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sexta-feira, 26 de março de 2010
TRECHO DO LIVRO ©"O PRÍNCIPE DO DESERTO " DE ©IRIS JOHANSEN
"O modelo foi copiado de um autêntico vestido de noiva beduíno.O brocado foi idéia minha, embora a lã seja o tecido tradicional.Eu queria texturas diferentes esta noite..."
Ela sorriu e tirou o vestido da caixa. Philip e suas texturas...
Não teria do que reclamar daquele tecido. este era ao mesmo tempo macio.flexivel e firme. E o toque causava imenso prazer...
Estava claro que ele desejava tocá-la naquela noite,e o pensamento fez com que sentisse um tremor pelo corpo.A tensão sexual entre eles ficava evidente a cada minuto que passavam juntos. ainda assim, nas duas últimas semanas tinham vivido uma atmosfera de sonho. Philip fora gentil e amável, entretanto era certo que vinha contendo o próprio desejo.
Mas, naquela noite, todo esse sentimento explodiria. O prazer seria tão natural e espontâneo quanto fora da primeira vez.
A excitação cresceu dentro de Pandora. Era como antecipar um salto de paraquedas: apenas o céu e o desconhecido à frente. E, evidentemente. Philip decidiria antecipar sua invasão.
Mordeu o lábio. Sentia-se feliz. Era hora de transformar o sonho em realidade. Rodopiou com o vestido à frente do corpo. Sim, estava pronta para ele.
Philip não se juntou a ela no jantar daquela noite. Quinze minutos aós a bandeja com a comida ter sido trazida, Pandora se encontrava na sacada, ainda tentando acalmar o aperto no estômago, quando ouviu alguém fechar a porta.
- Entre e deixe-me vê-la... - Ele ficou em pé no meio do quarto. Estava soberbo, vestido de branco. As linhas da calça e da camisa de mangas longas exaltava os ombros cintilava no ecuro. - Já esperei muito. Está muito escuro aí fora para eu poder vê-la.
- Eu estava imaginando se viria ou não -ela falou enquanto caminhava na direção dele. - Não apareceu para o jantar.
- Aprendi a lição da última vez. Tive que esperar apenas dois dias e quase enlouqueci. Teria sido capaz de atirar a bandeja longe esta noite.
- Eu também.
-Verdade? - Ele ficou surpreso. - Tive receio de que achasse que eu a estava precionando.
- Um pouco, talvez.- Pandora sorriu,provocativa. - Amanhã era para ser o dia da grande conquista.
-Mas ainda será. - Philip tomou-a pela mão e a conduziu para dentro, fechando as portas que davam para a sacada. - esta é apenas a noite com seu Khadim .
Prometo. Fique aqui enquanto acendo a luz.
Ele era apenas uma sombra em meio à penumbra do cômodo, até que o brilho do abajur o iluminou.
- Eu sabia que o vestido lhe cairia bem - falou, os olhos cintilando. _ A intensidade da púrpura contra a pele branca... Não há nada bonito neste mundo.
- Adorei... Faz com que eu me sinta uma princesa.
- Toda noiva deveria se sentir assim. Esta é uma vestimenta nupcial, Pandora. Poderíamos nos casar ainda hoje. Porque não voamos para Marasef e cuidamos das formalidades? Sab e que acabaremos por faze-lo cedo ou tarde- Provavelmente- ela respondeu com certa aspereza, na verdade, tentando se controlar. Philip estava tão próximo que podia sentir o aroma de sua pele.
- Decerto que sim, tocou -a nos ombros,massageando-a através da maciez do tecido. - Já não me fez esperar o suficiente?
- Não costumo brincar a respeito desse tipo de assunto. è muito importante que eu tenha certeza.- Compreendo, claro. - Roçou os lábios dela com os seus. - Gostaria que não fosse assim. Seria muito mais fácil agarrá-la e força-la a se decidir . - Olhou-a, malicioso. - conheço uma excelente maneira...
Em um rápido movimento, pegou-a no colo e a carregou até a cama, o rosto iluminado.
- Estou avisando... Pela manhã, cumprirei minha promessa. - Colocou-a na cama envolta em uma nuvemde brocado purpura e a fitou nos olhos. - Serei um Khadim tão sedutor que nunca mais poderá viver sem mim.
- Não há mérito nenhum nisso. Eu já não posso viver sem você.
Philip a olhou com ternura enquanto afastava uma mecha de cabelo da testa.
- Então já percebeu o quanto é simples. Nenhum de nós pode mais viver sem o outro daqui em diante. Vire-se, Pandora. Deixe-me livra-la dessa coisa...
- Não é uma coisa! É um lindo vestido. - Ela rolou na cama e ficou de costas para ele. Ouviu o som do zíper sendo aberto. - Vejo que não gosta, mesmo, de perder tempo.
Philip a acariciou nas costas e nas nádegas , lascivo.
- Deus! É mesmo muito bonita!
- Eu disse que não gosto de jogar.
- Terei de ensiná-la. Alguns jogos são agradáveis. Sei que se sairá melhor neste que em mah-jongg.
- Sem dúvida - ela disse, rindo. - Philip passou a beijá -la na parte de baixo das costas, o que a fez perder a respiração. - Não é justo.
- Se você gosta, é sim. - Ele roçou o rosto meio áspero contra sua pele. - Diga -me do que gosta e eu ditarei as regras do jogo.- É o que você sempre faz - ela protestou ao sentir uma mordida mais forte. - Você jantou?
- Não. Não consegui comer. Também não consegui dormir na noite passada. às vezes mer pergunto se conseguirei fazer isso tudo de novo. - Passava as mãos de cuma abaixo pelas costas delgadas, delici ando-se com a maciez da pele. - Já chega . Estou cansado de esperar, Pandora... - Virou-a na cama, terminando de tirar-lhe o vestido, o rosto transformado pelo desejo.- Nenhuma sedução? - ela perguntou com um sorriso de lado.
- Estou tentando. Mas nunca foi tão difícil. - Philip abaixou-se e a beijou no ventre.
