segunda-feira, 13 de junho de 2011

Mais um livro lindo de Lynne Graham, eis um dos trechos do romance Feitiço no Deserto, esse foi difícil escolher um momento para lhes presentear, eu amei o livro.


Jasim nadou até a borda e, após sair da água, caminhou na direção dela.
— Por que está saindo?
— Eu só acho que é prudente. — Elinor murmurou, tentando impedir que a sua atenção se voltasse para o corpo másculo e poderoso, enquanto ele se secava com uma toalha.
Dirigindo o brilho dos olhos para ela, Jasim fitou-lhe os lábios.
— Por quê? Você também me quer. Não tente negar o que sentimos.
A declaração audaciosa de Jasim fez com que a face delicada de Elinor ficasse completamente corada. Com as mãos trêmulas, ela apertou o laço do robe que vestia.
— Mas isso não é o suficiente. — ela protestou, tentando manter o controle da situação.
Jasim segurou-a gentilmente pelos pulsos e puxou-a contra o seu próprio corpo.
— Isso é apenas o começo...
E ela se rendeu aos beijos famintos e ardentes que se seguiram. Jasim beijava-lhe os lábios com um apetite voraz e o desejo que ela sentia aumentava a cada segundo, até seu corpo começar a estremecer contra o dele, ansiando por mais.
— Sei que aqui não é o lugar certo para isso, mas você é irresistível. — ele falou ofegante. Em seguida, Jasim ergueu-a em seus braços e a carregou até o elevador.
Elinor nunca havia entrado no elevador antes, pois o mesmo levava até o quarto principal para facilitar os mergulhos matinais que Jasim aparentemente apreciava. Ele a colocou de volta ao chão, perto da enorme cama, e em seguida deslizou o robe que ela vestia pelos ombros roliços até fazer com que a peça caísse, tocando-lhe os pés descalços. Elinor ergueu os olhos para encará-lo e a atenção de Jasim se voltou novamente para os lábios cheios e rosados dela.
— Não podemos fazer isso! — ela exclamou, alarmada pela intimidade do quarto.
Jasim pegou uma de suas mãos, colocando-a sobre o short que vestia para que ela sentisse o poder do seu membro rígido por baixo do tecido.
— Por favor... eu não vou conseguir dormir desse jeito.
Elinor poderia ter resistido a qualquer outra reação, mas o desejo a excitava até o centro de seu ser, tocando-lhe até mesmo o coração. Quando um homem a desejara dessa maneira? Até onde Elinor se recordava, os homens sempre a fizeram se sentir estranhamente alta e indelicada. Encontrando o brilho intenso dos olhos dele, ela se regozijou pela atração que ele demonstrava por ela e suprimiu a voz da razão que lhe avisava para ter cautela. Ela não fora sempre sensata e controlada? Havia algum dano real em se arriscar apenas uma vez? Principalmente quando ela estava completamente atraída por ele? Elinor se segurou a este último pensamento, ávida para se render ao forte desejo de Jasim. Esta poderia muito bem ser a única vez em sua vida em que um homem a chamaria de "irresistível"...
Antes que Elinor tivesse tempo de registrar o que Jasim estava prestes a fazer, ele havia tirado a parte superior do biquíni violeta que ela usava, até que os seios fartos e sensuais ficassem expostos. Um suspiro de prazer escapou de sua garganta quando ele vislumbrou a proeminência dos mamilos rosados.
— Você tem o corpo mais maravilhoso que eu já vi. 
Ele tocou-lhe os mamilos com as pontas dos dedos, fazendo com que ela gemesse e sentisse um calor se espalhar por todo o seu corpo. Elinor ansiava por mais e ele não demorou em responder a essa ansiedade. Jasim acomodou-a sobre a cama e, inclinando a cabeça, segurou-lhe um dos mamilos, mordiscando-o levemente, para então sugá-lo com ferocidade, deixando-a completamente enlouquecida. Elinor sentia a região mais íntima de seu corpo pulsar de excitação, aumentando a sua temperatura interna e acabando com o pouco controle que ainda lhe restava. Jasim prosseguia com a carícia, ao mesmo tempo em que baixava uma das mãos e tocava-lhe, fazendo com que ela arqueasse o corpo numa reação tão violenta que quase a deixou com medo.
— Você está muito tensa. — ele censurou, livrando-a da parte inferior do biquíni e erguendo-se da cama para retirar o short molhado que vestia.
Mais uma vez, a dúvida e o nervosismo a golpearam.
Tudo estava acontecendo muito rápido e ela tentava entender como havia permitido que as coisas chegassem a esse ponto, sem que ela tivesse se perguntado seriamente sobre o que estava prestes a fazer.
Afinal, dormir com um homem pela primeira vez era um assunto muito sério para ela. Elinor fitava assombrada a sua primeira visão de um homem nu. Ela se sentia assustada e excitada ao mesmo tempo e se perguntava se estaria fazendo a coisa certa ou se estava simplesmente permitindo que essa forte atração a vencesse.
