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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Uma noite em teus braços by Cacilda Tanagino



https://www.clubedeautores.com.br/book/130999--Uma_Noite_em_Teus_Bracos
A urgência deles se misturava ao barulho dos zíperes descendo, botas sendo arrancadas, ele a despiu tão logo também o estava; então a ergueu como uma pluma nos braços e a levou para o quarto. Era um sonho, aquilo não podia estar acontecendo, há muito tempo não tocava uma mulher como ela, toda macia, o perfume dela era embriagador, ele se sentou na cama diante dela e lentamente começou a beijá-la, levantou seus cabelos sedosos alcançando as curvas de seu pescoço e foi marcando a trilha do prazer, ele estava louco, mas não poderia voltar atrás, o que estava ali era um presente dos deuses e ele iria aceitar o que estava escrito. Deitou-a devagar em seus braços para sugar-lhe os seios e sentir a suavidade de seu abdômen, nunca tivera algo tão majestoso assim, lentamente foi descendo suas mãos para o triângulo do prazer localizado abaixo, ela se retraiu ante o toque, ele sorriu e voltou beijá-la como que chicoteando sua pele com a língua, foi emocionante sentir a umidade quente no meio das pernas dela, ele sabia que ela estava pronta, mas ele queria mais, então voltou a beijá-la e a acomodou em cima do colchão, enquanto descia para o meio daquele triângulo, ela percebeu a intensão, tentou lhe segurar a cabeça, com um sorriso baixo ele a olhou, ela meio que entorpecida, perguntou o que ele pretendia, ele não respondeu voltou a beijá-la, e de repente ela já estava acariciando os cabelos dele enquanto a sugava deliciosamente, ela se entregou, deixou-se ser levada por aquela insensatez e se pegou gemendo como uma gata no cio.  “Perfeito” ele pensou, enquanto voltava a lhe acariciar os bico dos seios, duros como pedras, àquilo era volúpia do prazer; era isso, ambos já não tinham mais o controle da situação, ele sentiu que estava próximo de explodir, mas se segurou, precisava eternizar aquele momento, foi uma tortura para ele ao se introduzir dentro dela, ela era magnífica, encaixou-se perfeitamente em seu membro como se fosse uma única peça, seu quadril acompanhava sua cadência como as ondas do oceano, ele se desligou completamente por um momento só sentindo a reação do seu corpo naquela mulher, ela ia e vinha junto dele, remando, remando, então involuntariamente, ele a girou deixando-a numa posição de quatro, quando observou aquele trazeiro todo duro empinado ele ficou louco, agarrou-a pelos cabelos e a montou como um cavaleiro e ela correspondeu às investidas como uma verdadeira amazonas, ele estava embriagado, ora beijando, ora mordendo-lhe o pescoço, ora massageando-lhe os seios, ora massageando-lhe o triângulo quente no meio das pernas, então já não restava mais nada para eles, o êxtase já estava além do limite, explodiram em um gozo frenético.
Ao longo de sua vida sexual, ele nunca tinha estado com uma mulher tão receptiva assim, ela o levara aos píncaros do prazer, aquilo tinha que ser repetido novamente.  Ainda assustada, ela jamais imaginou que poderia ter tanto prazer com um homem da forma com teve. A respiração de ambos estava descompassada, nada passava na cabeça deles exceto a onda de prazer magnífica que sentiram.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Trecho do livro Coração Rebelde de Lynne Graham

..."Ele libertou-a do sutiã e acoplou os seios dela nas palmas das mãos, para sentir-lhes a maciez. Depois, os massageou com habilidade até culminar com os botões róseos aprisionados entre os polegares e o indicador. Ela arfou, e ele começou a provocar os mamilos intumescidos com a língua até que ela gemesse de agonia.
— Eu adoro os seus seios — ele atestou com a voz rouca. — Eles são firmes e fartos apesar da sua estrutura delicada. Jemima enlaçou-lhe o pescoço e arqueou a espinha enquanto a sensação de ansiedade no baixo ventre aumentava.
Ele a forçou gentilmente a se deitar novamente e abocanhou os botões rígidos. Em seguida, desceu uma das mãos até o centro umedecido entre as coxas macias de Jemima, e com dois dedos acariciou-lhe a intimidade por cima da calcinha.
Ela liberou um gemido e remexeu os quadris em sinal de encorajamento. Jemima o desejava tanto que estava cada vez mais difícil esperar.
— Você faz ideia de quantas vezes eu fantasiei esse momento nas últimas semanas?
