quarta-feira, 3 de abril de 2013

Trecho do livro "Um homem honrado" by Ivonne Lindsay - Série homem do mês/ Harlequim desejo



Loren acariciou gentilmente a barba por fazer de Alex. Ela lentamente ficou na ponta dos pés e pressionou seus lábios nos dele. Suavemente, timidamente, beijou-o. Para seu desgosto, Alex ficou passivo. Na incerteza, ela começou a afastar a mão, mas a mão de Alex disparou, a fim de mantê-la em seu rosto.
— Não brinque comigo, Loren. Até eu tenho limites.
— Eu... eu não estou brincando, Alex.
Ela se esticou para beijá-lo novamente, desta vez sentindo a força dos lábios sob os dela. Loren tracejou a boca do marido com a ponta da.língua, sentindo-se subitamente mais ousada do que nunca. Ele era um homem que tinha tudo e a queria de graça. Isto era tudo que podia dar a ele: seu amor.
Alex a envolveu com os braços, puxando-a contra sua forma masculina, mostrando-lhe em termos inequívocos que estava mais do que preparado para aceitar o que Loren tivesse a oferecer. Ela passou as mãos ao longo dos ombros dele, adorando sentir seus músculos por baixo do toque de seus dedos. O corpo dele queimou junto ao dela, fazendo com que a regata leve de verão e o short de algodão que usava para dormir ficassem grudados em sua pele.
Loren se agarrou a ele, querendo mais, ainda sem entender do que precisava. As
mãos fortes deslizavam por suas costas e alisavam seus quadris, segurando-os e a pu-xando contra ele. Loren inclinou uma parte de seu corpo, que doía de tanta excitação. Um fluxo de prazer irradiou dentro dela quando Alex pressionou sua excitação no corpo de Loren. Ela sentia crescer o calor e a umidade.
Ele a puxou novamente e flexionou os quadris contra o corpo feminino, começando em um ritmo que fez com que o corpo inteiro de Loren pulsasse de desejo. Ela deslizou as mãos pelo pescoço de Alex e agarrou-lhe os cabelos pretos, puxando o rosto dele em direção ao seu, querendo absorver cada parte dele da melhor forma que pudesse.
— Levante suas pernas e coloque em volta da minha cintura — Alex falou com a voz vibrando de desejo.
Através da névoa de paixão que se concentrava em seus sentidos, apenas ao sentir o toque e o gosto dele em seus braços, ela conseguiu cumprir a ordem de Alex. Ele andou até a cama e a deitou nos lençóis, ainda amarrotados da noite anterior. Sem perder o contato físico, ele se deitou com ela; seus corpos estavam alinhados perfeitamente, as pernas dele enrascadas nas dela.
Os seios de Loren doíam, estavam inchados dentro da camiseta de algodão, os bicos endurecidos pressionando o peito de Alex. Nesse instante, ela começou a odiar a barreira entre eles. Como se pudesse ler a mente dela, Alex colocou as mãos na borda da camiseta de Loren, tirando-a pela cabeça e expondo-lhe os pequenos seios, o que a fez corar.
— Tão perfeitos... — ele murmurou, quando traçou o esboço do primeiro mamilo rosado; então fez o mesmo com o outro, usando os dedos.
Ela observava sem conseguir falar ou se mexer, enquanto ele umedecia os dedos com a língua e refazia os movimentos. Um arrepio percorreu-lhe o corpo, levando um pequeno sorriso ao rosto de Alex. Então ele trouxe seus lábios para o broto endurecido e imitou com a língua o movimento de seus dedos.
Outro arrepio dominou-lhe o corpo, desta vez intensificando o prazer, uma reação que fez com que os lábios de Alex inchassem e sugassem os mamilos de Loren vigoro-samente. Ela quase pulou da cama, com o corpo arqueado para ele querendo tudo que Alex podia lhe dar. Ele a pressionou contra o colchão com os quadris, e ela enroscou as pernas ao redor dele, esfregando as solas dos pés no tecido escorregadio do pijama macio e sensual.