Jasim olhou para ela e sentiu uma satisfação que o deixou surpreso. Ela parecia uma deusa, ele pensou admirado, os cabelos sedosos e brilhantes espalhados sobre o travesseiro eram a combinação perfeita para o rosto delicado e as curvas voluptuosas de seu corpo. Nunca uma mulher conseguira lhe despertar um apetite tão voraz... nem mesmo Sophia tivera esse poder. Mas ele jamais seria vulnerável com uma mulher novamente, senão permitiria que o desejo superasse o seu juízo, ele pensou confiante.
— Eu a quero agora. — Jasim confessou, voltando a se deitar ao lado dela; o corpo másculo e poderoso estava tenso de desejo.
Apesar do desejo incontrolável que sentia, Jasim se esforçou para se lembrar da sua primeira motivação: possuí-la serviria apenas para se assegurar de que ela perderia o poder de sedução sobre o seu irmão.
Só de contemplar os bonitos traços daquele rosto másculo, Elinor sentiu sua boca se ressecar e o coração disparar dentro do peito.
— Eu nunca me senti dessa forma antes. — ela sussurrou com nervosismo.
Descartando imediatamente aquela declaração ingênua, Jasim suprimiu um riso de escárnio e, inclinando a cabeça, beijou-lhe os lábios novamente. Involuntariamente, Elinor se derreteu mais uma vez. Suas inseguranças desapareciam enquanto o seu corpo se rendia às deliciosas sensações do toque e do aroma masculino.
O corpo másculo e poderoso estava tão quente, forte e excitado... Ela teve uma imagem delirante de como seria a sensação de senti-lo dentro dela e ficou chocada pela direção de seus próprios pensamentos.
Jasim acariciou o ponto mais sensível de seu corpo e ela soltou um gemido alto de prazer. Com um dedo, ele descobriu que o seu interior era incrivelmente pequeno e apertado. Ela arfou e se contraiu e Jasim ficou admirado com a habilidade teatral de Elinor. Claro que, como Sophia, ela deveria ter presumido que um príncipe árabe apenas a valorizaria se ela pretendesse ser uma virgem. Sophia havia gasto uma fortuna para ter o seu hímen cirurgicamente restaurado e ele tinha sido estupidamente enganado, Jasim se recordou com profunda amargura.
— O que foi? — Elinor ofegou, notando os olhos dele se escurecerem. Ao mesmo tempo, ela se perguntava se ele finalmente teria descoberto a sua falta de experiência.
— Nada poderia estar errado...
— Eu nunca dormi com nenhum outro homem. — Elinor admitiu, sem graça — Isso é um problema?
— Como poderia ser, quando está prestes a me honrar na frente de todos os outros homens? — o brilho cínico dos olhos dele se intensificou ainda mais ao ouvir a cautelosa afirmação que ela fizera no último minuto, alegando sua inocência sexual. Jasim estava louco pela expectativa de ter o corpo dela sob o seu, mas ele teria preferido o seu frio autocontrole para dizer a Elinor que ela era uma mentirosa e que a sua simulação não conseguira enganá-lo nem por um segundo.
Afastando as pernas dela com os joelhos, ele sentia leves tremores de excitação percorrer toda a extensão de seu corpo. Levado por um desejo feroz, ele começou a penetrá-la lentamente, mas ficou tenso ao ouvi-la soltar um grito agudo de dor. Jasim sentiu o sangue congelar nas veias, sem esperar que o fingimento dela chegasse a esse ponto.
Elinor estava aflita.
— Desculpe... Está tudo bem. — ela murmurou, baixando os cílios.
— Eu devo lhe pedir desculpas. Deveria ter sido mais cuidadoso. — Jasim falou ofegante, admirado por conseguir corresponder ao disfarce dela, ao mesmo tempo em que avançava lentamente.
Conforme seu desconforto diminuía, ela sentia o prazer aumentar a cada movimento dele. Elinor arfou e envolveu os braços ao redor das costas poderosas de Jasim, descobrindo que novamente ele estava lhe proporcionando sensações que ela nunca ousara sonhar que existissem. Violentas ondas de prazer tomaram Elinor, levando-a ao ápice explosivo e deixando-a completamente saciada. Jasim baixou os olhos e fitou seu rosto com admiração.
— Você me levou ao paraíso. — ele declarou enquanto a abraçava. Elinor sentia as fortes batidas do coração dele contra o seu próprio peito e teve que se esforçar para conter as lágrimas de emoção que começavam a brotar nos olhos.
Elinor espalhou beijos carinhosos sobre um dos ombros largos e bronzeados de Jasim, ao mesmo tempo em que guerreava interiormente contra a onda de embaraço que ameaçava derrubá-la mais uma vez.
— Eu preciso voltar para o meu quarto. — ela murmurou, poucos minutos depois.
Jasim a abraçou ainda com mais força. Ele tinha toda a intenção de satisfazer completamente o seu desejo por ela.
— Esta noite você é minha e ficará aqui comigo. — ele declarou em um tom rouco.