O simples contato fez com que os músculos dela se contraíssem. Institivamente, Pandora o segurou pelos ombros.- Era apenas um jogo com as outras - ele confessou com voz rouca. - Com você significa muito mais.O coração dela acelerou. Encontrava-se tomada por um calor que a impedia de raciocinar.
- Significa muito para mim também... Philip.
Pandora cravou as mãos nos ombros largos por cima da camisa em resposta à carícia.
- Sim... não! O que você disse? - Arqueou o corpo para trás e soltou um gemido.
Ele levantou a cabeça .- Adoro ouvi-la gemer assim, mas receio não conseguir esperar mais. - Beijou a mão que ainda o segurava pelo ombro. - Mas me incomoda perceber que parece confusa quanto à sua beleza. Creio que devamos esclarecer as coisas de uma vez por todas. - Levantou-se e a puxou com ele. - Venha. - Dirigiu-a a suíte ao lado , ignorando o espanto dela.- Philip, não entendo... - Pandora interrompeu a fala assim que entrou no quarto. Havia um enorme espelho triplo, que cobria as paredes de cima abaixo. as luzes estavam apagadas, e a única claridade vinha do quarto adjacente. Ficou um pouco chocada ao se ver completamente nua, tendo Philip atrás de si ainda vestido.
Ele a enlaçou pela cintura.- Pensei que gostaria disto. Na noite em que foi instalado, detei-me na cama, imaginando-a desta forma, em pé, cercada pelos três lados do espelho. Sabe o efeito que teve sobre mim? - Abaixou-se e sussurou-lhe ao ouvido:- O desejo me queimava por dentro de tal forma que quase corri para o quarto ao lado para me perder dentro de você para sempre. E tenho sentido o mesmo todas as noites desde então. - Começou a desabotoara camisa,deixando à mostra os pelos sedosos do peito.
A imagem refletida acentuou as emoções que ela já sentia, dando-lhe a impressão de que poderia explodir a qualquer momento.- Veja como é bonita - prosseguiu Philip, acariciando os seios com as mãos em concha. - É assim que a vejo. Suave e firme ao mesmo tempo.- Sinto-me uma narcisista. - Pandora soltou uma risada fracae pendeu a cabeça para trás, apoiando-se nele. - Acho que estou sem graça.- Não deveria. - Ele tinha um corpo muito bonito, os músculos bronzeados iluminados pela fraca luz. - Gosto de olhar para você.- É melhor deixarmos tudo por igual. - Despiu-se rapidamente. - Agora estamos empatados. Sente- se melhor?Pandora não saberia dizer como se sentia. Uma espécie de eletricidade percorria seu corpo, enquanto ele a acariciava , pausando aqui e ali, em moviementos sensuais. A respiração de Philip parecia cada vez mais rápida e ela podia sentir sua excitação pela rigidez do membro pressionado ontra ela. O calor que havia entre eles era alucinante.
- Não posso mais esperar - ele falou com a voz rouca - Já demoramos demais...
- Pois não espere. - A voz dela tremia, assim como todo o corpo. - Também não suporto mais.
- Philip a pegou no colo e fez com que abrisse as pernas, colocando-as em ambos os lados dos quadris.
- Segure-se em mim - instruiu, antes de encostá-la contra uma das paredes e permanecer em pé, ofegante. Seus movimentos foram rápidos, bruscos, permeados por um desejo selvagem, até que a penetrou.
Pandora gemeu alto, cravando as unhas em seus ombros. Philip se movia com volúpia, como se desejasse desaparecer dentro dela.- Parece que nunca é o suficiente. Quero mais e mais de você. - Moviam-se num ritmo frenético, quente, e ela precisou morder o lábio para não gritar. - Você é minha - Olhavam-se nos espelhos. - Diga, Pandora...
- Sou sua - ela murmurou num gemido.E era verdade. Pe rtencia a Philip por inteira. Ele era intenso, quente, vivo, pensou atordoada, em meio a uma necessidade urgente de tê-lo cada vez mais.Philip a segurou pelos cabelos e a fitou nos olhos.
- Pertencerá a mim para sempre... Nunca mais irá embora. - Cobriu-lhe os lábios com avidez, selvagem, possessivo. - Não permitirei que me deixe nunca mais.Segurou-a com firmeza e caminhou em direção à cama. Sentou-se na beirada, ainda com ela ao colo, as mãos auxiliando-a a mover os quadris. Pandora o cavalgou, arquejante, e Philip se esticou as costas na cama enquanto lhe acariciava os seios com lascivia.
- Sempre gostou de cavalgar... Eu sabia que gostaria assim. Ainda a faço se lembrar de Édipo? - A expressão dele revelava o imenso prazer que sentia.
- Não. - Pandora mal conseguia falar, tão envolvida estava nas sensãções que cresciam dentro dela, levando-a para um mar de volúpia que nunca imaginou ser tão poderoso. - Você é mais selvagem... muito mais.- Eu disse que você não nos conhecia como pensava, mas está aprendendo rápido. Segure-se mais um pouco, meu amor... Estamos chegando à melhor parte.
Ela estava tonta, imersa numa semiconsciência. Era como se naquele momento não existisse mais nada no mundo além deles.
O calor foi crescendo cada vez mais, até que Pandora sentiu um intenso arrepio percorrer-lhe a espinha. Teve a sensação de que viajavam juntos até a estratosfera, ou além, numa explosão intensa de sentidos.
Abraçou Philip, repousando o rosto em seu peito, sentindo o peito arfante eo o coração acelerado, assim como o seu.- Você está bem?
Ele riu.
- Eu deveria fazer essa pergunta. - Beijou com delicadeza. - Sim, sem dúvida alguma. Nunca me senti tão bem em toda minha.
Também me sinto assim. - Pandora se moveu de forma a sair de cima dele. - Sou muito pesada...
- Não. - Philip a abraçou com força. - Fique. Fique aqui para sempre.
- Seria um incômodo, não acha? - Ela o beijou com carinho. - Embora eu desejasse continuar assim, eternamente aconchegada junto a seu peito.
- Pensarei em uma maneira. Deve haver uma. - Ele se virou na cama, deitando-se ao lado dela sem soltá-la.
Pandora sorriu, sentindo-se feliz.