Essa foi a pergunta de Alejandro enquanto lhe despia a calcinha. Com um joelho, obrigou-a a apartar as pernas. Os olhos famintos exploravam a extensão do corpo feminino que tremia com excitação. Em seguida, ele se inclinou e tomou-lhe os lábios com tamanha fúria, que ela sentiu como se estivesse sendo consumida pelo calor abrasador da boca masculina. Então, elevou os quadris em uma súplica muda para que ele a invadisse sem demora.
— Oh, por favor... Alejandro.
— Só mais um pouco... Eu quero apreciá-la primeiro. — E, dizendo isso, ele massageou o ponto sensitivo da feminilidade com vigor e assistia as feições do rosto dela se contorcerem de prazer.
— Não fique me olhando! — Ela protestou enquanto sofria o doce tormento das manobras dos dedos grossos e ágeis.
Alejandro prosseguiu a carícia que a enlouquecia. Ele sabia precisamente os pontos que deveria tocar e a exata pressão que a agradava.
Ela gritou e os olhos se alargaram com o prazer que finalmente atingiu o ponto crucial. O clímax foi tão intenso que ela quase perdeu ò fôlego enquanto arfava de satisfação.
Alejandro estendeu um braço e alcançou a mesinha de cabeceira. Abriu a gaveta e retirou um preservativo. Não queria correr o risco de que ela engravidasse outra vez. Jemima espiou enquanto ele protegia a ponderosa ereção e sentiu o corpo estremecer pela ansiedade de senti-lo dentro dela. O orgasmo que sentira pouco antes não a satisfizera da maneira apropriada.
Alejandro se encaixou entre as pernas dela e Jemima elevou os quadris para ajudar na penetração. E, quando ele a preencheu de maneira lenta para adequar a musculatura, tênue à potente rigidez máscula, ela começou a instigá-lo através de murmúrios encorajadores.
Alejandro acelerou as estocadas e liderou o movimento rítmico que ela acompanhava com perfeição. Ela adorava o arrojo dele e as vigorosas investidas. Sentia o coração se acelerar de acordo com os movimentos frenéticos. Até que, em algum ponto da louca jornada, ela gritou enquanto o corpo se convulsionava por um segundo clímax. Alejandro a seguiu alguns instantes depois, ao mesmo tempo em que um uivo rouco ecoava de sua garganta.
Ambos desmaiaram de exaustão e ficaram imóveis por um longo tempo.

domingo, 17 de julho de 2011

Trecho do livro Princesa inocente de Chantelle Shaw - Série Casa Real dos Karedes


Ações pareciam mais fáceis do que palavras; então, os olhos presos aos dele, estendeu a mão para trás e abaixou o zíper que fechava o vestido. Por um segundo, ele não reagiu e a tensão gritava quando Nikos abaixou a cabeça e lhe tomou a boca num beijo de posse total.
Kitty não usava sutiã e, enquanto Nikos abaixava lentamente a seda vermelha, os seios emergiam como pêssegos maduros e se soltaram nas mãos dele. O corpo de Nikos reagiu e por um segundo, se sentiu tentado a rasgar o vestido, jogá-la na cama e possuí-la depressa, com força. Mas dominou a impaciência; sentia a insegurança de Kitty e soube que devia tomá-la devagar, excitá-la até ela doer por ele como doía por ela, até a frustração sexual exigir alívio.
Abaixou o vestido, que caiu numa poça vermelha em torno dos pés dela; pela renda da calcinha, Nikos viu a sombra escura dos cachos sedosos que lhe protegiam o sexo e ouviu-a inspirar fundo quando dobrou um dedo na cintura e a puxou.
Quando fizera amor com ela pela primeira e única vez, Kitty ficara meio escondida nas sombras, mas agora seu corpo estava exposto em toda a sua glória voluptuosa e ele banqueteou os olhos, segurando-lhe suavemente as mãos que tentavam cobrir os seios.
— Por que se esconder de mim? Você é linda, Kitty, e jamais quis uma mulher como a quero.
Kitty estremeceu e observou, impotente, enquanto ele se despia, revelando o peito e as coxas musculosas e a impressionante ereção. Por alguns segundos ficou lá, um deus grego desejando-a.
E então a tomou nos braços e apertou o corpo macio contra a sua rigidez e a beijou até sua mente se esvaziar de tudo, menos da necessidade desesperada do toque, especialmente naquele ponto entre as pernas que pulsava e doía. A língua de Nikos mergulhou entre os lábios dela, aprofundando o beijo, e Kitty reagiu sem pensar, a paixão igual à dele. Nikos gemeu e ergueu-a para a cama, deitando-se ao lado dela, uma perna sobre seus quadris para prendê-la aos lençóis.