Alex sentia seu corpo mais forte, mais firme e com uma energia vibrando do lado de dentro, que a excitava tanto mental quanto fisicamente. Loren sabia o que ainda esta-va para vir, sabia que haveria desconforto e possivelmente até dor, mas também sabia no fundo de sua alma que isso era totalmente certo. De todos os outros, Alex era o único homem com quem poderia ter essa intimidade.
Ela ofegou em voz alta quando ele passou os dentes sobre seu mamilo, concedendo a mesma atenção para o outro do par. Achou que fosse enlouquecer com as sensações que Alex conseguia obter de seu corpo, ao deslizar a língua pela curva de seus seios, enviando ondas de arrepios a sua pele.
Apesar do ar quente, ela sentia calafrios. Depois de as mãos de Alex travarem um embate com o cordão do short de Loren, ela sentiu o arco afrouxar e o tecido começar a ceder. Alex ficou de joelhos e jogou o short dela longe, expondo a mais profunda intimidade de seu corpo a seu olhar ardente.
Loren se sentiu uma devassa sob o poder do olhar de Alex e se contorceu sobre os lençóis, saboreando a sensação da maciez do algodão sob a pele nua de suas nádegas. Os movimentos dela causaram um rubor no alto das maçãs do rosto de Alex, fazendo com que os olhos dele escurecessem ainda mais. Ele a segurou, pressionando seus quadris firmemente com suas grandes mãos; seus dedos estavam espalmados totalmente sobre a pele de Loren, então ele baixou o rosto para o V no ápice de suas coxas.
Ela ficou tensa, sem saber o que esperar. Toda a tensão fluiu de dentro dela, quando ele apertou os lábios com uma precisão infalível no ponto central. Ela sentiu a língua dele deslizar suavemente sobre seus nervos sensíveis, o que fez com que perdesse o senso de realidade. Várias vezes, a língua tomou posse dela, devagar no início, em seguida mais firme, até que achou que não conseguiria mais agüentar. Ele fechou a boca sobre esse ponto e sugou, assim como tinha feito com seus mamilos, instantes atrás. A sensação se estilhaçava pelo corpo de Loren, num primeiro momento afiada e, em seguida, em ondas crescentes de puro prazer, alcançando um ápice de sentimento que ela nunca sonhou ter. Seu corpo inteiro ficou tenso como um arco, antes de cair de costas contra a cama, fraca, desgastada, saciada.
Loren sentiu os movimentos de Alex, ouviu o deslizar do tecido, quando ele arrancou o pijama. Ela abriu os olhos quando ele se ajoelhou diante de suas pernas aber-tas, e viu como ele acariciou a mão da base até a ponta de sua virilidade. Alex posicionou-se em sua entrada e ela sentiu o calor, bruscamente, explorar a sua pele.
Uma flecha de medo a dominou.
— Eu não... quero dizer, eu nunca...
— Shh — Alex disse suavemente. — Eu sei. Vou tomar cuidado com você, Loren. Confie em mim.
Ela fixou o olhar nele, em busca de qualquer indício de que não estivesse sendo verdadeiro; mesmo agora quando estavam deitados juntos, o passado permanecia entre eles.
— Confio em você, Alex.
— Esta é a minha garota — ele respondeu.
Ele se inclinou e a beijou, fazendo com que sua língua se emaranhasse na dela. Loren recebeu sua invasão, focando seus sentidos na combinação e essência do beijo que pertencia inteiramente a ela.
Loren o sentiu empurrando os quadris lentamente contra os dela. Ela retesou involuntariamente, sem saber como iria acomodá-lo, mas então ele desistiu e fez a mesma coisa de novo, dessa vez, explorando um pouco mais, esperando um pouco mais. Com seu corpo moldado ao redor dele, num primeiro momento ela sentiu um incômodo, mas depois não. Sentia tremores pelo corpo quando ele se mantinha parcialmente dentro dela. O próximo movimento de Alex fez com que entrasse nela um pouco mais.