- Gosto disso. Na noite do jantar, quando me abraçou dessa maneira, eu adormec. Belisque-me se eu dormir hoje...Quero sentir cada momento, bem acordada.
Uma intensa ternura se apoderou dele. Não tinha ainda se dado conta do quanto queria Pandora. Desde a noite do acidente, ela se mantivera reservada, não se permitindo entregar-se por completo, ao que ele não sabia exatamente como reagir, por mais que t entasse. Aquela não era a Pandora que conhecia: impulsiva, entregue, apaixonada.
Beijou-a na testa.
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O PRÍNCIPE DO DESERTO
trecho do livro A MULHER SEM NOME de JESSICA LOGAN
Sally mal ouvia o que ele estava dizendo. Era toda coração. Não conseguia se concentrar em nada que não fosse seu profundo amor por ele. David respirou fundo e jogou no prato o sanduíche que nem tinha mordido. Fechou os olhos um momento. Sally se imobilizou quando ele os abriu de novo, tomada pela paixão daquele olhar escuro. — Quero que faça uma coisa para mim — ele sussurrou sedutor, exigente, mandão, ajoelhando-se ao lado dela. — Quero ver você, cara mia. Inteira. Agora.Sem esperar permissão, começou a despi-la. Sally estremeceu de prazer e ansiedade enquanto ele tirava suas roupas com grande delicadeza, murmurando coisas para acalmá-la.E, quando ela se ajoelhou nua diante dele, o sol beijando delicadamente as curvas de seu corpo, sentiu um outro calor, interior, corar toda sua pele, enrijecendo os bicos de seus seios firmes. David explodiu de desejo.Tocou-a, os olhos ardentes brilhando no rosto moreno. Puxou-a para si, explorando com as mãos os contornos daquele corpo, procurando com os lábios os centros de prazer erótico.Sally ficou louca com o encantamento daquela sensualidade. Sentia o corpo como uma chama entre as mãos dele. Movia-se com uma alegria nova, desconhecida, atenta apenas ao homem que a tocava, satisfazendo um desejo tão grande que a deixava cega para o sol, para a terra, para tudo que não fosse aquele toque.David movia-se com ela, seu corpo soberbo inteiramente controlado, as mãos e os lábios cheios de uma sabedoria velha como o mundo. A pele dele parecia um veludo quente tocando o fogo da dela.Ele controlava todos os movimentos de Sally, controlando sua própria paixão, abrindo caminho para a plenitude.Sally deu um grito de dor quando ele completou a união de seus corpos, mas imediatamente se viu dominada por um mar dourado de prazer, seu corpo um instrumento da satisfação. O grito ficou esquecido. Ela não tinha entendido a razão da dor. E agora não era hora de buscar na sua memória tão vazia.O céu e a terra se misturavam nos maravilhosos perfumes da primavera nascente. Tudo fazia parte daquele êxtase perfeito. Vagamente, ela notou que seu marido se imobilizou de repente, mas era tão aguda a alegria daquele instante que ela resolveu não prestar atenção e abandonar-se à beleza da união com ele, à languidez do abraço de depois do amor, que empalidecia todo o resto do mundo.Mas não foi assim para David. Um soluço brotou de sua garganta quando ele afastou o rosto para examinar atento a mulher abandonada em seus braços. Seu rosto empalideceu e a seriedade de sua expressão lutava com a felicidade conquistada.Sally o abraçou mais forte quando ele fez menção de se levantar.— Amo você, David. Não vá embora.— É preciso — ele disse.Ajoelhou-se, envolveu-a no cobertor sobre o qual estavam deitados e abraçou-a com força, os olhos atormentados.— Oh, cara mia! O que foi que eu fiz? — Havia desespero nas palavras sussurradas.Sally voltou à realidade de chofre. Não conseguia entender a inquietação que via no fundo daqueles olhos negros.— Não sei o que foi — disse, sorrindo, radiante. — Mas posso lhe garantir que foi muito bem-feito, David. Podemos fazer mais?Ele a abraçou com força, afundando o rosto nos cabelos curtos dela, tomado de súbita emoção.Sally ficou imóvel em seus braços, todas as suas células em êxtase. Vibrava de paixão, de desejo, mas não ousava dizer nada para não estragar a perfeição daquele momento.
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Trecho do livro A Escolhida de Abby Green
— Eu não poderia passar outra noite naquela cama, sabendo que você estava somente a alguns metros de distância.
— Eu quase fui até você ontem, mas não tive coragem.
— O quê? Sabe como foi difícil conter-me para não tocar você o dia inteiro?
Ele gemeu e inclinou a cabeça, tocando-lhe os lábios, saboreando-os como se fossem frutas suculentas. Seu controle estava desaparecendo enquanto acariciava as costas de Jane até o traseiro, então a puxava para si e a sentia ofegar contra sua boca quando ela sentiu sua ereção.
Num movimento gracioso, ergueu-a contra o peito e abriu a porta do seu quarto com um chute. Levou-a para o espelho, onde a colocou em pé. Jane o fitou no reflexo do espelho, uma pergunta no rosto.
— Isto é o que pensei ontem á noite, a imagem que me manteve acordado.
Ela sentiu as mãos másculas no alto de seu vestido, dedos roçando sua pele enquanto ele começava a descer o zíper. Jane sentiu a leve brisa da noite sobre sua pele e reagiu tremendo, enquanto ele gentilmente tirava-lhe o vestido e deixava-o cair no chão. Seu sutiã rapidamente seguiu, e então estava ali de pé, nua, exceto pela calcinha. Cobriu os seios com as mãos, sentindo-se tímida, mas Xavier posicionou-se atrás dela e exclamou:
— Olhe como você é bonita. — Beijando-lhe o pescoço e ombros, começou a tirar suas próprias roupas.
Jane podia ouvir o leve barulho da camiseta caindo no chão, seguido pelo jeans. Um aperto intolerável surgiu em seu abdômen enquanto continuava olhando-o pelo espelho, até que Xavier ficou atrás dela completamente nu, o corpo bronzeado fazendo contraste com a brancura do seu.
