quarta-feira, 8 de junho de 2011

trecho do livro de Emma Darcy - Um Sheik Sedutor. Um livro que eu recomendo, uma leitura muito agradável.


Omar entendeu o que se passava com ela. Abraçou-a mais forte. Sarah tremeu de novo. Logo o tremor deu lugar ao desejo. Pressionou o corpo contra o dele. Os quadris se tocaram. As mãos dela corriam ansiosas pelos ombros dele. Pelo pescoço. Os seios apertados contra o peito musculoso despertavam sensações avassaladoras e quase incontroláveis.
Os olhos azuis de Omar pareciam ferro em brasa queimando a pele dela, os lábios, o coração. Ela entreabriu a boca, procurando por ar. Sua mente encheu-se da imagem do rosto dele, das feições lindamente esculpidas, aproximando-se mais e mais dela. Com os dedos nos cabelos dele, puxava-lhe a cabeça para mais perto. Cada átomo de sua energia estava canalizada para trazê-lo para ela, para alcançá-lo.
Então os lábios do sheik cobriram os dela. A princípio, suaves, gentis, carinhosos, refreando o fogo que ela vira e sentira nos olhos dele. O corpo todo de Sarah exultava à medida que a suavidade dava lugar à exploração voraz. A língua atrevida exigia, explorava, brincava, ansiando pela plena realização dos desejos.
Beijos não eram suficientes. Beijos eram promessas, prenúncios de momentos de intimidade, o início da caminhada pelo qual ela tanto ansiava.
Omar encostou-a na porta, prendendo-a entre as pernas. A rigidez da masculinidade dele pulsava contra o abdômen dela num movimento ritmado, enquanto a boca devorava a dela. A necessidade de um homem exigindo ser satisfeita. As mãos dele se moviam rapidamente, habilmente, tirando-lhe a blusa e o sutiã, desvestindo a camisa. As peles se tocaram febris, aquecidas pela excitação.
se fosse  essa capa,o livro seria mais atraente ainda,mas essa é de outro sheik.
E ele beijou-lhe os seios. A língua circulava os mamilos já enrijecidos pelo desejo. Sarah jogou a cabeça para trás, extasiada pelo calor daqueles lábios, arrastada pela intensa onda de prazer que envolvia seu corpo. Sua carne vibrava sob a língua avassaladora de Omar, sob as mãos que corriam pelos quadris, abrindo-lhe as calças. Os dedos dele encontraram o centro do calor que a abrasava, tocando-o, tomando posse da úmida suavidade da feminilidade dela.
Sarah fechou os olhos, entregando-se às doces e caóticas sensações, esquecendo de tudo, de toda sensatez, de todas as precauções, de todos os cuidados, querendo apenas sentir. Todo seu ser estava tomado pela fome que ele despertava com os toques experientes, com a invasão sedutora e excitante de suas mãos e boca.
Somente quando Omar a tomou nos braços ela percebeu que ambos estavam nus. A sensualidade de pele contra pele era outra intimidade maravilhosa. Ele a deitou delicadamente sobre o tapete persa, diante da escrivaninha. Então, Sarah viu a poderosa masculinidade pronta para possuí-la. Seu corpo clamava por ele.
Ela abriu os braços e Omar aninhou-se neles, beijando-a carinhosamente na boca. Sentiu o corpo dele pressionando-a, iniciando a cerimônia da posse. Seu corpo todo tremia, esperando. Moveu-se, estimulando-o, até sentir que a penetrava.
Ela gritou quando ele parou. Mas foi apenas uma pausa para vencer uma barreira. Apenas um momento, uma dor insignificante antes do prazer, do imenso prazer do união dos dois corpos. Ela enroscou as pernas ao redor do corpo dele, saboreando a sensação de tê-lo cativo.
Ele a beijou apaixonadamente, selando a posse. E então, levou-a por caminhos até então desconhecidos para ela. Um passeio arrebatador de um sempre crescente excitamento que a arrastava por redemoinhos que culminaram num universo de cores, luzes, sons indescritíveis.
Instintivamente, Sarah arqueou o corpo. Uma força estranha e poderosa guiava seus movimentos. Trovões ecoavam em seus ouvidos. Agulhas finíssimas penetravam em seu corpo. Dor e prazer clamavam por alívio. Ela e ele cavalgavam juntos. Por fim, lá estava... Uma explosão melíflua rompendo de dentro dela, arrastando-a para uma incrível queda livre. Mente e coração exultavam de alegria. Seu corpo flutuava nas ondas da felicidade.
Sarah abriu os olhos. Omar olhava-a enlevado, sorvendo o brilho da plenitude que dela emanava, sabendo que era ele o responsável. Um sorriso triunfal dançou nos lábios dele.
Isto eu posso lhe dar — ele disse em voz baixa, enrouquecida.
Gentilmente, ele beijou-lhe os lábios, os olhos. Depois, soltando um longo suspiro, abraçou-a e, num movimento rápido, deitou-se no tapete, ajeitando-a sobre seu corpo.
Afagou-lhe os cabelos, as costas, os quadris. A volúpia dos carinhos dele reacendeu o fogo que quase a consumira. Nada mais existia para Sarah. Omar era seu mundo. Subia e descia, acompanhando o ritmo da respiração dele. Os corações batiam em uníssono. Ela não queria mais nada. Omar lhe dera tudo. Muito mais do que imaginara que ele lhe daria.
Satisfeita? — ele perguntou ainda com voz sufocada.