domingo, 12 de junho de 2011

TRECHO DO LIVRO EM NOME DO DESEJO DE LYNNE GRAHAM

ANTES DE LHES DEIXAR A PARTE GOSTOSA DO LIVRO, GOSTARIA DE LHES DIZER A RESPEITO DESTE LIVRINHO, OLHA NÃO SOU MUITO FÃ DE RUSSO ( ACHO-OS INSENSÍVEIS DEMAIS E TRUCULENTOS), MAS CONFESSO QUE ME SURPREENDI COM ESSE MAGNATA QUE DE PRIMEIRA IMAGINEI UM MAFIOSO, MAS ME ENGANEI REDONDAMENTE, COMO OS SHEIKS DE LYNNE GRAHAM, ESSE LIVRO É MUITO FOFO. AGORA CHEGA DE FALAR . BEIJOS MINHAS FLORES....


Sergei conhecia muito bem as mulheres e, a julgar pelas pupilas dilatadas que ela exibia no azul esverdeado do olhar e o brilho de excitação, ele sabia que estava próximo da vitória.
Isso não acontecerá. Apenas confie em mim.
Com toda a segurança que lhe era peculiar, Sergei inclinou a cabeça e beijou os lábios trêmulos dela, que se partiram instintivamente para sentir o sabor da boca masculina.
Alissa sabia que não deveria confiar nele. Como poderia? Se uma modelo famosa não conseguia segurá-lo por muito tempo, que esperanças ela poderia ter? Contudo, o fogo do desejo era tão forte que Alissa resolveu ceder à tentação. E, no momento em que ele repousou as mãos nos quadris dela e gentilmente a aproximou do próprio corpo, ela se espantou com o volume da ereção que podia perceber por baixo do tecido fino da calça masculina.
Sergei libertou-a do sutiã e, por um breve instante, extasiou-se com a visão dos seios exuberantes.
Você é uma deusa! — Ele exclamou e, acoplando as palmas das mãos sobre os botões róseos e enrijecidos, pressionou o corpo pequeno com cuidado até conseguir que ela se deitasse. Só então inclinou a cabeça e sugou-lhe um dos mamilos. A sensação doce e torturante ao mesmo tempo liberou uma onda de prazer tão grande que alcançou os recônditos mais íntimos do corpo feminino, fazendo com que os quadris reagissem com movimentos rítmicos e espontâneos.
O nível como ela correspondeu às carícias dele o deixou enlouquecido. Sergei ergueu o corpo e livrou-se da camisa com tamanha rapidez que, em questão de segundos, o torso bronzeado e perfeito pareceu surgir como uma visão diante dos olhos de Alissa. Incapaz de resistir à tentação, ela estendeu os braços e deslizou os dedos sobre a musculatura definida do tórax poderoso. Depois, pressionou os lábios contra um mamilo masculino e se deliciou com a reação instintiva provocada.
Yizihkom — ele murmurou com a respiração acelerada. Ansioso por agradá-la da mesma maneira como ela o estava agradando, ele inclinou a cabeça, abocanhou-lhe um dos seios e provocou com a língua o botão intumescido. Ao mesmo tempo, moveu uma das mãos até alcançar o ventre feminino e introduziu os dedos ágeis pela borda da calcinha rendada. Afagou com movimentos eróticos o centro sensitivo, destruindo o que restava do autocontrole de Alissa.
Oh, por favor... — ela gemeu, abrasada pela emoção. Com um gesto rápido e rude, Sergei despiu-lhe a peça íntima e descobriu o ninho úmido e quente que parecia implorar pela invasão masculina.
Tornando a erguer-se, ele livrou-se do restante das roupas, enquanto ela o olhava, extasiada. Era a primeira vez que via um homem totalmente nu, e a visão da potente ereção a assustou:
Meu Deus! Vai ser impossível nos ajustarmos!
