segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Esse livro é uma versão contextualizada do livro O Sheik de Edith M.Hull, pra quem leu, com certeza vai achar traços da história, se deliciem com o Trecho do livro " O Sheik" de Anne Herries

Sabia que desejava o que estava a ponto de acontecer entre eles, que estava esperando por esse momento desde que ele a tinha beijado pela primeira vez no deserto.
-Oh, Pasha, Eu amo você. Eu te amo tanto.
Ele inclinou-se para levantá-la nos braços, como fez no dia em que ela quase desmaiou, e levou-a para um quarto que Chloe soube instintivamente que era dela, onde a deitou na cama. Ele se inclinou sobre ela e começou a beijá-la com ternura, deslizando os lábios em seu pescoço, depois em seu rosto e, em seguida, para baixo, onde ele continuou a beijá-la com ardor renovado.
- Tem certeza de que isso é o que você quer? 
Ele perguntou com a voz rouca de desejo, morto de vontade, e ainda dando a oportunidade de deixá-la decidir se deseja. -Não quer que me afaste de você?
-Nunca. prometeu. -Eu quero ficar com você, Pasha. Você salvou a minha vida, e eu te pertenço. Eu quero ser sua... De todas as maneiras que uma mulher pode ser de um homem, eu quero ser sua.
-Você deve ter certeza, minha pequena. ele murmurou enquanto mordiscava o lóbulo de sua orelha, - você está muito segura antes de se entregar a mim. Porque uma vez que você for minha, nunca mais vou deixá-la ir.
-Eu nunca vou querer deixá-lo. Prometeu Chloe quando arqueou seu corpo para ficar mais próxima.
Ele se inclinou sobre ela e acariciou-lhe os lados do corpo, seus quadris, ele passou as mãos sobre as nádegas enquanto a estreitava contra seu corpo, inflamando o seu desejo com a força que empurrava contra seu estômago.
- Por que eu iria deixá-lo se você é tudo que eu quero na vida...? Pronunciou devagar.
-Só queria que você soubesse. ele sussurrou com voz rouca. -Nunca vou deixar você ir... Porque eu te desejo, preciso tanto de você...
As palavras de Pasha encheram Chloe de emoção, feliz e satisfeita com suas carícias apaixonadas. Estremeceu sob suas mãos e também quando ele separou suas pernas e buscou esse lugar secreto que ninguém jamais havia tocado. Estava despertando-a para o prazer, ensinando-lhe o significado do amor como nunca havia entendido antes, elevando-a a um estado de consciência física que dentro de poucos minutos ele tinha transformado em uma massa trêmula e ofegante.
Seus lábios e língua acariciavam como um violinista talentoso pode acariciar as cordas de seu violino, e arrancava suspiros e gemidos, expressões de prazer intenso. Aos poucos entrou nela, e a principio Chloe sentiu dor, uma dor intensa que fez com que as lágrimas chegassem a seus olhos, ele rapidamente cobriu sua boca com beijos e ela mergulhou naquele prazer que só ele poderia dar.
Guiada por sua mão, Chloe chegou a um pico elevado de sensações e de prazer que ela nunca tinha conhecido antes, onde, inevitavelmente, se precipitou num abismo de prazer requintado, envolta em um mar de sentimentos intensos que a abalou até ela chorar de alegria. Nunca tinha sonhado que algo tão maravilhoso pudesse acontecer, e quando o prazer furioso diminuiu, manteve-se agarrada a ele como se não quisesse deixá-lo ir nunca.
Ele a acariciou e acalmou com suas palavras, enxugou as lágrimas e beijou as partes macias de seu corpo até que ela acabou rindo e olhando para ele com expectativa.

trecho do livro : O Sheik que me amou de Loreth Anne White. Vou ser sincera, esperava mais deste livro, achei ele muito fantasioso, não consegui me apaixonar pelo mocinho e a mocinha, aff, confiram, beijinhos minhas florzinhas...