domingo, 5 de junho de 2011

trecho do livro DESEJO ADORMECIDO de Carole Mortimer




Matthew vestia um robe preto, quando ela saiu do banheiro numa camisola azul. Os olhos dele se estreitaram, mas não disse nada e foi para o chuveiro.
Jéssica suspirou, aliviada, e foi arrumar as roupas no armário.
Como ia enfrentar tudo? Tinha que estar preparada, era a mulher de Matthew agora: Tinha esse dever, mesmo que não o amasse. O quarto estava escuro quando ele saiu do banho, pouco depois.
— O que é isso? — Acendeu um pequeno abajur. — Jéssica? — chamou baixinho.
Ela o olhou, debaixo das cobertas.
— Sim?
— Você não ia pegar no sono antes de eu voltar, não é?
— Não, claro que não. Eu só… Eu não… Não.
Ele sentou-se na cama, ao lado dela, e carinhosamente arrumou seus cabelos no travesseiro. Ela estava completamente sem maquiagem com um rostinho de menina. Para o homem que a observava naquele momento, pareceu a coisinha mais vulnerável do mundo.
Jéssica também estava consciente da presença dele, de seu corpo forte ceberto apenas por uma toalha, do peito bronzeado, dos braços musculosos e da suavidade daquelas mãos.
— Jéssica! — murmurou, perdendo o controle e tomando-a nos braços. — Quero que me ame, querida. Vamos nos amar!
Era a primeira vez que mencionava o amor, mas Jéssica sabia que estava se referindo ao amor físico, apenas. Para ela, esse era um amor ainda mais difícil de corresponder. Tinha amado Andrew, mas nunca sentiu prazer físico com ele. Que chance tinha o casamento com Matthew de dar certo; sem satisfação física nem emocional?
— A luz — pediu. — Por favor, apague a luz.
— Não fique envergonhada. Quero olhar para você. — Com delicadeza, tirou sua camisola. — Deus sabe que você não tem nada de que se envergonhar — sussurrou, inclinando-se e procurando seus seios.
Jéssica estremeceu, ao contato dos lábios. Andrew nunca tinha dado atenção aos seios; não perdia tempo com preliminares. A não ser quando amamentou Penny, os seios de Jéssica nunca tinham sido tocados. Mas Matthew parecia querer conhecer cada centímetro de seu corpo, e algumas intimidades a deixavam embaraçada.
— Também quero receber carinho — ele pediu. Os dois estavam nus, e sua pele queimava a dela, muito branca junto ao corpo bronzeado.
— Eu… eu não…
Ele guiava a mão dela pelo corpo, com estremecimentos de prazer que demonstravam o quanto sentia seus carinhos.
Gostou de ser conduzida, porque não sabia como agradá-lo. Andrew sempre parecia atingir o prazer apenas subjugando-a. Matthew queria conhecê-la inteira, fazendo seu corpo conhecer o dele também. Quando sentiu que o marido se aproximava do prazer final, ficou feliz por ele gostar tanto de fazer amor com ela, sem esperar que sentisse o mesmo.
— Está pronta agora, amor? — Matthew murmurou, agoniado. — Não agüento esperar muito mais eu… não agüento mais!
Jéssica continuou abraçada a ele, apertando-o com força. Mas, quando Matthew perdeu o controle, as lágrimas rolaram pelo rosto dela. Novamente, não atingira o prazer.
Matthew respirava pesadamente e levou alguns segundos para conseguir falar. Rolou na cama conservando-a em seus braços, com a cabeça apoiada em seu peito.
— Eu não agüentei esperar. Sinto muito, querida. Na próxima vez, serei mais paciente. Esperei tanto por este momento, que fiquei louco!
Dormiram durante algum tempo. Jéssica acordou com as mãos dele em seu corpo e sentiu-se tensa com seus carinhos, mais uma vez. Matthew murmurava em seu ouvido, e novamente ela ficou feliz em vê-lo sentir tanto prazer.