Sergei deu uma gargalhada diante do comentário inocente julgando tratar-se de uma piada, já que, na entrevista feita pelo advogado, ela havia declarado ser uma mulher madura com relação a experiências sexuais.
É que estou tão louco por você que até me superei — ele respondeu com zombaria e, posicionando-se sobre ela, penetrou-a sem se preocupar com preliminares. Ela gritou e cerrou os dentes ao sentir uma dor dilacerante.
Sergei interrompeu-se e a olhou com incredulidade, ao mesmo tempo em que notou uma resistência à invasão viril.
Não acredito que seja virgem!
Por quê? É contra a lei? — Ela devolveu com sarcasmo, ainda demonstrando o desconforto pela agressão sofrida na musculatura delicada e, até então, intocada.
Prefere que eu pare? — ele perguntou com frustração, por causa do extraordinário prazer que estava sentindo.
Sergei estava completamente confuso. Ficava difícil conciliar a imagem da mulher que ele pensava que Alissa era com a que agora aparentava ser. Ele havia optado por uma mulher que não lhe oferecesse surpresas. Aquela que aceitasse os termos do contrato teria que ser necessariamente alguém que não se importasse com sentimentalismos e o interesse fosse apenas no dinheiro que receberia por sua parte no trato. Ao invés disso, ele acabara com uma virgem e, pelo que pudera observar, não se importava com a riqueza dele.
Ele a estudou por um instante e, de repente, um pensamento extremamente animador para um homem machista como ele o consolou. Alissa era sua esposa e nenhum homem a havia tocado antes. Talvez fosse até uma espécie de presente a ser celebrado.
Não. Não quero que pare. — Alissa finalmente respondeu, envolvida no calor erótico em que se encontravam.
Com um suspiro aliviado, Sergei começou a mover-se novamente, porém, com todo o cuidado que a situação exigia. Ele gostava de desafios e pretendia proporcionar a ela o melhor que poderia fazer para satisfazê-la.
Como um homem experiente na arte da sensualidade, Sergei conseguiu conduzi-la a um êxtase rápido e, junto com ela, atingiu um orgasmo incrível, aliviando a preciosa semente de seu desejo enquanto o corpo estremecia de prazer. Enquanto Alissa ainda se contorcia de prazer e dor ao mesmo tempo, Sergei provava a mais fantástica experiência sexual de toda sua vida.
Alguns segundos depois, ele imaginava se aquela única relação poderia tê-la engravidado. Por certo ele não desejaria que isso acontecesse tão rápido, agora que descobrira o imenso prazer que ela poderia lhe proporcionar. Não haveria homem no mundo que se negasse àquele prazer antes de atingir o objetivo planejado, ele tentou confortar a si mesmo em pensamento.
Bihla chudyesna... Você é magnífica! — Ele exclamou com satisfação e depositou um beijo rápido em um lado do rosto miúdo. — É uma pena que precisaremos retomar para a festa.
As palavras dele a fizeram cair na realidade e, subitamente, Alissa se ergueu da cama. Não vendo onde estava o roupão, agarrou o lençol da cama e cobriu o corpo.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

OBA!!!OBA!!! GANHEI MAIS UMA SELINHO DA MINHA QUERIDA ROSANE FANTIN

ESSE SELINHO LINDO GANHEI DA MINHA QUERIDA ROSANE DO BLOGUE ROMANCES AO VENTO, FAÇAM-NA UMA VISITA E VEJA QUE LINDO É O BLOGUE DELA, DETALHE, ROSANE É UMA EXCELENTE ESCRITORA, COM LINDOS TEXTOS QUE ELA POSTA NO BLOGUE E COM LIVRO JÁ LANÇADOS, EU SOU SUSPEITA.RSRSRS