-Sahar! -exclamou meio aliviado, meio furioso.
Ela pôs-se a rir. E aquilo foi como acrescentar gasolina ao coquetel de sentimentos contraditórios que ardia em seu interior. Estava desafiando-o. Brincando com ele. Da mesma maneira que a tinha visto brincar entre as ondas. Ou com sua filha.
E riu. A risada brotou do fundo, reverberando em seu peito, em prazerosa libertação. Jogou a cabeça para trás e lançou uma gargalhada ao céu estrelado, como não fazia desde que era menino.
Jayde seguia rindo enquanto nadava para o interior da laguna. David se excitou mais uma vez: ali estava tentadora, chamando-o como uma sereia, com as dobras do vestido de seda flutuando a seu redor. Tentando a ele, um homem do deserto, para que se reunisse com ela em seu elemento: a água. Que se lançasse às profundezas que durante anos tinha tentado evitar. Porque desde o primeiro instante em que viu seus olhos de cor esmeralda, compreendeu que terminaria sucumbindo e afogando-se neles.
-Vem?
Não pôde resistir aquele chamado de sereia. Assim deixou a segurança da lancha e se lançou à água.
Jayde não se dirigiu para o iate ancorado no centro da laguna, mas se desviou para uma parte rasa. A água lhe chegava até o peito. David ficou de pé e se apressou a reunir-se com ela.
Mas ela seguia tentando-o de longe, flutuando no mar particular de seu vestido de seda, brincando e inflamando seu desejo. Desesperado, tentou agarrá-la. Mas Jayde mergulhou rapidamente, deixando só um rastro de fosforescentes borbulhas.
Olhou para a direita e esquerda. Nada. De repente abafou uma exclamação quando sentiu que segurava suas pernas para emergir diante de si, colada a seu corpo. A seda do vestido o envolveu também, com suas eróticas dobras. A leitosa luz da lua se derramava sobre sua pele. Seu olhar era escuro e misterioso. Seus olhos, mágicos. Os olhos de uma sereia. Olhos de uma mítica criatura sem nome, sem origem, sem lembranças.
Sentia o frescor da água, mas por dentro estava ardendo. Agarrou-a firmemente com uma mão para evitar que mergulhasse de novo. E com a outra se dedicou a acariciar o elegante perfil de seu pescoço, aquele pescoço que tanto tinha admirado quando a velou durante sua convalescença. Ela respondeu apertando-se a ele e deslizando uma mão por seu peito nu, os dedos bem abertos, para descer lentamente para seu ventre. E mais abaixo. Estava insuportável e dolorosamente excitado, rígido no tecido das calças.
David se concentrou então em baixar uma parte do vestido, despindo um seio. Um seio brilhante e branco como leite. Conteve o fôlego, tocando o mamilo com a ponta dos dedos. Sentiu-o endurecer imediatamente, em resposta. Inclinou a cabeça e procurou a rosada ponta com os lábios. E começou a lamber e suga-lo com avidez. Tinha ansiado fazer aquilo desde primeiro dia que a descobriu na praia. Desde que a esteve observando enquanto jazia inconsciente na cama, com seu peito subindo e baixando sob a branca camisa de algodão. Desde que sentiu o leve roçar daqueles seios contra suas costas nuas quando montaram os dois em seu cavalo.
Mas o prazer transcendeu em muito tudo o que tinha podido imaginar. Capturou um mamilo entre os dentes e o mordiscou brandamente.
Ela gemeu, arqueando as costas, apertando-se contra ele, oferecendo-se por inteiro. Sua reação o inflamou ainda mais. Deslizou os lábios ao longo de seu pescoço, lambendo a pele salgada, fazendo-a retorcer de necessidade.
De repente a segurou pela da nuca, elevando o rosto para apoderar-se de seus lábios. Com um grunhido, explorou com a língua o doce interior de sua boca. E ela respondeu solícita, com a língua indo ao encontro da sua. Aquilo fez estalar seu mundo em um vertiginoso arco íris. Estava se enchendo de luz, de gozo, de felicidade. Enchendo um vazio interior que nem sequer sabia que existia. Afastou-se, consternado, sem fôlego.