— Você tem seios magníficos, Kitty mou. — A necessidade crua e ferina a fez arquear quando a boca traçou uma linha dos lábios ao vale entre os seios. O toque da língua num mamilo, depois no outro, provocou um grito, e Kitty mergulhou os dedos nos cabelos escuros para lhe segurar a cabeça junto aos seios.
Ele riu suavemente e o hálito lhe acariciou a pele, e quando tomou cada mamilo na boca e sugou, ela moveu os quadris, inquieta, e sentiu a umidade fluir entre suas pernas.
— Nikos... — a insegurança desapareceu quando ele desceu a mão pelo ventre até as coxas e a deixou descansar perto de onde queria que a tocasse. Segurou a respiração quando gentilmente lhe separou as pernas e, quando introduziu um dedo e a acariciou, Kitty se abriu, permitindo maior acesso, incentivando aquela investigação erótica.
A rigidez da ereção lhe apertava a coxa; estremeceu quando Nikos lhe tomou a mão e levou-a para tocar o seu membro pulsante. Era tão rijo e poderoso e a qualquer segundo o abrigaria dentro dela. Então ele se moveu, segurou-lhe as nádegas e a ergueu; cobriu-a com o corpo e a penetrou com uma estocada firme.
Por um momento Nikos ficou imóvel, apenas olhando-a, os olhos escuros queimando os dela. Então começou a se mover com estocadas firmes e regulares enquanto a penetrava mais e mais profundamente, estabelecendo um ritmo pagão que ecoava as batidas do sangue nas veias. Sentia a tensão dentro dela crescer a cada estocada; agora Nikos se movia mais depressa, com mais força, levando-os inexoravelmente ao êxtase total.
Kitty perdeu o contato com a realidade, que se resumia a ele e às sensações e ao prazer que se construíam e cresciam. Segurou-se nos ombros de Nikos enquanto a tempestade rugia. Pequenas ondas começaram profundamente e se espalharam por todo o corpo enquanto o orgasmo se aproximava. O desespero a fez soluçar o nome dele e lhe pedir para nunca, nunca parar. E, de repente, estava lá, suspensa por segundos infinitos enquanto ele se retirava quase completamente e então com a poderosa estocada seguinte, a represa se rompeu. Kitty foi abalada por espasmo após espasmo de uma sensação tão intensa que a fez gemer, um som abafado preso na garganta.
Nikos continuou a se mover, cada estocada mais poderosa e mais urgente que a anterior. Mas, quando os músculos internos de Kitty o abraçaram, aquele controle formidável foi abalado e, com um gemido áspero, Nikos se derramou dentro dela, o corpo estremecendo com o poder daquele orgasmo.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Trecho do livro de Melanie Milburne- O futuro do Amor- serie Casa dos Karedes


Cassie podia sentir os poros de sua pele se abrindo para absorver o máximo dele. Podia sentir o cheiro almiscarado do corpo másculo, o calor que a estava enlouquecendo, mas ele estava indo devagar. Os beijos eram suaves, demorados. Cada carícia das mãos grandes a torturavam de modo que ela nunca experimentara antes. Sebastian segurou-lhe os seios, usando o polegar para provocar os mamilos sensíveis, até que Cassie estivesse gemendo com impaciência. Queria sentir a língua sensual sobre seus mamilos, o roçar dos dentes. Queria-o em seu interior. Ela abriu as pernas, mas ele não fez o esperado. Continuou beijando-a, na boca, no pescoço, nos lóbulos da orelha, os seios, até que ela estivesse ofegando e a ponto de abrir mão do seu orgulho, até suplicar. 
— Eu sei o que você quer e não vou lhe dar — Sebastian sussurrou entre beijos. — Ou pelo menos ainda não.
Cassie arqueou a coluna num esforço de sentir a virilidade de Sebastian mas, pela primeira vez em sua experiência com ele, fracassou.
— Se você não me possuir neste minuto, eu vou...
A risada rouca em resposta apenas aumentou o desejo de Cassie.
— Vai, o quê? Esta noite, eu vou levar o tempo que quiser. Ela gemeu baixinho, e entregou-se ao ritmo lento que Sebastian estava estabelecendo.