Inclinando a cabeça, Jane observou quando as mãos fortes a envolveram por trás e acariciaram os seios. Então deu um gemido gutural quando aquelas mãos fecharam-se sobre os seios com os mamilos presos entre os dedos. Podia sentir a ereção contra seu traseiro e instintivamente inclinou-se contra ele, deliciando-se ao ouvir o gemido baixo de Xavier. Ele a virou para encará-lo, trazendo-a para um contato íntimo com toda extensão do seu corpo, enquanto tomava-lhe a boca. As mãos estavam por baixo da calcinha, então a deslizaram até removê-la.
Ela tremeu descontroladamente quando ele a ergueu nos braços e a carregou para cama.
Gentilmente deitou-a, seguindo-a, inclinando-se sobre ela e tomando-lhe a boca na sua. O beijo começou gentil, logo se tornando ardente e apaixonado. Jane lhe acariciou o peito, os ombros, suavemente tocando cada parte que podia alcançar. Gemeu baixinho quando suas mãos deslizaram para baixo, chegando perigosamente perto de seu desejo viril. Xavier não podia lembrar-se de se sentir tão excitado antes. Posicionou-se ao lado de Jane, erguendo a cabeça por um momento, observando como ela reagia às pontas dos seus dedos acariciando um mamilo, como arqueava o corpo, fechava os olhos e ofegava durante toda a ação.
Então, curvou-se e tomou um dos mamilos na boca, depois o outro.
— Xavier... Não posso... Oh Deus!
As mãos de Jane agarraram os ombros largos e seu corpo contraiu-se quando ele deslizou uma mão por sua barriga para sentir o quanto ela estava pronta. A umidade que sentiu entre as coxas quase o enlouqueceu.
Jane não tinha ideia que aquilo pudesse ser daquele jeito. Não tivera nenhuma expectativa... certamente não esperara aquele desejo voraz que quase não a deixava reconhecer a si mesma. Havia se tornado... outra pessoa? Ou talvez a pessoa que sempre quisera ser. Todos esses pensamentos incoerentes passavam pela sua cabeça ao mesmo tempo. Os dedos de Xavier a estavam levando para um ponto que não tinha retorno, a boca sobre a sua, depois sobre os seios. Era demais... seu corpo inteiro pulsava, enquanto sentia-se flutuar no infinito. A mão de Xavier cobriu a sua, esperando até que os tremores diminuíssem. Ela o fitou, os olhos chocados... Palavras tremiam nos seus lábios, mas então ele beijou-a novamente, e Jane sentiu-o mover-se por sobre seu corpo. Ele ergueu a cabeça, as pupilas dilatadas pela paixão. A voz era rouca de desejo.
— Jane... não posso esperar mais.
Agindo instintivamente, ela moveu os quadris em direção a ele, encorajando-o. Uma camada de suor cobria os corpos deles. Vagarosamente, Xavier começou a penetrá-la. Jane não sentiu dor alguma. Seu corpo parecia reconhecê-lo e recebê-lo cada vez mais fundo.
— Oh... isto é tão bom. — Aquela voz baixa e rouca era dela? Jane cruzou as pernas em volta das costas largas, enquanto Xavier investia e estabelecia um ritmo cada vez mais acelerado, enlouquecendo-a de prazer. Mordendo os lábios para não gritar em puro deleite, ela atingiu o clímax, vagamente registrando a última investida de Xavier quando o corpo inteiro dele ficou tenso e Jane sentiu o orgasmo masculino acontecendo em seu interior. Eles permaneceram aninhados por algum tempo, até que Xavier abriu os olhos.
— Você está bem?
Ela assentiu, incapaz de falar. Estavam frente a frente, as mãos de Jane contra o peito dele e os braços másculos envolvendo-a. Ela estendeu um dedo para traçar-lhe os lábios. Xavier gentilmente saiu de dentro de seu corpo e meneou a cabeça.
— Você é a primeira virgem com quem dormi desde minha adolescência... Eu desconfiava, mas não tinha certeza. E quando você não disse nada...
Jane enrubesceu. Sua virgindade tinha sido a última coisa na sua cabeça.
— Se eu soubesse...
Ela sentiu-se tensa.
— Se você soubesse, o quê?
Ele não a teria seduzido? Preferia mulheres mais experientes?
A mão dele deslizava por suas costas, relaxando-a.
— Isso não importa agora. Acho que ser seu primeiro amante foi a coisa mais erótica que já experimentei...
— Eu quase fui até você ontem, mas não tive coragem.
— O quê? Sabe como foi difícil conter-me para não tocar você o dia inteiro?
Ele gemeu e inclinou a cabeça, tocando-lhe os lábios, saboreando-os como se fossem frutas suculentas. Seu controle estava desaparecendo enquanto acariciava as costas de Jane até o traseiro, então a puxava para si e a sentia ofegar contra sua boca quando ela sentiu sua ereção.
Num movimento gracioso, ergueu-a contra o peito e abriu a porta do seu quarto com um chute. Levou-a para o espelho, onde a colocou em pé. Jane o fitou no reflexo do espelho, uma pergunta no rosto.
— Isto é o que pensei ontem á noite, a imagem que me manteve acordado.
Ela sentiu as mãos másculas no alto de seu vestido, dedos roçando sua pele enquanto ele começava a descer o zíper. Jane sentiu a leve brisa da noite sobre sua pele e reagiu tremendo, enquanto ele gentilmente tirava-lhe o vestido e deixava-o cair no chão. Seu sutiã rapidamente seguiu, e então estava ali de pé, nua, exceto pela calcinha. Cobriu os seios com as mãos, sentindo-se tímida, mas Xavier posicionou-se atrás dela e exclamou:
— Olhe como você é bonita. — Beijando-lhe o pescoço e ombros, começou a tirar suas próprias roupas.
Jane podia ouvir o leve barulho da camiseta caindo no chão, seguido pelo jeans. Um aperto intolerável surgiu em seu abdômen enquanto continuava olhando-o pelo espelho, até que Xavier ficou atrás dela completamente nu, o corpo bronzeado fazendo contraste com a brancura do seu.