sábado, 4 de junho de 2011

trecho do livro ©Sob o Sol do Deserto de ©Iris Johansen


— Chega, Zilah, não diga mais nada. Será que precisarei soletrar as palavras para me fazer entender? Se não se afastar de mim, em dois minutos terei arrancado suas roupas e estarei dentro de você. — De repente, ele agarrou-lhe as nádegas e a trouxe para junto de seu corpo, no qual a excitação era evidente. — Fui dormir desejando você e lutando contra isso, e acordei com todas as barreiras derrubadas. — As palavras soavam entre pequenos suspiros, conforme a pressionava contra si. — Tudo o que consigo pensar é em senti-la, e no modo como seus mamilos endurecem quando a toco.
Zilah respirou fundo. À medida que Daniel falava, apertava-lhe as nádegas firmes e de curvas generosas. Ela sentia os seios intumescidos apoiados contra a parede sólida do peito largo. Era um comando, ela percebeu, o comando básico da dança do amor, bastante conhecido de homens e mulheres.
— Quero senti-la nua contra mim, quero tocá-la com intimidade. Desejo fazê-la derreter de desejo. — De repente, ele prendeu o lóbulo de sua orelha entre os dentes. — Não permita que eu faça isso, droga, me impeça! — exclamou, desesperado. — Porque Deus sabe que sozinho eu não serei capaz.
A escuridão flutuava ao redor de Zilah, onde nada existia além de sensações e o desejo de Daniel clamando por ela. E não só o desejo dele, percebeu chocada. Havia o seu também, pois o desejava com uma ferocidade primitiva. Como seria quando eles... As dúvidas e questões desapareceram quando o sentiu tremer contra si. Não tremor de medo, mas de desejo. Foi como ser surpreendida no funil de um tornado e ser soerguida em uma espiral poderosa para longe de tudo o que conhecia. As únicas coisas verdadeiras eram as sensações que Daniel lhe despertava, com cada palavra, cada toque.
— Também não sei se serei capaz de impedi-lo — avisou ela.
Daniel ficou imóvel.
— Oh, Deus, eu não queria ouvi-la dizer isso...
Zilah não imaginava que os músculos sob suas mãos pudessem ficar mais rígidos, mas foi o que aconteceu.
— Eu não queria que entre nós acontecesse deste modo. Queria mostrar a você que posso ser bem mais do que apenas um bruto que toma o que lhe dá prazer... — As mãos másculas, de repente, trabalhavam febrilmente no zíper da calça jeans. — Nem mesmo sei se terei a paciência de ser gentil com você.
— Não precisa ser. — Aquilo não importava. Não com Daniel.
Gostaria de se dar a ele por inteiro, de satisfazer suas necessidades sem que ele precisasse pedir.
Daniel puxava o jeans e a calcinha de Zilah para baixo com uma pressa frenética. De repente, ela estava nua na escuridão, e as mãos másculas deslizavam por seu corpo com avidez, como se temessem não obter o suficiente da textura suave.
Então a mão que a acariciava enroscou-se nos caracóis que serviam de sentinelas para o recesso de sua feminilidade.
— Abra-se para mim — pediu ele. — Por favor, Zilah. Não posso esperar mais.
Zilah tampouco podia. Nem um minuto sequer. Suas pernas abriram-se num convite puramente instintivo.
Um longo gemido escapo dos lábios rosados quando ela recebe a sensual recompensa por sua obediência, estremecendo ao sentir a mão atrevida explorando sem pudores.
— Você é tão suave, tão deliciosa... — murmurou Daniel. — Como eu gostaria de vê-la melhor! Talvez, acendendo a lanterna... Mas não posso esperar, nem mais um segundo. — De repente os dedos atrevidos encontraram o gatilho sensual que procuravam, e ele iniciou uma massagem rotativa que a fez gemer baixinho.
Zilah ergueu os lábios sedutores, em um convite tão antigo quanto o próprio conceito de tempo.