Uma nova sensação começou a crescer, algo que exigia mais, exigia mais dele, tanto que quando ele se colocou por inteiro, ela teve de ignorar a nítida lágrima de dor e agarrar seus quadris, insistindo para continuar. Com nenhuma barreira a impedi-lo, Alex aprofundou seus movimentos, levando Loren, mais uma vez, em direção ao prazer crescente, cujo epicentro estava escondido dentro dela.
Ele ganhou força, e Loren viu seu corpo se unir ao dele, impulso após impulso, ambos alcançando o auge sombrio de seus desejos. Então ele irrompeu em cima dela, onda após onda, maior e mais profundo que antes. Um grito de puro prazer saiu dos lábios de Loren, à medida que Alex liberava seus fluidos, antes de cair ao lado de seu corpo. Depois de fazer amor, Loren se entregou ao cansaço delicioso que se espalhou por seus músculos e suas terminações nervosas. Ela sabia do prazer físico, mas nunca sonhou que poderia ser assim. Loren arrastou os dedos para cima e para baixo pela coluna suada de Alex e, neste momento, o amou mais do que nunca.


domingo, 2 de setembro de 2012

Meus queridos leitores,
Por motivo de força maior não tenho postado nenhum arquivo, dentro de alguns dias estarei retornando novamente as minhas atividades. Espero a visita de vocês. Beijos a todos.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Uma noite em teus braços by Cacilda Tanagino



https://www.clubedeautores.com.br/book/130999--Uma_Noite_em_Teus_Bracos
A urgência deles se misturava ao barulho dos zíperes descendo, botas sendo arrancadas, ele a despiu tão logo também o estava; então a ergueu como uma pluma nos braços e a levou para o quarto. Era um sonho, aquilo não podia estar acontecendo, há muito tempo não tocava uma mulher como ela, toda macia, o perfume dela era embriagador, ele se sentou na cama diante dela e lentamente começou a beijá-la, levantou seus cabelos sedosos alcançando as curvas de seu pescoço e foi marcando a trilha do prazer, ele estava louco, mas não poderia voltar atrás, o que estava ali era um presente dos deuses e ele iria aceitar o que estava escrito. Deitou-a devagar em seus braços para sugar-lhe os seios e sentir a suavidade de seu abdômen, nunca tivera algo tão majestoso assim, lentamente foi descendo suas mãos para o triângulo do prazer localizado abaixo, ela se retraiu ante o toque, ele sorriu e voltou beijá-la como que chicoteando sua pele com a língua, foi emocionante sentir a umidade quente no meio das pernas dela, ele sabia que ela estava pronta, mas ele queria mais, então voltou a beijá-la e a acomodou em cima do colchão, enquanto descia para o meio daquele triângulo, ela percebeu a intensão, tentou lhe segurar a cabeça, com um sorriso baixo ele a olhou, ela meio que entorpecida, perguntou o que ele pretendia, ele não respondeu voltou a beijá-la, e de repente ela já estava acariciando os cabelos dele enquanto a sugava deliciosamente, ela se entregou, deixou-se ser levada por aquela insensatez e se pegou gemendo como uma gata no cio.  “Perfeito” ele pensou, enquanto voltava a lhe acariciar os bico dos seios, duros como pedras, àquilo era volúpia do prazer; era isso, ambos já não tinham mais o controle da situação, ele sentiu que estava próximo de explodir, mas se segurou, precisava eternizar aquele momento, foi uma tortura para ele ao se introduzir dentro dela, ela era magnífica, encaixou-se perfeitamente em seu membro como se fosse uma única peça, seu quadril acompanhava sua cadência como as ondas do oceano, ele se desligou completamente por um momento só sentindo a reação do seu corpo naquela mulher, ela ia e vinha junto dele, remando, remando, então involuntariamente, ele a girou deixando-a numa posição de quatro, quando observou aquele trazeiro todo duro empinado ele ficou louco, agarrou-a pelos cabelos e a montou como um cavaleiro e ela correspondeu às investidas como uma verdadeira amazonas, ele estava embriagado, ora beijando, ora mordendo-lhe o pescoço, ora massageando-lhe os seios, ora massageando-lhe o triângulo quente no meio das pernas, então já não restava mais nada para eles, o êxtase já estava além do limite, explodiram em um gozo frenético.