Inclinando a cabeça, Jane observou quando as mãos fortes a envolveram por trás e acariciaram os seios. Então deu um gemido gutural quando aquelas mãos fecharam-se sobre os seios com os mamilos presos entre os dedos. Podia sentir a ereção contra seu traseiro e instintivamente inclinou-se contra ele, deliciando-se ao ouvir o gemido baixo de Xavier. Ele a virou para encará-lo, trazendo-a para um contato íntimo com toda extensão do seu corpo, enquanto tomava-lhe a boca. As mãos estavam por baixo da calcinha, então a deslizaram até removê-la.
Ela tremeu descontroladamente quando ele a ergueu nos braços e a carregou para cama.
Gentilmente deitou-a, seguindo-a, inclinando-se sobre ela e tomando-lhe a boca na sua. O beijo começou gentil, logo se tornando ardente e apaixonado. Jane lhe acariciou o peito, os ombros, suavemente tocando cada parte que podia alcançar. Gemeu baixinho quando suas mãos deslizaram para baixo, chegando perigosamente perto de seu desejo viril. Xavier não podia lembrar-se de se sentir tão excitado antes. Posicionou-se ao lado de Jane, erguendo a cabeça por um momento, observando como ela reagia às pontas dos seus dedos acariciando um mamilo, como arqueava o corpo, fechava os olhos e ofegava durante toda a ação.
Então, curvou-se e tomou um dos mamilos na boca, depois o outro.
— Xavier... Não posso... Oh Deus!
As mãos de Jane agarraram os ombros largos e seu corpo contraiu-se quando ele deslizou uma mão por sua barriga para sentir o quanto ela estava pronta. A umidade que sentiu entre as coxas quase o enlouqueceu.
Jane não tinha ideia que aquilo pudesse ser daquele jeito. Não tivera nenhuma expectativa... certamente não esperara aquele desejo voraz que quase não a deixava reconhecer a si mesma. Havia se tornado... outra pessoa? Ou talvez a pessoa que sempre quisera ser. Todos esses pensamentos incoerentes passavam pela sua cabeça ao mesmo tempo. Os dedos de Xavier a estavam levando para um ponto que não tinha retorno, a boca sobre a sua, depois sobre os seios. Era demais... seu corpo inteiro pulsava, enquanto sentia-se flutuar no infinito. A mão de Xavier cobriu a sua, esperando até que os tremores diminuíssem. Ela o fitou, os olhos chocados... Palavras tremiam nos seus lábios, mas então ele beijou-a novamente, e Jane sentiu-o mover-se por sobre seu corpo. Ele ergueu a cabeça, as pupilas dilatadas pela paixão. A voz era rouca de desejo.
— Jane... não posso esperar mais.
Agindo instintivamente, ela moveu os quadris em direção a ele, encorajando-o. Uma camada de suor cobria os corpos deles. Vagarosamente, Xavier começou a penetrá-la. Jane não sentiu dor alguma. Seu corpo parecia reconhecê-lo e recebê-lo cada vez mais fundo.
— Oh... isto é tão bom. — Aquela voz baixa e rouca era dela? Jane cruzou as pernas em volta das costas largas, enquanto Xavier investia e estabelecia um ritmo cada vez mais acelerado, enlouquecendo-a de prazer. Mordendo os lábios para não gritar em puro deleite, ela atingiu o clímax, vagamente registrando a última investida de Xavier quando o corpo inteiro dele ficou tenso e Jane sentiu o orgasmo masculino acontecendo em seu interior. Eles permaneceram aninhados por algum tempo, até que Xavier abriu os olhos.
— Você está bem?
Ela assentiu, incapaz de falar. Estavam frente a frente, as mãos de Jane contra o peito dele e os braços másculos envolvendo-a. Ela estendeu um dedo para traçar-lhe os lábios. Xavier gentilmente saiu de dentro de seu corpo e meneou a cabeça.
— Você é a primeira virgem com quem dormi desde minha adolescência... Eu desconfiava, mas não tinha certeza. E quando você não disse nada...
Jane enrubesceu. Sua virgindade tinha sido a última coisa na sua cabeça.
— Se eu soubesse...
Ela sentiu-se tensa.
— Se você soubesse, o quê?
Ele não a teria seduzido? Preferia mulheres mais experientes?
A mão dele deslizava por suas costas, relaxando-a.
— Isso não importa agora. Acho que ser seu primeiro amante foi a coisa mais erótica que já experimentei...
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A Escolhida,
Abby Green
trecho do livro Mistérios do Prazer de Lynne Graham
Angelo clamou pela boca de Gwenna e ela tremeu, enfraquecendo pelo desejo que ele podia despertar-lhe tão facilmente. Enquanto lutava para recuperar o fôlego, ele tirou-lhe o vestido e a colocou sentada na cama, removendo-lhe os sapatos e, mais devagar e de maneira provocativa, as meias de nylon presas pela cinta-liga. Angelo pontuava cada ação tocando-a com os lábios. Ela estava tão excitada com tal trata¬mento, que quando ele recuou um pouco, Gwenna automaticamente estendeu os braços e procurou aquela boca maravilhosa. Uma risada rouca ecoou da garganta dele enquanto mordiscava-lhe o lábio infe¬rior antes de inserir a língua de maneira erótica.
Gwenna deitou-se então, seus sentidos em total ebulição. Vestida apenas de sutiã branco e calcinha, logo começou a se sentir exposta e tímida. Observou Angelo tirar o paletó e a gravata numa série de movi¬mentos flexíveis. No momento em que ele removeu a camisa, a visão do peito musculoso e abdome reto a deixou tensa.
— Relaxe. — Registrando a apreensão de Gwen¬na, Angelo esforçou-se para usar um tom suave pela primeira vez na sua vida. — Você está adorável.
Gwenna lançou um olhar relutante. Ele estava so¬mente com uma cueca preta que revelava o estado de sua ereção. Foi uma visão que a chocou, fazendo-a desviar os olhos, o coração disparado no peito. Começou a entrar em pânico quando pensou que estava prestes a dormir com um homem que mal conhecia
— Eu realmente gostaria de um outro drinque.
— Na mesa de cabeceira, ao seu lado. Gwenna, que esperara que ele saísse do quarto
para lhe apanhar um drinque em algum lugar, olhou apavorada para a garrafa de champanhe e a taça prontas ao lado da cama. Angelo rodeou a cama abriu o champanhe e serviu. Então, estendeu a taça com relutância.