Daniel riu, um riso de satisfação.
— Você me quer, Zilah?
— Sim, eu quero, agora... — Mal conseguiu pronunciar as palavras. Seu corpo ardia, consumido pelas chamas do desejo.
— Oh, Zilah,
Ela estava vagamente consciente de que o toque se fora, permanecendo apenas a escuridão, a palpitação e a necessidade flamejante, enquanto Daniel se movia com uma rapidez frenética para se livrar das próprias roupas.
Zilah tremia. Sentia os músculos do estômago se contrair, implorando pelo toque sedutor.
Então sentiu-o separar suas coxas, acariciando-a suavemente. Logo ele estava entre suas pernas, os músculos poderosos contra a suavidade dela. Não dava para Zilah vê-lo, e de alguma maneira, isso aumentava sua excitação, mas podia senti-lo tocando-a. Por um momento, um lampejo de memórias do passado a fez enrijecer, mas logo se foi. Porque nada no passado se assemelhava ao que experimentava naquele instante. Tudo agora era novo, e tão primitivo e intenso como se acontecesse no início dos tempos. De novo, a magia de Daniel se fazia sentir com toda a sua pujança.
Ele começou a penetrá-la, com cuidado. Zilah podia sentir seu carinho. Daniel tentava dar a ela a gentileza que julgava que ela merecia, percebeu, emocionada. Embora a restrição fosse torturante, ele tentava agradá-la. Bem, também queria dar-lhe um prazer irrestrito. Pretendia se dar por inteiro, até que não houvesse mais a oferecer.
Movida por tal intenção, ela se agarrou aos quadris estreitos, as unhas cravando na carne rija.
— Daniel... — Sua voz era um murmúrio na escuridão.
— Venha! Venha para mim, minha garota com sorriso de verão.
Em resposta, os quadris delicados ergueram-se, exigindo-o com uma ousadia que fez um grito escapar dos lábios carnudos. Zilah também sentia vontade de gritar, mas temeu que ele confundisse com dor.
— Minha doce Zilah... — Daniel de repente estremeceu, e ela, enfim, pôde senti-lo dentro de si, partilhando a maior intimidade possível que a natureza permitia a dois seres que se desejavam. — Vou enlouquecer. Nunca me senti assim em toda a minha vida. Mas não quero machucá-la.
As mãos macias de Zilah apertaram os quadris de Daniel.
— Está tudo bem comigo. Você não vai me machucar.
— Ainda bem, porque agora é impossível voltar atrás. — Ele avançou, o desejo intenso superando a restrição enquanto a possuía. Ergueu-a com sofreguidão, para que fosse ao encontro de cada investida forte, unindo-se a ela como se quisesse ir além, em uma união que não poderia ser quebrada, nem mesmo quando esfriasse a paixão.
Zilah estava vagamente consciente de que Daniel falava com doçura enquanto se movia, dizendo o quanto ela era maravilhosa, como era bom senti-la em torno dele, e dos vários outros modos que pretendia que fizessem amor. As palavras soavam roucas e selvagens como o ritmo de seus movimentos, às vezes escandalosas, às vezes ternas como um beijo de criança.
Ainda assim, continuava. Um momento. Uma eternidade. A escuridão. A chama. O raio outra vez. Uma onda ofegante que a incendiou. A força de Daniel. Tanta força em um só homem, ela pensou febrilmente. Tanta beleza, tanto desejo primitivo que... Então Zilah não conseguiu mais pensar, quando o clarão de um novo raio a atingiu com sua força, que absorveu a chama, a escuridão e tudo o mais no mundo, menos aquele que exercia o domínio.
Zilah ouviu-o gritar e então sentiu seu peso sobre ela, o coração batendo forte no peito musculoso, parecendo querer explodir. Ou eram as batidas de seu próprio coração? Difícil dizer, tão unidos que estavam, corpo e alma.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