Ao longo de sua vida sexual, ele nunca tinha estado com uma mulher tão receptiva assim, ela o levara aos píncaros do prazer, aquilo tinha que ser repetido novamente.  Ainda assustada, ela jamais imaginou que poderia ter tanto prazer com um homem da forma com teve. A respiração de ambos estava descompassada, nada passava na cabeça deles exceto a onda de prazer magnífica que sentiram.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Trecho do livro A Fugitiva do Harém de Mary Lyons

  Ah! esperava mais do livro, o casal tem uma série de conflitos , algumas interferências de terceiros, mas tudo muito rápido, faltou pega, apesar de ter sido uma leitura agradável... faltou emoção!!!!!! Mesmo assim recomendo a leitura...





Ele ignorou os protestos de Leonie e a segurou pela cintura. Depois, com movimentos sensuais, despiu-a e percorreu com os lábios o pescoço e os seios da esposa. Ela tentou, de todos os modos, escapar da sedução de Badyr, mas ele a prendia com força entre os braços. No momento seguinte, já sem a toa¬lha no corpo, deitou-a sob seu corpo másculo.
— Muito bem, querida. Vamos ver quanto tempo você resiste, antes de implorar para que eu a possua, hein?
— Nunca! Você é muito arrogante, Badyr. Eu não serei sua. Pode ficar certo disso.
— Sou um homem paciente, Leonie. Afinal de contas, esperei por cinco anos, e alguns minutos a mais não farão diferença.
— Eu te odeio! Você é desprezível — ela exclamou com os olhos cheios de lágrimas.
— Não, minha querida, você não me odeia. Pelo contrário, me deseja e muito!
Os lábios de Badyr pousaram sobre os dela, num beijo tão apaixonado que lhe tirou as forças. Por um bom tempo Leonie resistiu às carícias do marido, mas quando ele lhe tocou a parte úmida e quente entre as coxas, o prazer foi tão intenso que todas as suas defesas caíram por terra. Com as emoções à flor da pele, ela sabia apenas da necessidade de se entregar à onda de desejo e sedução que aquele homem lhe proporcionava.
— Badyr!
— O que é, meu bem? — ele não cessava de acariciá-la, devagar, aumentando a agonia da espera.
— Badyr... por favor!
— Você me quer, Leonie?
— Não... sim... Badyr, não me torture assim...
Com um sorriso triunfante, ele a possuiu finalmente, deixando que as sensações guardadas na memória por tantos anos se tornassem de novo reais.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Trecho do livro Coração Rebelde de Lynne Graham

..."Ele libertou-a do sutiã e acoplou os seios dela nas palmas das mãos, para sentir-lhes a maciez. Depois, os massageou com habilidade até culminar com os botões róseos aprisionados entre os polegares e o indicador. Ela arfou, e ele começou a provocar os mamilos intumescidos com a língua até que ela gemesse de agonia.
— Eu adoro os seus seios — ele atestou com a voz rouca. — Eles são firmes e fartos apesar da sua estrutura delicada. Jemima enlaçou-lhe o pescoço e arqueou a espinha enquanto a sensação de ansiedade no baixo ventre aumentava.
Ele a forçou gentilmente a se deitar novamente e abocanhou os botões rígidos. Em seguida, desceu uma das mãos até o centro umedecido entre as coxas macias de Jemima, e com dois dedos acariciou-lhe a intimidade por cima da calcinha.
Ela liberou um gemido e remexeu os quadris em sinal de encorajamento. Jemima o desejava tanto que estava cada vez mais difícil esperar.