-É real? -sussurrou-. Ou é uma imagem conjurada pelo mar? -em seu delírio sensual, quase acreditava nisso.
-Posso ser o que você quiser que seja, David.
-Quero que seja minha -murmurou contra seus lábios. «Minha Sahar», acrescentou em silêncio.
Jayde não queria começar a pensar no que estava fazendo. No que estava fazendo a ela. Suas resistências tinham ficado destruídas e naquele momento estava completamente indefesa frente à poderosa força que as tinha abatido. Simplesmente se achava prisioneira do presente, do desejo, da desesperada paixão que sentia por aquele homem.
O único podia fazer era entregar-se. Ser sua Sahar. Porque no mais profundo de seu ser, de fato tinha se convertido em Sahar. Uma mulher com sentimentos, apaixonada, com o coração cheio de amor. Uma mulher que tinha desaparecido muitos anos atrás, vítima de uma terrível experiência. Até agora. Porque, naquele momento, ansiava desesperadamente recuperar tudo o que tinha perdido. Olhou-o. O desejo esticava seus rosto, iluminando seu olhar.
-Tome, David -sussurrou-. Tome.
Beijou-a avidamente, e ela correspondeu a sua urgência, com sua língua indo novamente ao encontro da sua, suas mãos desabotoando suas calças sob a água... até que sentiu seu membro sob os dedos, quente e duro em contraste com o frescor da água. E David já não pôde deter-se. Foi como uma tormenta rápida, furiosa, desesperada. Embaixo das dobras do vestido que seguia flutuando na água, rasgou sua calcinha.
Ela enredou as pernas em torno de sua cintura.
David se apoderou uma vez mais de sua boca, exigente. Viu que arqueava as costas e abria ainda mais as pernas, desejosa de senti-lo dentro. Sustentando-a pelas nádegas, entrou nela ao mesmo tempo em que a atraía para si. Estava quente, duro contra sua sedosa suavidade. Grunhindo, afundou-se ainda mais profundamente.
Jayde perdeu o fôlego. O contraste de temperaturas em seu interior elevava ao máximo cada sensação, despertando até a última terminação nervosa. Seu corpo gritava em um gozo delirante, calado. Mal podia respirar. Cada movimento, cada profunda investida a elevava mais alto, afundava-a no clímax mais absoluto. Entre os dois tinham formado um vertiginoso redemoinho, levantando ondas que se frisavam luminosas nas escuras águas da laguna.
Sentia-se a ponto de explodir. Uma desesperada necessidade de gritar ao ar da noite subiu por sua garganta. Podia sentir toda a longitude de seu membro incendiando-a cada vez mais, a cada momento. E quando o sentiu estremecer, soube que estava perto.
Esse descobrimento foi a gota que encheu o copo. Sua vista nublou. Cega, deslumbrada, ondas escarlate explodiram em seu cérebro, coloriram sua mente. Seu corpo se balançou sobre o seu ao compasso das poderosas contrações. Até que David alcançou o orgasmo, vertendo-se nela com uma violenta convulsão final.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Trecho do livro ©O Príncipe do Deserto – ©Sarah Holland, esse livro me deixou com uma vontade de esfolar o sheik,que homem mais arrogante, e ela muito mimada, no fim amei o livro.


Subitamente ele tirou os véus e a capa que a cobriam. A túnica diáfana revelava os seios firmes e cheios, a cintura fina, o ventre liso, as pernas longas e esguias e o triângulo dourado entre elas.
— Ah, sim... — Os olhos de Suliman escureceram. — Sim!
— Não. Eu não quero...
— Sim, Sheba, você quer! — Ele começou a acariciar os seios, deixando-a trêmula e excitada.