— Você não precisa se anestesiar com isso. Recusando-se a olhá-lo, ela abraçou os joelhos com um dos braços, enquanto pegava a taça e dava um grande gole.
— Entendo que esteja nervosa...
— Não seja ridículo — disse ela.
— Será bom, bellezza mia. Na verdade, tornarei a experiência tão boa, que você ficará viciada.
—- Isso seria impossível.
Angelo sentou-se na cama com toda a segurança de um tigre estendendo-se no sol.
— Acho que alguém tem lhe contado histórias antigas. Não vai doer.
— O que você poderia saber sobre isso? — perguntou ela, enrubescendo.
— Você pode ser minha primeira virgem, mas tenho inteligência, bom senso e capacidade excepcional em certas áreas. — Gentilmente, ele tirou-lhe a taça de champanhe das mãos e puxou-a para seus braços. — Não deixe que o álcool embote o que promete ser um acontecimento altamente prazeroso.
Ao primeiro contato com o calor daquele corpo poderoso, ela tremeu violentamente.
— Você é todo ego...
—Não, todo confiança. — Olhando-a com a expressão confiante, de propósito, ele deslizou uma das mãos possessivas pela coxa delgada de Gwenna. — Confie em mim. Não sou um amante desajeitado ou egoísta.
Tremendo com o toque íntimo em sua perna, ela o fitou com o semblante confuso. Confie em mim. Aquele devia ter sido um pedido absurdo. Mas de re¬pente descobriu que estava pronta e disposta a ser convencida, mesmo que não entendesse por quê.
Angelo a beijou e Gwenna parou de refletir e racionalizar. O desejo a dominou. Ele abriu-lhe o sutiã, revelando curvas delicadas, coroadas por mamilos rosados e enrijecidos.
— Você é encantadora — sussurrou ele. Abaixando-a para os travesseiros, provocou-lhe os mamilos com polegares habilidosos, e finalmente com o calor de sua boca.
A extrema timidez de Gwenna foi substituída por uma onda de prazer arrebatadora. Fechou os olhos com força e sentiu. Seus mamilos pulsavam sob a boca sensual, enquanto um calor alucinante se insta¬lava entre as coxas.
— Você pode igualar minha paixão a cada passo — murmurou ele suavemente.
— Isso não significa nada — protestou ela, lutando para separar-se das mensagens urgentes de seu corpo.
Ele voltou a atenção aos pequenos seios convidativos, provocando os bicos rosados a tal ponto, que a fez contorcer os quadris contra o colchão.
— Significa que somos maravilhosamente compatíveis, bellezza mia.
O fato de que não podia controlar seus sentimentos a assustava. Contudo, era incapaz de resistir ao prazer. Em algum ponto daquela paixão ardente, sua última peça de roupa foi removida. Dedos hábeis deslizaram através dos pêlos loiros para explorar o centro da feminilidade. Ele brincou ali, enquanto Gwenna arqueava as costas e gemia, chocada pela sua própria resposta intensa.
— Diga que você me quer — comandou Angelo, parando as carícias quando ela estava escravizada pelo desejo de sentir mais prazer.
Os olhos azuis o focaram.
— Preciso ouvi-la dizer, bellezza mia — admitiu ele, olhando-a fixamente.
Gwenna podia sentir o baixo ventre pulsando de desejo. Movimentou-se contra a coxa musculosa, absolutamente desesperada pelo toque dele, controlada por instintos mais fortes do que jamais tinha imaginado.
— Eu não posso...
Angelo a examinou com determinação.
— Pare de agir como vítima. Fale a verdade. Não havia o mínimo de suavidade naquele rosto bonito e bronzeado, e a excitação que ele lhe desper¬tara chegava perto de uma dor física. Lágrimas de vergonha e frustração acumularam-se nos olhos de Gwenna.
—Tudo bem! — exclamou ela, desprezando a si mesma por render-se. — Quero você.
Imediatamente, a vergonha e frustração desapare¬ceram sob os toques maravilhosos de Angelo. Ela o abraçou e entregou-se. Nada mais importava, contan¬to que ele continuasse tocando-a e provocando-a com aquele erotismo que a fazia sentir como se pudesse voar para um lugar tão alto e tão brilhante quanto o sol.No exato momento em que a excitação ameaçou se tornar um tormento indescritível, Angelo posicionou-se sobre ela e deslizou entre suas pernas. Gwenna sentiu o sexo rijo pressionar a entrada macia e, embora estivesse ansiosa pela consumação do ato, ficou preocupada ao notar que ele era muito bem favorecido.
— Não fique tensa — ordenou Angelo.
Gwenna ficou deitada imóvel, olhos firmemente fechados. Ele roubou-lhe um beijo sexy que a fez erguer os cílios para vê-lo sorrindo com uma expressão de desafio no rosto. Posicionando-se de joelhos, ele pegou um travesseiro e colocou-o embaixo dos quadris dela.
— Será sublime — prometeu Angelo com voz baixa e rouca.O sexo rijo e poderoso então penetrou as profundezas da pele úmida e resistente. Ele era enorme. Gwenna emitiu um gemido de desconforto. Imediatamente, ele parou e desculpou-se, praguejando em italiano em seguida.Gwenna o fitou com olhos acusadores. O rosto forte de Angelo estava tão tenso de puro desejo que a fez sentir-se estranhamente poderosa.Os olhos ardentes encontraram os seus.
— Você é muito apertada. Podemos tentar em uma outra posição...
— Não... Faça isso. — murmurou ela envergonhada.Ele foi habilidoso e delicado, mas no momento que a barreira da virgindade se rompeu, os olhos de Gwenna se encheram de lágrimas. Ele ficou imóvel então, permitindo-a ajustar-se à invasão.— Sinto muito... Não gostei de machucar você. Ondas de calor e estimulação pulsaram mais uma vez no interior de Gwenna. Novamente sensível, ela tremeu, o corpo angulando para o dele num convite que falava mais alto que palavras. Com uma risada rouca de gratificação, Angelo voltou a movimentar-se, arrancando-lhe um gemido de prazer. Com o coração disparado, Gwenna apreciou as indescritíveis sensações que se construíam no interior de seu corpo enquanto ele estabelecia um ritmo acelerado e sensual. Deliciada de prazer, abandonou-se à paixão. No auge do clímax, gritou em êxtase, liberando uma sensação física tão poderosa, que não tinha certeza se estava consciente por vários minutos depois.