— Você faz ideia de quantas vezes eu fantasiei esse momento nas últimas semanas?
Essa foi a pergunta de Alejandro enquanto lhe despia a calcinha. Com um joelho, obrigou-a a apartar as pernas. Os olhos famintos exploravam a extensão do corpo feminino que tremia com excitação. Em seguida, ele se inclinou e tomou-lhe os lábios com tamanha fúria, que ela sentiu como se estivesse sendo consumida pelo calor abrasador da boca masculina. Então, elevou os quadris em uma súplica muda para que ele a invadisse sem demora.
— Oh, por favor... Alejandro.
— Só mais um pouco... Eu quero apreciá-la primeiro. — E, dizendo isso, ele massageou o ponto sensitivo da feminilidade com vigor e assistia as feições do rosto dela se contorcerem de prazer.
— Não fique me olhando! — Ela protestou enquanto sofria o doce tormento das manobras dos dedos grossos e ágeis.
Alejandro prosseguiu a carícia que a enlouquecia. Ele sabia precisamente os pontos que deveria tocar e a exata pressão que a agradava.
Ela gritou e os olhos se alargaram com o prazer que finalmente atingiu o ponto crucial. O clímax foi tão intenso que ela quase perdeu ò fôlego enquanto arfava de satisfação.
Alejandro estendeu um braço e alcançou a mesinha de cabeceira. Abriu a gaveta e retirou um preservativo. Não queria correr o risco de que ela engravidasse outra vez. Jemima espiou enquanto ele protegia a ponderosa ereção e sentiu o corpo estremecer pela ansiedade de senti-lo dentro dela. O orgasmo que sentira pouco antes não a satisfizera da maneira apropriada.
Alejandro se encaixou entre as pernas dela e Jemima elevou os quadris para ajudar na penetração. E, quando ele a preencheu de maneira lenta para adequar a musculatura, tênue à potente rigidez máscula, ela começou a instigá-lo através de murmúrios encorajadores.
Alejandro acelerou as estocadas e liderou o movimento rítmico que ela acompanhava com perfeição. Ela adorava o arrojo dele e as vigorosas investidas. Sentia o coração se acelerar de acordo com os movimentos frenéticos. Até que, em algum ponto da louca jornada, ela gritou enquanto o corpo se convulsionava por um segundo clímax. Alejandro a seguiu alguns instantes depois, ao mesmo tempo em que um uivo rouco ecoava de sua garganta.
Ambos desmaiaram de exaustão e ficaram imóveis por um longo tempo.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Trecho do livro Doce Traição de Alexandra Sellers

Lágrimas ardiam-lhe nos olhos.
— Salah — ela suspirou. — Oh, Salah.
E naquele sopro ele estava ali, duro e real, seus braços fortes apertando-a num abraço súbito e violento contra seu peito nu.
— Sabia que você viria — ele rosnou, e, no momento em que ela protestava, seus lábios desceram duros e possessivos, sobre os dela. Ele a beijou até o protesto tornar-se um gemido de entrega, até a mão que o empurrava se derreter submissamente contra seu peito, subir e envolver-lhe o pescoço. Depois, ele apegou nos braços e levou-a até a cama.
Deitou-a entre os lençóis amarfanhados sem tirar nem por um instante, a boca da sua. Com uma das mãos, ele arrancou o sarongue, a única roupa que vestia, liberando a carne rija e ardente para se apertar contra a coxa de Desi quando se atirou a seu lado.
Ele estava consumido de desejo. Era um tolo, mas isso tinha sido inevitável desde o primeiro momento em que a viu. O poder dela sobre ele só tinha aumentado com o tempo e a ausência, embora ele pensasse que fosse o contrário. Agora, a memória conspirava com aquela sensualidade linda para a sua queda.
Mas, pelo menos, ela cairia com ele; ela também estava perdida...