E O SELINHO VAI....



PARA ESTE SELO AS REGRAS SÃO A SEGUINTE DIGA TRES COISAS QUE VC GOSTA DE FAZER E ENVIE PARA TRÊS BLOGUES DO SEU CORAÇÃO:
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PROMETO QUE ESTAREI ENVIANDO SELINHOS PARA OUTROS BLOGUES, SÃO TANTOS.BEIJINHOS

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Esse livro é uma versão contextualizada do livro O Sheik de Edith M.Hull, pra quem leu, com certeza vai achar traços da história, se deliciem com o Trecho do livro " O Sheik" de Anne Herries

Sabia que desejava o que estava a ponto de acontecer entre eles, que estava esperando por esse momento desde que ele a tinha beijado pela primeira vez no deserto.
-Oh, Pasha, Eu amo você. Eu te amo tanto.
Ele inclinou-se para levantá-la nos braços, como fez no dia em que ela quase desmaiou, e levou-a para um quarto que Chloe soube instintivamente que era dela, onde a deitou na cama. Ele se inclinou sobre ela e começou a beijá-la com ternura, deslizando os lábios em seu pescoço, depois em seu rosto e, em seguida, para baixo, onde ele continuou a beijá-la com ardor renovado.
- Tem certeza de que isso é o que você quer? 
Ele perguntou com a voz rouca de desejo, morto de vontade, e ainda dando a oportunidade de deixá-la decidir se deseja. -Não quer que me afaste de você?
-Nunca. prometeu. -Eu quero ficar com você, Pasha. Você salvou a minha vida, e eu te pertenço. Eu quero ser sua... De todas as maneiras que uma mulher pode ser de um homem, eu quero ser sua.
-Você deve ter certeza, minha pequena. ele murmurou enquanto mordiscava o lóbulo de sua orelha, - você está muito segura antes de se entregar a mim. Porque uma vez que você for minha, nunca mais vou deixá-la ir.
-Eu nunca vou querer deixá-lo. Prometeu Chloe quando arqueou seu corpo para ficar mais próxima.
Ele se inclinou sobre ela e acariciou-lhe os lados do corpo, seus quadris, ele passou as mãos sobre as nádegas enquanto a estreitava contra seu corpo, inflamando o seu desejo com a força que empurrava contra seu estômago.
- Por que eu iria deixá-lo se você é tudo que eu quero na vida...? Pronunciou devagar.
-Só queria que você soubesse. ele sussurrou com voz rouca. -Nunca vou deixar você ir... Porque eu te desejo, preciso tanto de você...
As palavras de Pasha encheram Chloe de emoção, feliz e satisfeita com suas carícias apaixonadas. Estremeceu sob suas mãos e também quando ele separou suas pernas e buscou esse lugar secreto que ninguém jamais havia tocado. Estava despertando-a para o prazer, ensinando-lhe o significado do amor como nunca havia entendido antes, elevando-a a um estado de consciência física que dentro de poucos minutos ele tinha transformado em uma massa trêmula e ofegante.
Seus lábios e língua acariciavam como um violinista talentoso pode acariciar as cordas de seu violino, e arrancava suspiros e gemidos, expressões de prazer intenso. Aos poucos entrou nela, e a principio Chloe sentiu dor, uma dor intensa que fez com que as lágrimas chegassem a seus olhos, ele rapidamente cobriu sua boca com beijos e ela mergulhou naquele prazer que só ele poderia dar.
Guiada por sua mão, Chloe chegou a um pico elevado de sensações e de prazer que ela nunca tinha conhecido antes, onde, inevitavelmente, se precipitou num abismo de prazer requintado, envolta em um mar de sentimentos intensos que a abalou até ela chorar de alegria. Nunca tinha sonhado que algo tão maravilhoso pudesse acontecer, e quando o prazer furioso diminuiu, manteve-se agarrada a ele como se não quisesse deixá-lo ir nunca.
Ele a acariciou e acalmou com suas palavras, enxugou as lágrimas e beijou as partes macias de seu corpo até que ela acabou rindo e olhando para ele com expectativa.