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Mistérios do Prazer
trecho do livro O PODER DA PAIXÃO de Helen Bianchin
Mia o seguiu para o interior do apartamento, percebendo a iluminação indireta e o som quase inaudível das cortinas sendo fechadas automaticamente.
Agora que estava ali, Mia sentia o estômago tumultuado. Ela se virou para Nikolos, sedutora, mas hesitante, enquanto ele se aproximava.
Sem dizer nada, ele lhe segurou o rosto e a beijou. Um beijo que começou carinhoso, lento, saboreando-a sem qualquer pressa.
Deus do céu! Aquilo era bom. Era como estar no aconchego do lar. Mia pertencia àquele lugar, pensou sem censura, abrindo a boca um pouco para aceitá-lo, exaltando as sensações que ele era capaz de provocar.
Ela fechou os olhos e se entregou de todo a ele, beijando-o com o mesmo fervor, até que o desejo entre eles se tornasse insuportável, exigindo algo além de um beijo.
Roupas, pensou Mia de repente. Nikolos estava usando roupas demais. Com dedos ansiosos, ela começou a tirar-lhe o paletó e murmurou um agradecimento quando ele terminou o serviço, jogando a peça num sofá próximo.
Depois foi a gravata, e ela se ocupou de desabotoar-lhe a camisa, suspirando baixinho quando ele a tirou completamente e ela pôde, então, ver a pele sedosa e os músculos rígidos.
Mia beijou-lhe o mamilo, sugou-o e depois lhe deu uma mordidinha... Até ouvir um gemido sôfrego.
Ela procurou pelo cinto de Nikolos e o abriu. Descendo as mãos para a calça, abriu o zíper, descobrindo-o excitado e alvoroçando-se diante do tamanho da força da virilidade.
A calça caiu no tapete. Mia acariciou-lhe a maciez do peito, descendo até o limite das roupas intimas de Nikolos, antes de encontrar um belo rufo de pêlos sobre o membro grosso, sentindo que ele ficava ainda maior ao toque.
— Isso é um pouco egoísta da sua parte, não acha? — murmurou Nikolos com sofreguidão, beijando-a no pescoço, sentindo a pulsação quente ali e percebendo que o corpo de Mia reagia com um espasmo espontâneo.
Com movimentos ágeis, ele tirou os sapatos e as meias e se livrou completamente da calça. A camisa jazia embolada ao paletó.
Mãos cuidadosas abriram o fecho do vestido dela, deixando-a seminua com facilidade. Então, Nikolos procurou pelas alças finas sobre os ombros e, soltando-as, deixou que o vestido de seda deslizasse até cair completamente no chão.
Sob aquele vestido, Mia estava usando apenas uma calcinha de seda com lacinhos, e Nikolos acariciou-lhe a cintura, redesenhando os contornos daquela peça minúscula.
O carinho foi excitante, e ela tremeu ao sentir os dedos fortes deslizando sob o tecido, tocando e explorando o clitóris já sensível. Um toque leve como a asa de uma borboleta, para a frente e para trás, em movimentos circulares, até que Mia subisse e descesse numa série de espasmos de prazer que a fizeram tremer toda, tanto que ela precisou se apoiar naquele corpo másculo, com medo de cair.
Com um movimento rápido, ele a pegou no colo e a levou até a suíte, segurando-a ao mesmo tempo em que acendia as luzes e caminhava até a cama. Nikolos tirou a colcha antes de abaixá-la cuidadosamente sobre os lençóis de seda.
Com dedos leves, acariciou o ferimento nas costelas de Mia, murmurando algo inaudível.
Ela então ergueu a mão, pousando um dedo sobre o lábio dele e arregalando os olhos ao deparar com uma expressão séria, tensa, ansiosa.
Sem dizer nada, ele abaixou a cabeça e beijou ligeiramente o rosto maquiado. Depois, pôs a cabeça entre os seios de Mia, antes de acariciar um deles em especial.
O mamilo ficou duro ao sentir o toque, e ela gemeu quando Nikolos o sugou, ofegando ainda mais diante das carícias, que foram ficando mais intensas, deixando-a louca de desejo, ao ponto de começar a implorar por ele. Foi então que ele a beijou lá embaixo, nas carnes rosadas, dando-lhe o beijo mais íntimo possível, demorando-se e deliciando-se com o prazer que Mia sentia.
Ela procurou por Nikolos e, lentamente, com um carinho infinito, ele a possuiu, amenizando o desejo que estava fugindo ao controle.As formas sedosas do corpo pequeno se esticaram e se expandiram para acomodá-lo. Mia cravou-lhe as unhas nas costas quando Nikolos começou a aumentar a velocidade dos movimentos.Ele pousou a boca no pescoço de Mia, mordiscando-a, suave, carinhoso, e sentindo que Mia reagia aos movimentos, lentos no começo, depois fortes, levando-a aos limites da loucura e do prazer.
Demorou um tempo até Nikolos se desligar do corpo de Mia. Ela levantou uma mão lânguida e mergulhou os dedos nos cabelos dele.
— Obrigada.
— Por lhe dar prazer?
Agora que estava ali, Mia sentia o estômago tumultuado. Ela se virou para Nikolos, sedutora, mas hesitante, enquanto ele se aproximava.
Sem dizer nada, ele lhe segurou o rosto e a beijou. Um beijo que começou carinhoso, lento, saboreando-a sem qualquer pressa.
Deus do céu! Aquilo era bom. Era como estar no aconchego do lar. Mia pertencia àquele lugar, pensou sem censura, abrindo a boca um pouco para aceitá-lo, exaltando as sensações que ele era capaz de provocar.
Ela fechou os olhos e se entregou de todo a ele, beijando-o com o mesmo fervor, até que o desejo entre eles se tornasse insuportável, exigindo algo além de um beijo.