— Por favor... — ela implorou os lábios secos, as pernas débeis. — Estou indefesa. Não posso fugir...
— Você não quer fugir! — Suliman começou a baixar lentamente a cabeça, fazendo com que o sangue ardesse por todo seu corpo. Beijou-a, e ela, instintivamente o abraçou pelos ombros. Uma doce fraqueza a invadiu e ela se viu cor­respondendo apaixonadamente ao beijo, sua respiração se misturando à dele num calor erótico, os gemidos traindo-a conforme o beijo se aprofundava.
Quando Suliman se inclinou para sugar-lhe o mamilo, Bethsheba quase gritou de prazer. Suas mãos trêmulas ti­raram o turbante e mergulharam entre os cabelos negros e espessos.
As mãos fortes deslizaram para seu ventre, a tensão paralisando-a.
Suliman se deteve por um momento, voltou a fitá-la e sua boca tornou a possuir-lhe os lábios. De repente, segurou-lhe as nádegas e a atraiu contra sua virilidade.
— Oh, Suliman... — ela gemeu alto. — Suliman...
— Você é minha! — ele murmurou rouco, erguendo-a nos braços.
Carregou-a para o leito e a acomodou entre os lençóis de cetim. Deitou-se imediatamente a seu lado, beijou-a.
Agora a despia lentamente, torturando-a com sua pró­pria excitação. Examinava os seios desnudos antes de tornar a sugá-los, e Bethsheba arqueava o corpo, querendo mais e mais.
Suliman fechou os olhos, sorriu e aceitou o que ela ofe­recia. Quando começou a lhe acariciar as pernas, Bethshe­ba corou de vergonha e antecipação. Ansiava por senti-lo em sua pele, nu sobre sua nudez.
A paixão se intensificava. Bethsheba instintivamente se movia, lenta, sensual e ritmicamente contra a coxa que se­parava suas pernas. Ele a beijava, as mãos em seus qua­dris, movendo-os para cima e para baixo. Enquanto seus gemidos o tornavam mais forte e potente, ela se sentia mais fraca e impotente.
Possua-me, gritava em sua mente. E Bethsheba lutava pa­ra não gritar, para acalmar o coração descompassado.
— Agora a rainha verá seu rei. — Suliman a soltou re­pentinamente. Bethsheba olhava com medo e prazer, as rou­pas sendo jogadas ao chão, peça por peça. Era a primeira vez que o via inteiramente despido, que poderia tocar aquele corpo moreno, musculoso, que tantas fantasias lhe des­pertara.
— Estou com medo — ela sussurrou ao sentir os lábios quentes deslizarem por seu pescoço. — Por favor, não me machuque.
— A garota precisa morrer para que nasça a mulher — ele arquejou. — Meu amor... Meu amor... — Ele começou a penetrá-la.
Bethsheba gemeu roucamente. Sua agonia o fez parar e fitá-la em busca de controle. Penetrou-a mais um pouco e ela começou a se debater como vítima de um sacrifício pagão.
— Mova-se com a dor! — ele dizia a respiração entrecortada. — Mova-se!
— Não posso! Pare! Pare!
Ele apertou os lábios e fechou os olhos. Não conseguia parar. Movia-se cada vez mais profundamente. Conforme seus gritos eram ignorados, Bethsheba tentou fazer o que ele dizia. Começou a se mover lentamente a princípio, depois com rapidez.
Então aconteceu. Como uma lâmpada que se apaga, a dor desapareceu e o desejo retornou. Os dois se moviam como animais no cio, a pele úmida de suor, os gemidos guturais e selvagemente excitantes. O amor explodia como uma onda na rebentação. Ela o beijava, tocava-o no rosto, nos cabelos, nas costas e sentia a tensão em seu ventre clamar pela saciedade. Sentia amor, raiva e ódio. De repente, sen­tiu que o ar era extraído de seus pulmões, que seus olhos reviravam sob as pálpebras, espasmos violentos levando-a a um êxtase interminável.