trecho do livro : O Sheik que me amou de Loreth Anne White. Vou ser sincera, esperava mais deste livro, achei ele muito fantasioso, não consegui me apaixonar pelo mocinho e a mocinha, aff, confiram, beijinhos minhas florzinhas...


-Sahar! -exclamou meio aliviado, meio furioso.
Ela pôs-se a rir. E aquilo foi como acrescentar gasolina ao coquetel de sentimentos contraditórios que ardia em seu interior. Estava desafiando-o. Brincando com ele. Da mesma maneira que a tinha visto brincar entre as ondas. Ou com sua filha.
E riu. A risada brotou do fundo, reverberando em seu peito, em prazerosa libertação. Jogou a cabeça para trás e lançou uma gargalhada ao céu estrelado, como não fazia desde que era menino.
Jayde seguia rindo enquanto nadava para o interior da laguna. David se excitou mais uma vez: ali estava tentadora, chamando-o como uma sereia, com as dobras do vestido de seda flutuando a seu redor. Tentando a ele, um homem do deserto, para que se reunisse com ela em seu elemento: a água. Que se lançasse às profundezas que durante anos tinha tentado evitar. Porque desde o primeiro instante em que viu seus olhos de cor esmeralda, compreendeu que terminaria sucumbindo e afogando-se neles.
-Vem?
Não pôde resistir aquele chamado de sereia. Assim deixou a segurança da lancha e se lançou à água.
Jayde não se dirigiu para o iate ancorado no centro da laguna, mas se desviou para uma parte rasa. A água lhe chegava até o peito. David ficou de pé e se apressou a reunir-se com ela.
Mas ela seguia tentando-o de longe, flutuando no mar particular de seu vestido de seda, brincando e inflamando seu desejo. Desesperado, tentou agarrá-la. Mas Jayde mergulhou rapidamente, deixando só um rastro de fosforescentes borbulhas.
Olhou para a direita e esquerda. Nada. De repente abafou uma exclamação quando sentiu que segurava suas pernas para emergir diante de si, colada a seu corpo. A seda do vestido o envolveu também, com suas eróticas dobras. A leitosa luz da lua se derramava sobre sua pele. Seu olhar era escuro e misterioso. Seus olhos, mágicos. Os olhos de uma sereia. Olhos de uma mítica criatura sem nome, sem origem, sem lembranças.
Sentia o frescor da água, mas por dentro estava ardendo. Agarrou-a firmemente com uma mão para evitar que mergulhasse de novo. E com a outra se dedicou a acariciar o elegante perfil de seu pescoço, aquele pescoço que tanto tinha admirado quando a velou durante sua convalescença. Ela respondeu apertando-se a ele e deslizando uma mão por seu peito nu, os dedos bem abertos, para descer lentamente para seu ventre. E mais abaixo. Estava insuportável e dolorosamente excitado, rígido no tecido das calças.
David se concentrou então em baixar uma parte do vestido, despindo um seio. Um seio brilhante e branco como leite. Conteve o fôlego, tocando o mamilo com a ponta dos dedos. Sentiu-o endurecer imediatamente, em resposta. Inclinou a cabeça e procurou a rosada ponta com os lábios. E começou a lamber e suga-lo com avidez. Tinha ansiado fazer aquilo desde primeiro dia que a descobriu na praia. Desde que a esteve observando enquanto jazia inconsciente na cama, com seu peito subindo e baixando sob a branca camisa de algodão. Desde que sentiu o leve roçar daqueles seios contra suas costas nuas quando montaram os dois em seu cavalo.
Mas o prazer transcendeu em muito tudo o que tinha podido imaginar. Capturou um mamilo entre os dentes e o mordiscou brandamente.