Havia alguma coisa especial sobre fazer sexo demoradamente, decidiu alguns minutos depois. Estava se tornando ciente de seu corpo de uma maneira que nunca acontecera antes. Sentia o fluxo de sangue no centro feminino, o quanto pulsava, implorando para ser acariciado. Ela se movimentou lentamente sob ele, tentado a preenchê-la, mas não funcionou. Sebastian continuou provocando-a, enlouquecendo-a.  
— Você está fazendo isso de propósito — reclamou Cassie, mesmo enquanto se agarrava a ele. ― Quer que eu suplique...
 Ele sorriu e abaixou a cabeça para um dos seios, finalmente mordiscando-o até que todo o corpo de Cassie vibrasse.
— Se serve de consolo, estou tendo muita dificuldade de manter o controle — disse Sebastian. — Quero levá-la ao topo como ontem à noite, mas não vou fazer isso. Não desta vez.
Desta última vez... As palavras quase ecoaram no silêncio.
Cassie ignorou a realidade.
— Faça isso agora ou nunca — exigiu ela com um brilho feroz nos olhos.
— Você não está falando sério. — Sebastian trilhou beijos pelo seu corpo, descendo para a barriga, e então para o centro úmido da feminilidade.
— É claro que... estou. — Cassie arfou no momento que os lábios sensuais tocaram suas dobras inchadas. — É direito de uma mulher mudar de ideia a qualquer momento durante o procedimento.
— Conheço a lei, Cas — disse ele, abrindo-a suavemente. — Deus, você parece uma orquídea. Tão linda.
Cassie sempre se intrigara com as questões do corpo. Seus pequenos lugares secretos eram tão diferentes dos dele. Sebastian não tinha como esconder sua reação física, mas ela poderia esconder... Quase.
Homens e mulheres também eram diferentes emocionalmente. Mulheres eram mais vulneráveis no que dizia respeito a sexo. Ela sentia alguma coisa quando compartilhava seu corpo com Sebastian. Algo visceral, instintivo e totalmente consumidor. Seu coração respondia da mesma forma. Não estaria fazendo aquilo se não gostasse dele. Era um amor sem futuro mas naquela noite teria de durar para sempre.
Cassie faria durar para sempre.
Tinha vivido seis anos no inferno e conseguido sobreviver. Mais sessenta anos não seria fácil, mas pelo menos havia amado e perdido. Não era melhor do que nunca ter amado? De alguma maneira, duvidava disso.
Ela voltou ao momento presente quando a língua dele penetrou seu centro, provocou-a, levando-a a um clímax que nunca tinha experimentado antes. Seu corpo parecia desconectado da mente, enquanto sensações indescritíveis a percorriam, deixando-a sem energia, tremendo da cabeça aos pés.
— Bom? — perguntou Sebastian com um sorriso.
— Melhor do que bom — ofegou ela. — Um dos melhores...
Ele moveu-se sobre o corpo de Cassie.
— Acho que devemos colocar isso em teste, não acha?
Ela não conseguia falar. Em vez disso, observou-o vestir o preservativo, a visão do membro poderoso excitando-a novamente.
Sebastian posicionou-se sobre ela, apoiando o peso sobre os cotovelos, os olhos brilhando de desejo quando lhe apartou as pernas. Cassie arqueou a coluna para receber a primeira investida maravilhosa do corpo másculo, um gemido escapando de seus lábios no momento em que ele começou um ritmo lento e torturante. Ela enterrou os dedos nas nádegas firmes, seu ser inteiro suplicando por maior velocidade. Ele acelerou o ritmo aos poucos, a respiração ofegante a informando que Sebastian estava cada vez mais quase perdendo o controle. Ela o acompanhou o tempo todo, movendo os quadris sensualmente para encontrar as investidas. Atingiu o clímax primeiro, Sebastian liberou seu prazer em seguida, os tremores fortes ao esvaziar-se preenchendo Cassie de prazer.
Ela ouviu o som da respiração de ambos, enquanto um silêncio abençoado os envolvia no aconchego, o rosto de Sebastian pressionado contra seu pescoço, o hálito quente roçando-lhe a pele enquanto Cassie fechava os olhos e gradualmente caía no esquecimento...
Sebastian saiu de dentro dela gentilmente, livrando-se do preservativo antes de voltar para remover os cabelos do rosto de Cassie. A boca suave estava inchada pelos seus beijos, as faces coradas pelo prazer sexual. Esta era a Cassie que ele passara a amar no passado. Somente quando ela abaixava a guarda assim, era possível ter um pequeno vislumbre de quem ela realmente era. Sua Cas era uma mulher complexa e intensa. A mulher que ele nunca poderia ter.