O mesmo aconteceu com Suliman em seguida. Ele come­çou a gemer o corpo a contorcer e tremer. Os gritos de pra­zer se misturaram aos dela e Bethsheba finalmente abriu os olhos. Era maravilhoso e excitante vê-lo fora de controle, totalmente seu.
O fogo da paixão finalmente se extinguindo, Suliman des­cansou a cabeça sobre seu colo. Ela o enlaçou em silêncio. A dor fora rapidamente esquecida. Ela se transformara de princesa em rainha.
Não adiantava mais negar, nem mentir a si mesma. Não agora, nua e exausta no círculo daqueles braços. Não po­deria mais confundir as emoções. Não era ódio, medo ou atração física; era amor.
— Minha querida, você morreu como uma rainha. — Suliman tocou-a levemente no pescoço.
— Sou uma mulher agora? — Ela riu. — Deixei de ser menina?
— Uma mulher completa, como soube que seria desde que a vi pela primeira vez. — Ele beijou-lhe a boca. — Es­tes lábios vermelhos me convidavam, este corpo maravilhoso me tentava e estes olhos dourados me desafiavam...
— Poesia árabe ou simples lisonjas?

sábado, 8 de janeiro de 2011

Mais um livro gostosinho de ler. Trecho do livro: ©Nas Asas da Paixão – ©Bárbara McCauley

— Você queria ouvir a verdade — murmurou. — Essa é a verdade. Quero fazer amor com você, Nick. Quero sentir seus lábios colados aos meus, e suas mãos em minha pele. — Agarrou-lhe a camisa, puxou-a para fora da calça e colocou as mãos no peito dele. — E acima de tudo... — sussurrou, roçando os lábios levemente nos dele — ...acima de tudo, quero senti-lo dentro de mim.
Por um instante, Nick pensou que tinha ouvido errado, e que simplesmente imaginara-a pedindo para que fizessem amor. Ele não queria falar nem se mover, pois se o fizesse, temia que Maggie desaparecesse, e ele acordasse de um lindo sonho. E que sonho! A mulher que estava em seus braços possuía belas curvas, pele macia, e um perfume feminino e muito sensual. As mãos dela acariciavam-lhe o rosto, e os olhos verdes brilhavam ao aproximar o rosto do dele.
— Beije-me, Nick. Por favor — pediu com a voz rouca. Ele não precisou de um segundo pedido. Com um gemido, cobriu os lábios dela com os seus, faminto. Ela o abraçou e os seios roçaram o peito de Nick, fazendo-o gemer outra vez. Beijaram-se com a paixão de uma vida inteira de desejo reprimido.
— Maggie... — murmurou, beijando-a no pescoço. — Você faz idéia de quanto a desejo? Faz idéia de como estou louco por você?
A resposta foi um suspiro sensual. Inclinou a cabeça para trás, oferecendo-lhe o pescoço para as carícias. Nick explorou a região com beijos delicados, passando do pescoço para o colo e depois para os seios, deixando-a com a respiração acelerada.
Cada instinto primitivo de Nick dizia-lhe para possuí-la imediatamente, entretanto, ele queria muito mais de Maggie, mais do que desejara em qualquer mulher. Tinha a sensação de finalmente ter encontrado seu porto seguro, e segurá-la nos braços e amá-la era-lhe algo tão natural quanto respirar.
Maggie girou o corpo e encostou-se em Nick. Ele gemeu de novo ao ver o desejo estampado no rosto dela. Carregou-a para a cadeira, retirou a própria camisa e fitando-a, começou a desabotoar os botões do vestido de Maggie, um por um. A pele revelou-se pálida em contraste com o sutiã preto de rendas.
— Sabe o quanto é bonita? — indagou, segurando-a pela cintura. A pele estava quente e sedosa. Afagou-lhe o ventre e passou as mãos sobre os seios, fazendo-a estremecer. — Sabe, Maggie Smith?