Ela gemeu, arqueando as costas, apertando-se contra ele, oferecendo-se por inteiro. Sua reação o inflamou ainda mais. Deslizou os lábios ao longo de seu pescoço, lambendo a pele salgada, fazendo-a retorcer de necessidade.
De repente a segurou pela da nuca, elevando o rosto para apoderar-se de seus lábios. Com um grunhido, explorou com a língua o doce interior de sua boca. E ela respondeu solícita, com a língua indo ao encontro da sua. Aquilo fez estalar seu mundo em um vertiginoso arco íris. Estava se enchendo de luz, de gozo, de felicidade. Enchendo um vazio interior que nem sequer sabia que existia. Afastou-se, consternado, sem fôlego.
-É real? -sussurrou-. Ou é uma imagem conjurada pelo mar? -em seu delírio sensual, quase acreditava nisso.
-Posso ser o que você quiser que seja, David.
-Quero que seja minha -murmurou contra seus lábios. «Minha Sahar», acrescentou em silêncio.
Jayde não queria começar a pensar no que estava fazendo. No que estava fazendo a ela. Suas resistências tinham ficado destruídas e naquele momento estava completamente indefesa frente à poderosa força que as tinha abatido. Simplesmente se achava prisioneira do presente, do desejo, da desesperada paixão que sentia por aquele homem.
O único podia fazer era entregar-se. Ser sua Sahar. Porque no mais profundo de seu ser, de fato tinha se convertido em Sahar. Uma mulher com sentimentos, apaixonada, com o coração cheio de amor. Uma mulher que tinha desaparecido muitos anos atrás, vítima de uma terrível experiência. Até agora. Porque, naquele momento, ansiava desesperadamente recuperar tudo o que tinha perdido. Olhou-o. O desejo esticava seus rosto, iluminando seu olhar.
-Tome, David -sussurrou-. Tome.
Beijou-a avidamente, e ela correspondeu a sua urgência, com sua língua indo novamente ao encontro da sua, suas mãos desabotoando suas calças sob a água... até que sentiu seu membro sob os dedos, quente e duro em contraste com o frescor da água. E David já não pôde deter-se. Foi como uma tormenta rápida, furiosa, desesperada. Embaixo das dobras do vestido que seguia flutuando na água, rasgou sua calcinha.
Ela enredou as pernas em torno de sua cintura.
David se apoderou uma vez mais de sua boca, exigente. Viu que arqueava as costas e abria ainda mais as pernas, desejosa de senti-lo dentro. Sustentando-a pelas nádegas, entrou nela ao mesmo tempo em que a atraía para si. Estava quente, duro contra sua sedosa suavidade. Grunhindo, afundou-se ainda mais profundamente.
Jayde perdeu o fôlego. O contraste de temperaturas em seu interior elevava ao máximo cada sensação, despertando até a última terminação nervosa. Seu corpo gritava em um gozo delirante, calado. Mal podia respirar. Cada movimento, cada profunda investida a elevava mais alto, afundava-a no clímax mais absoluto. Entre os dois tinham formado um vertiginoso redemoinho, levantando ondas que se frisavam luminosas nas escuras águas da laguna.
Sentia-se a ponto de explodir. Uma desesperada necessidade de gritar ao ar da noite subiu por sua garganta. Podia sentir toda a longitude de seu membro incendiando-a cada vez mais, a cada momento. E quando o sentiu estremecer, soube que estava perto.
Esse descobrimento foi a gota que encheu o copo. Sua vista nublou. Cega, deslumbrada, ondas escarlate explodiram em seu cérebro, coloriram sua mente. Seu corpo se balançou sobre o seu ao compasso das poderosas contrações. Até que David alcançou o orgasmo, vertendo-se nela com uma violenta convulsão final.