Ela jamais sentira tanta violência em um beijo. Os lábios dele a devoravam, ateando fogo em seu sangue. Ele a deitara na cama e esticara o corpo a seu lado sem tirar a boca da sua.
Uma das mãos dele acariciava-a e segurava a gola da camisola. Depois, houve o ruído de tecido se rasgando, e o ar fresco soprou sobre seu seio por um instante, antes de o fogo da mão dele agarrá-lo e afagá-lo.
Sua carne foi queimada pelo desejo ardente do toque dele. Seu corpo se arqueou sob aquele beijo e ergueu-se ansiosamente contra a palma ávida que lhe envolvia o seio.
A mão dele então deslizou do seio, moveu-se pelas suas costas, sua barriga, seu quadril, descobrindo e definindo ao mesmo tempo. Depois, a mão se moveu para a sua coxa, e ele espalmou seu sexo numa posse violenta. Ela derreteu, como se apenas aquele gesto de afirmação de posse fosse o suficiente para levá-la ao clímax.
Ele começou a acariciá-la, com os dedos quentes, fortes e experientes, e seu corpo se ergueu loucamente para o prazer daquele toque. Ela choramingou de prazer e desejo, os sons que ele lembrava, e ele ainda assim não afastou a boca fa¬minta, mas bebeu aqueles miados como vinho.
Ela então abriu mais a boca, enquanto o prazer crescia, e ele enfiou a língua naquele vazio tépido, até o assalto duplo deixá-la soluçando de prazer.
Ele afastou a boca e levantou a cabeça, olhando-a no rosto por um momento longo e torturado antes de voltar a beijá-la, mergulhando em sua boca, faminto, devorando-a.
Ela estava em fogo, derretida, um vulcão de ânsia. Um incêndio de desejo ardia nela, consumindo-lhe os pensamentos, a razão, tudo, menos o fato de que ele estava lá, e ela precisava dele.
O corpo dele era esbelto e urgente contra o seu, como se pela necessidade de anos, e sua mão achou e envolveu a carne rija, ansiosa, e o gemido dele ressoou-lhe nos nervos, aumentando ainda mais seu prazer.
A seda da camisola dela continuava a contrariá-lo. Ele se afastou de Desi, agarrou o tecido com ambas as mãos e rasgou até abri-lo de alto a baixo.
Agora, ela estava deitada ali com o corpo exposto à luz do abajur, exposto ao fogo do olhar dele, a garganta arqueada num convite enquanto ela o olhava. Os olhos dele percorreram avidamente aquela perfeição: cabelos, olhos, boca, seios, cintura, quadris, sexo, coxa, tornozelos... sexo.
Ele a puxou contra si, então, todo o comprimento da pele nua dela alinhado com a dele, e seus braços a envolveram. O rosto dela se aninhou no oco do ombro dele, enquanto a mão dele se curvava por trás de suas coxas e entre elas. Suave¬mente, os dedos dele deslizaram para dentro da profundidade úmida que os esperava.
Ele acariciou os lábios delicados enquanto o sopro úmido dela ofegava contra sua garganta em gemidinhos de prazer. Seu toque era seguro, como se ele tivesse conhecido o corpo dela intimamente durante dez anos. No que pareceu segundos, ela se ergueu contra aquele toque experiente, gemendo e suspirando, um som que ele lembrava como se fosse ontem.
Ela miou e desceu do clímax, e, então, ele se afastou dela. Depois, a mão dele segurou-lhe a coxa, levantou sua perna, e seu corpo se moveu contra ela e, com uma estocada que a fez gritar, ele finalmente mergulhou.
Encheu-a completamente. Ela gritou, arqueando-se num prazer que não sentira em dez longos anos.
— Salah! — ela gritou, numa voz que ele lembrava, e um gemido soltou-se de sua própria garganta.
O corpo dele mergulhou muitas e muitas vezes no ninho quente dela, e, com cada mergulho, eles gritavam juntos. A mão dele envolvia-lhe o pescoço, e eles se olhavam nos olhos. Ela acariciou o peito forte e os braços dele avidamente, ansiosa por sentir aquela pele, e cada carícia o excitava ainda mais.