AGORA COMO TODA REGRA QUE SE PREZA DEVO EM PRIMEIRA MÃO DIZER QUEM ME PRESENTEOU COM TAMANHA HONRA:
BLOGUE ROMANCES AO VENTO  E DEPOIS
INDICAR de 5 a 10 BLOGUES QUE VOU PRESENTEAR COM O SELINHO:
AÍ VAI MINHAS SELECIONADAS DESTA SEMANA.
PEGASUS LANÇAMENTO
PRAZER EM SEDUZIR
BLOGUE OVEJA NEGRA
BLOGUE RAINHA DOS ROMANCES
BLOGUE ADORO ROMANCES
 BLOGUE LITERATURA DE MULHERZINHA
  BLOGUE BIBLIOTECA DE ROMANCE

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Trecho do livro Oásis de Sedução de Donna Young

A porta se abriu. Ela olhou para trás de Jarek e viu que Ivan não estava mais à porta. Jarek entrou, virou-se e fechou a porta. Estava com o olhar firme e tinha olheiras. Ele aguardou com a mão na maçaneta, dando a ela tempo de sobra para fazer objeção.
Estava mais do que nunca parecendo um guerreiro. A postura grandiosa, o corpo rígido, as feições fechadas. Suas íris negras faiscaram, intensas de desejo e, ela pensou com tristeza, de fúria também.
— Bash?
— Depois. — Ele balançou a cabeça, nitidamente contendo a raiva. — Preciso que seja depois.
Ela assentiu e Jarek quase suspirou de alívio. Então, num estalar de dedos, os demônios do passado e do presente voltaram para os cantos escuros de onde vieram. E com eles sumiram as incertezas dele, suas perguntas e suas responsabilidades.
— Não sabia se você vinha. — Lentamente, ela tirou o casaco dos ombros e jogou em uma cadeira. — Que bom que veio.
Jarek se forçou a ficar em pé.
Ela ainda estava com o mesmo vestido do baile. O cetim brilhava à luz da lareira. O tom de esmeraldas líquidas e escuras do vestido fluía pelo corpo dela e o tecido lhe envelopava o corpo como uma segunda pele.
Sarah tirara os sapatos. De onde ele estava, viu as pontas dos dedos dos pés dela escapulindo debaixo da barra do vestido. Lentamente, ela baixou as alças dos ombros e levantou os braços.
— Pare. — A palavra saiu da garganta dele em um tom grave e rouco, vibrando com a força controlada.
— Tudo bem. — Ela já não mais denotava nervosismo na voz, que agora emanava segurança feminina. Caminhou descalça em direção a ele com o vestido se agarrando às curvas, cobrindo tudo, exceto os ombros.
Sarah parou a menos de 15 centímetros de seu corpo. O desejo lhe sombreara os olhos, que agora exibiam um tom turbulento de verde. Ela o absorveu com seus olhos maliciosos e ardentes.
— Vamos fazer isto juntos.
Jarek chiou. Foi tomado pelo desejo, tremor após tremor, e assim ela passou a dominar a situação.
Ela pegou a mão direita dele e levou os dedos aos seus lábios. Gentilmente, beijou cada dobra dos dedos, beijos leves como borboletas que o fizeram apertar a mão e retesar o corpo.
Rindo graciosamente, ela pegou o dedo médio dele e o esticou. O verde de seus olhos ganhou um tom maliciosamente sombrio quando ela introduziu o dedo na boca, lambendo-o por inteiro, sugando, brincando, mordiscando.
O desejo se derramou sobre ele como lava, invadindo-lhe as veias e quase o fazendo cair de joelhos.
— Pronto? — Sem esperar resposta, ela levou os dedos ao coração. Ele bateu uma vez, e duas, sob a palma da mão dela, até que ela pegou as duas mãos dele e as colocou sobre os seios.
Os polegares dele lhe roçaram os mamilos, duros e lisos sob o cetim. Ela respirou mais fundo e os seios incharam.
Como se dotadas de vontade própria, suas mãos lhe desceram o corpo vagarosamente, tirando o vestido de cetim da pele sedosa.
Usando as dobras dos dedos, ele traçou o contorno de suas costelas, das laterais, da delicada concavidade onde se encontravam o quadril e as coxas. Com um só puxão usando o polegar, ele fez o tecido fino cair aos pés dela junto com o vestido. Sarah oscilou o corpo, chegando mais perto, e o domínio da situação se reverteu novamente.
Insatisfeito com a distância entre os dois, Jarek desceu o braço até o traseiro dela e a levantou, apertando-a contra o peito.
— Você ainda está de roupa — sussurrou ela enquanto envolvia o pescoço dele com seus braços e mergulhava os dedos em seus cabelos grossos e fartos.