Maggie tentou responder, mas não conseguiu dizer nada. Sentia um calor insuportável pelo corpo causado pelo desejo que ansiava por ser satisfeito. Fechando os olhos, apoiou a cabeça na cadeira, sentindo a massagem dos dedos dele ao redor dos seios.
Nick inclinou-se e beijou-lhe um mamilo. Maggie gemeu e deliciou-se com as ondas de prazer que explodiam sem controle, entregando-se a ele como fizera anos atrás.
Finalmente ele retirou o sutiã de Maggie, expondo os seios firmes, com mamilos rígidos. Lambeu-a e beijou-a, causando um prazer tão intenso que chegava quase a doer. Maggie passou as mãos pelos cabelos dele e puxou-o para perto.
— Nick, por favor... Preciso de você.
— Preciso de você também, princesa. — Segurou-lhe o quadril com as mãos. — Desejei esse momento durante muito tempo, você é minha, Maggie. Temos a noite toda, e não pretendo perder nem um precioso minuto, mas não vamos nos apressar.
As palavras dele foram perturbadoras e excitantes ao mesmo tempo. Maggie achou que não suportaria a deliciosa tortura de beijos e carícias. Enquanto a boca macia e a língua quente faziam maravilhas em sua pele, Nick levou uma mão até o interior das coxas dela, deslizou pelas pernas até os pés e retirou-lhe os sapatos. Depois voltou pelo mesmo caminho e soltou as meias de seda da cinta-liga.
 
As pernas dela eram longas e macias, feitas para as mãos de um homem, pensou Nick. Suas mãos. Ele precisou lutar muito para manter o desejo sob controle enquanto beijava-lhe as coxas e retirava-lhe a calcinha.
Gemendo, Maggie agarrou-o e puxou-o para perto, beijando-o nos lábios. Os corpos se aproximaram mais, e juntos encontraram o mesmo ritmo sensual. Ela passava as mãos pelas costas musculosas e pelo peito cabeludo. Ele sabia que estava cada vez mais difícil manter o autocontrole, principalmente quando Maggie levou as mãos até os botões da calça dele, ajudando-o a retirá-la.
Nick estava com a respiração ofegante. Afastou-se dela, carregou-a no colo e levou-a para a cama. Maggie enlaçou-lhe o pescoço e beijou-o. Os dois deitaram-se na cama, e rolaram entre braços e pernas, lutando para retirar o restante das roupas enquanto se beijavam e trocavam carícias. Mesmo quando Nick procurou pela precaução necessária na mesa-de-cabeceira, manteve os olhos fixos nela. Maggie estava corada, e os olhos demonstravam o desejo intenso.
Desejo por ele, compreendeu Nick, puxando-a mais para si.
— Nick.
Maggie ofereceu-se, e o som de seu nome nos lábios dela aumentaram ainda mais sua excitação, se é que era possível. Nick perdeu de vez o controle e posicionou-se entre as pernas dela, fitando-a enquanto a penetrava. Ela ergueu o corpo para recebê-lo, fazendo-o gemer com a mistura de prazer, dor e surpresa. Ele tinha necessidade de senti-la ainda mais, e com maior intimidade, mas com grande esforço, começou a separar seus corpos novamente. Queria que aquele momento durasse para sempre.
Nick abraçou-a, aproximou o rosto e beijou-a suavemente. Maggie enlaçou-lhe o pescoço e puxou-o mais para perto, beijando-o com tamanho desespero que o deixou sem fôlego. Havia algo familiar naquela mulher, mas, naquele momento, ele não podia raciocinar.
Ele começou a se mover, a princípio lentamente, e então, penetrou-a com firmeza, fazendo-a estremecer e gemer. Quando ela murmurou seu nome, Nick não se conteve mais. O fogo da paixão os consumiu, e ambos atingiram o prazer que tanto buscavam.
Maggie não podia se mexer nem conseguia pensar. Teve a nítida sensação de estar flutuando, e finalmente encontrou a paz após cinco anos.