— Como esperei por isso! — ele clamou então, contemplando os olhos dela e depois o lugar onde seus corpos se uniam, e o olhar dele tinha um desejo tão apaixonado que o prazer dela atingiu o pico num surto avassalador, e ela soluçou de prazer demasiado.
Foi demasiado para ambos. A intensidade de seu prazer e de sua ânsia era avassaladora. Ele grunhiu, empurrou-se para dentro dela repetidas vezes e, enquanto ela se derretia numa liberação violenta e soluçante, a cabeça dele se levantou, o pescoço se arqueou, o corpo inchou e enrijeceu-se ainda mais, e ele deu uma estocada convulsiva, e depois gemeu alto com ela, um som prolongado e involuntário, que era metade choro, metade felicidade, e depois tombou sobre ela.

domingo, 25 de setembro de 2011

Trecho do livro EM SEUS BRAÇOS PARA SEMPRE de Lynne Graham

Mais uma vez a autora Lynne Graham nos envereda em uma história de amor.  Fugindo das areias ardentes do deserto, Lynne nos transfere para as terras francesas, onde uma família tradional, impõe as regras em seu território da maneira que acham correto. O livro é bem interessante, apesar de ter sido clasificado como meloso, vale a pena ler. Por hora se deliciem com um dos encontros avassaladores de  Christien e Tabby. 


Era uma noite quente, e ela ainda não estava com vontade de ir para a cama. No fim da tarde, Christien a levara para um passeio pela casa, e havia uma piscina no subsolo. Ela desceu as escadas e acendeu as luzes para iluminar o contorno da piscina gloriosa, no formato de um lago. Nunca antes em sua vida vira uma piscina que lhe parecesse tão sedutora.
Tirando ali mesmo a roupa, ela desceu os degraus românicos e suspirou de prazer ao contato da pele quente com a água fria. Nadou um pouco e depois deixou os olhos se fecharem enquanto flutuava.
— Acho melhor você sair da água, se não quiser sofrer as conseqüências — alertou a fala arrastada e rouca de Christien.
Os olhos dela se arregalaram ao vê-lo, agachado junto à borda da piscina, o peito à mostra, peludo e bronzeado.
— Você está vendo um sujeito tentando não ultrapassar seus próprios limites, mon ange.
O rosto dela se tingiu de vermelho, por ela ter se dado conta do volume da excitação dele sob o apertado jeans preto. Christien desabotoou a calça e abriu o zíper com dificuldade óbvia. Mais uma vez, ela notou a faixa suave de pêlos pretos, que descia pela barriga forte e definida dele. Metade envergonhada, metade fascinada, ela nadou até os degraus. Somente ao sair da água, examinou a própria nudez e concluiu o quanto deveria ser provocativo para Christien o fato de ela não ter nem mesmo uma toalha para se enrolar.
Imóvel, Christien olhava a figura dela. Os cabelos molhados, colados ao redor do rosto vivaz, a pele com o brilho sensual de um pêssego maduro.
— Levante-se... Abaixe as mãos... Mostre-me o que eu quero ver. — A fala arrastada, severa, com delicioso sotaque, foi direta e clara.
Ao encarar aqueles olhos dourados em chamas, seu coração disparou e a cabeça parou de funcionar. Ela ergueu os ombros, deixou que as mãos caíssem, e ouviu, com uma pontada de satisfação feminina, o suspiro de Christien.
— É o nosso primeiro encontro — lembrou-lhe Tabby.
— Então eu sou uma presa fácil, ma belle. — O olhar dele se fixou nas formas deliciosas e fartas dos seios dela, nos mamilos rosados, relaxados e úmidos. Um gemido veio do fundo de sua garganta. — Eu sou o tipo do cara que cede tudo logo no primeiro encontro.