Ele abocanhou um dos mamilos e sugou até ela ronronar de tanto prazer. De repente, ela se soltou e escorregou pelo corpo dele abaixo, curvando-se quando as mãos dele lhe acariciaram da base da espinha ao ponto sensível entre as omoplatas.
— Minha vez. — Um por um, ela foi abrindo os botões da camisa dele, largando beijinhos na pele firme. Ela então foi tirando a camisa pelos ombros, parando apenas ao alcançar os pulsos.
— Não — sussurrou ele com a voz rouca de excitação.
— Shh... — Ela lhe beijou os lábios graciosamente, e ele sentiu seu hálito doce na boca. Então ela puxou e a camisa foi ao chão.
Ela lhe beijou o queixo. Deslizou os lábios pela clavícula. Ele a segurou pela nuca e seus dedos lhe adentraram as madeixas pesadas que batiam nos ombros. As pontas dos cabelos lhe roçaram o peito enquanto ela passava os lábios no mamilo marrom e liso, parando só um pouquinho para brincar mais antes de prosseguir.
Lentamente, ela beijou o músculo rígido entre o pescoço e o ombro. Jarek esperou, prendendo a respiração. Nas pontas dos pés, ela deu a volta e foi para trás dele, largando um rastro de beijos levíssimos em ambas as extremidades dos ombros e na nuca.
As mãos de Sarah foram lhe subindo pelos braços, segurando-o com força enquanto ela apertava o peito contras as costas dele. Jarek grunhiu sentindo o doce prazer que lhe atingiu no ponto mais profundo de si. Fazia muito tempo que suas cicatrizes não sentiam outro toque além do toque do tecido das roupas que vestia. Com os lábios e os dedos, Sarah acariciou cada reentrância, deixando sua marca, afastando os demônios de vez.
Finalmente, Jarek não aguentou mais. Ele virou o corpo, colocou o braço debaixo das pernas dela e a levantou. Embalou-a novamente junto ao peito. Sua boca encontrou a dela em um longo e doce beijo que deixou a ambos sem fôlego.
Com uma gentileza da qual ela jamais imaginou que ele fosse capaz, ele a colocou no meio da cama. Ela se apoiou sobre um cotovelo, os olhos pesados de desejo, observando-o tirar a calça.
Sarah viu os músculos firmes que formavam seu físico. As coxas rijas, o peito bem esculpido. Mas foi o desejo naqueles olhos escuros que a fez levantar os braços.
Pouco depois, ele a apertou sobre o colchão, carimbando seu corpo contra o dela. Como ela acabara de fazer minutos antes.
Ele cavou fundo para encontrar uma ternura que não se permitia usar fazia muito tempo. Uma ternura que ela precisava sentir tanto quanto ele precisava dar.
Como se lendo seus pensamentos, Sarah abriu as pernas, encaixando-o no vértice úmido entre elas.
Um gemido grave brotou do fundo do peito de Jarek. O sub tom indicava uma emoção tamanha que ameaçava partir o coração dele. Sarah lhe puxou os cabelos, empurrando-lhe a boca para baixo, para sua boca.
— Vou fazer melhor, Jarek — sussurrou. — Juro.
Ele a beijou primeiro lentamente, deixando o desejo crescer até suas bocas se moverem juntas. Selvagens. Eróticas.
A mão de Jarek desceu, adentrando o triângulo entre as pernas. Ele sentiu o calor na palma da mão e então usou o polegar, fazendo movimentos circulares gentis até ela começar a balançar o corpo, querendo mais. Sarah começou a massagear os músculos tensos das costas dele, acarinhando a pele trêmula e suada até o desejo espetar a base da espinha de Jarek, e todos os nervos de seu corpo gritaram, pedindo libertação.
Ela tremeu debaixo dele. Sua respiração começou a ficar entrecortada enquanto lutava para controlar o maremoto que ameaçava derrubar o controle de ambos.
— Jarek — sussurrou ela, cravando os olhos agitados nos dele. — Não posso. Por favor.
Ele a adentrou de uma só vez. Depois ficou olhando o verde de seus olhos perdendo o foco para o prazer.
Seus movimentos se coadunaram e ele encontrou a ternura que temia encontrar: ela estava em cada investida fluente e macia.
Pela última vez o domínio da relação foi trocado novamente, mas agora nenhum dos dois estava dominando.
Mas não se importaram com isto. A liberdade compensava. Eles foram com tudo até o limite, explodindo sobre o controle. Agarrados um ao outro, caíram num abismo tranquilo... onde só existiam os dois.