baixando os cílios.
— Eu devo lhe pedir desculpas. Deveria ter sido mais cuidadoso. — Jasim falou ofegante, admirado por conseguir corresponder ao disfarce dela, ao mesmo tempo em que avançava lentamente.
Conforme seu desconforto diminuía, ela sentia o prazer aumentar a cada movimento dele. Elinor arfou e envolveu os braços ao redor das costas poderosas de Jasim, descobrindo que novamente ele estava lhe proporcionando sensações que ela nunca ousara sonhar que existissem. Violentas ondas de prazer tomaram Elinor, levando-a ao ápice explosivo e deixando-a completamente saciada. Jasim baixou os olhos e fitou seu rosto com admiração.
— Você me levou ao paraíso. — ele declarou enquanto a abraçava. Elinor sentia as fortes batidas do coração dele contra o seu próprio peito e teve que se esforçar para conter as lágrimas de emoção que começavam a brotar nos olhos.
Elinor espalhou beijos carinhosos sobre um dos ombros largos e bronzeados de Jasim, ao mesmo tempo em que guerreava interiormente contra a onda de embaraço que ameaçava derrubá-la mais uma vez.
— Eu preciso voltar para o meu quarto. — ela murmurou, poucos minutos depois.
Jasim a abraçou ainda com mais força. Ele tinha toda a intenção de satisfazer completamente o seu desejo por ela.
— Esta noite você é minha e ficará aqui comigo. — ele declarou em um tom rouco.