— Ah, é? — Tabby se arrepiou, apesar de não estar com frio. Sentia tensão. Sabia que devia fugir, ir embora correndo. As vibrações que ele irradiava anunciavam: vá, ou então... Ela devia ser uma devas¬sa imoral, porque só de pensar no contato das mãos habilidosas dele a deixavam zonza e fraca. Em pé, nua diante dele, ela se sentia uma sem-vergonha, mas muito excitada também.
Ele a alcançou em um só movimento repentino. Tomou-lhe a boca com uma fúria sexual, penetrando rápido e profundamente por entre os lábios dela, com uma urgência que fez o sangue de Tabby pulsar em ritmo frenético pelas veias. Trêmula de desejo, ela se deixou ser carregada até um banco acolchoado junto à parede. Ele a sentou ali e se ajoelhou para lamber as gotas cristalinas de água dos seios e brincar com os pontudos mamilos rosados. Depois, a encostou no banco e abriu suas coxas em busca do ponto dilatado, sensual, sob os cachos de pêlos delicados, que lhe coroavam a feminilidade.
Recostada e aberta para ele, o rosto de Tabby queimava.
— Christien...
— Envergonhada? — brincou Christien, antes de localizar o pequeno botão, insuportavelmente sensível. Tabby passou a suspirar, desnorteada. — Eis mais uma razão para você se casar comigo — murmurou Christien, cheio de satisfação. — Você está aqui às duas da manhã porque você não pôde dormir de desejo por mim. O mesmo acontece comigo. A gente pertence um ao outro.
— Mas...
— Não ouse dizer "mas" para mim — disse Christien, com firmeza. — Você pode também mandar as camas separadas para aquele lugar.
Ele deslizou um dedo para dentro do calor úmido que ela guardava entre as coxas, e Tabby se perdeu. Ele empregou a boca e a ponta da língua no lugar mais delicado. Contorcendo-se em abandono, ela gemeu como uma alma atormentada e se agarrou aos cabelos dele. Um prazer que nunca conhecera a pegara de jeito, e ela não podia falar, não podia pensar, não podia se concentrar em outra coisa que não fosse o impacto incrível do que ele fazia. E então, quando ela estava muito além de qualquer forma de controle, Christien a suspendeu, como se ela fosse uma boneca, a virou para ajeitá-la exatamente ao gosto dele e, por trás, empurrou sua lança dura para dentro da bainha apertada e molhada que Tabby lhe oferecia.
— Oh... Oh — gritou Tabby, num choque sensual, enquanto ele a segurava firme e enterrava mais fundo, a cada golpe certeiro.
A dominação impiedosa de Christien era indescritivelmente excitante. Num ritmo selvagem, ele continuou a empurrá-la para um estado incompreensível de excitação. Ela atingiu o ápice em um instante cego de liberação arrasadora, e todo o corpo de Tabby se convulsionou num orgasmo explosivo. As pernas dela simplesmente desabaram naquele momento.
Com um sorriso compreensivoChristien saiu de dentro dela, se jogou no banco e a levantou para posicioná-la por cima dele.
— Estou tão excitado com você, me sinto como um animal — confessou ele, os dentes trincados.
Ela gritou quando ele voltou a se acomodar dentro dela, úmida de paixão.
— Estou sendo muito rude? — rosnou Christien.
— Não... Estou morrendo de prazer — Tabby conseguiu murmurar.
Ele a puxou pelos cabelos, a beijou e afastou um pouco mais suas coxas para aprofundar a penetração, com um gemido primitivo de apreço.
— Moi aussi, ma belle.
O prazer começou a se renovar e a acumular dentro dela. Quando o corpo magnífico de Christien tremeu de excitação pura no momento do gozo, ela voou às mesmas alturas, incontroláveis, de realização, pela segunda vez. Foi uma explosão de êxtase tão intensa que, no fim, seus olhos se inundaram de lágrimas. Ela o abraçou com toda a força que lhe restava e, glorificando o familiar aroma da masculinidade que ele exalava, Tabby soube que nunca iria querer que Christien se afastasse.