Roupas, pensou Mia de repente. Nikolos estava usando roupas demais. Com dedos ansiosos, ela começou a tirar-lhe o paletó e murmurou um agradecimento quando ele terminou o serviço, jogando a peça num sofá próximo.
Depois foi a gravata, e ela se ocupou de desabotoar-lhe a camisa, suspirando baixinho quando ele a tirou completamente e ela pôde, então, ver a pele sedosa e os músculos rígidos.
Mia beijou-lhe o mamilo, sugou-o e depois lhe deu uma mordidinha... Até ouvir um gemido sôfrego.
Ela procurou pelo cinto de Nikolos e o abriu. Descendo as mãos para a calça, abriu o zíper, descobrindo-o excitado e alvoroçando-se diante do tamanho da força da virilidade.
A calça caiu no tapete. Mia acariciou-lhe a maciez do peito, descendo até o limite das roupas intimas de Nikolos, antes de encontrar um belo rufo de pêlos sobre o membro grosso, sentindo que ele ficava ainda maior ao toque.
— Isso é um pouco egoísta da sua parte, não acha? — murmurou Nikolos com sofreguidão, beijando-a no pescoço, sentindo a pulsação quente ali e percebendo que o corpo de Mia reagia com um espasmo espontâneo.
Com movimentos ágeis, ele tirou os sapatos e as meias e se livrou completamente da calça. A camisa jazia embolada ao paletó.
Mãos cuidadosas abriram o fecho do vestido dela, deixando-a seminua com facilidade. Então, Nikolos procurou pelas alças finas sobre os ombros e, soltando-as, deixou que o vestido de seda deslizasse até cair completamente no chão.
Sob aquele vestido, Mia estava usando apenas uma calcinha de seda com lacinhos, e Nikolos acariciou-lhe a cintura, redesenhando os contornos daquela peça minúscula.
O carinho foi excitante, e ela tremeu ao sentir os dedos fortes deslizando sob o tecido, tocando e explorando o clitóris já sensível. Um toque leve como a asa de uma borboleta, para a frente e para trás, em movimentos circulares, até que Mia subisse e descesse numa série de espasmos de prazer que a fizeram tremer toda, tanto que ela precisou se apoiar naquele corpo másculo, com medo de cair.
Com um movimento rápido, ele a pegou no colo e a levou até a suíte, segurando-a ao mesmo tempo em que acendia as luzes e caminhava até a cama. Nikolos tirou a colcha antes de abaixá-la cuidadosamente sobre os lençóis de seda.
Com dedos leves, acariciou o ferimento nas costelas de Mia, murmurando algo inaudível.
Ela então ergueu a mão, pousando um dedo sobre o lábio dele e arregalando os olhos ao deparar com uma expressão séria, tensa, ansiosa.
Sem dizer nada, ele abaixou a cabeça e beijou ligeiramente o rosto maquiado. Depois, pôs a cabeça entre os seios de Mia, antes de acariciar um deles em especial.
O mamilo ficou duro ao sentir o toque, e ela gemeu quando Nikolos o sugou, ofegando ainda mais diante das carícias, que foram ficando mais intensas, deixando-a louca de desejo, ao ponto de começar a implorar por ele. Foi então que ele a beijou lá embaixo, nas carnes rosadas, dando-lhe o beijo mais íntimo possível, demorando-se e deliciando-se com o prazer que Mia sentia.
Ela procurou por Nikolos e, lentamente, com um carinho infinito, ele a possuiu, amenizando o desejo que estava fugindo ao controle.As formas sedosas do corpo pequeno se esticaram e se expandiram para acomodá-lo. Mia cravou-lhe as unhas nas costas quando Nikolos começou a aumentar a velocidade dos movimentos.Ele pousou a boca no pescoço de Mia, mordiscando-a, suave, carinhoso, e sentindo que Mia reagia aos movimentos, lentos no começo, depois fortes, levando-a aos limites da loucura e do prazer.
Demorou um tempo até Nikolos se desligar do corpo de Mia. Ela levantou uma mão lânguida e mergulhou os dedos nos cabelos dele.
— Obrigada.
— Por lhe dar prazer?
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O PODER DA PAIXÃO
trecho do livro Lembranças de uma noite / Kristi Gold
— Tem certeza de que quer isso?
— Está pensando em desistir?
— Como disse receio magoá-la.
— Só vai magoar se me negar essa oportunidade de estar com você.
— Não se preocupa que eu vá desapontá-la?
Pondo-se de pé, Andréa recomeçou a abrir a blusa e a despiu. Então tirou o short e a calcinha, coberta apenas pelo manto da noite.
— Pareço preocupada?
— Parece linda. — Mais cativante do que Sam recordava. Toda sua. Se assim decidisse.
O calor percorreu o corpo dele e parou na virilha. Um calor abrasador que o deixou rijo, e desesperado para penetrá-la outra vez. Essa ânsia desvairada expulsou de seu cérebro toda consideração pelas conse¬qüências. Não podia mais resistir.Arrancou a camisa. Quando buscou o fecho na braguilha, Andréa o impediu com um toque gentil.
— Deixe que eu faça. Não tive chance no carro. Nem tiramos à roupa.
— Tínhamos pressa.
Andréa abaixou o zíper devagar.
— Não agora.
Completamente despidos, fitaram-se sob a luz pálida, até Sam não agüentar mais. Avançou sobre Andréa, que veio docemente para o seu abraço. Apertou-a por um longo instante, comprazendo-se na sensação suave da pele nua contra seu corpo enfurecido. Então a beijou com toda a ânsia que sentia na alma.
O beijo nascido da emoção logo se tomou um beijo de puro desejo. Andréa se apertou vigorosamente contra ele, deliciando-se com sua língua estocada por estocada. Determinado a lhe oferecer mais prazer, Sam interrompeu o beijo, acomodou os lábios no pescoço delicado, e começou a descer.
Andréa suspirou quando ele encheu seus seios de beijos ternos. Ge¬meu quando ele fez um risco úmido até a barriga com a língua. Quase enlouqueceu quando Sam caiu de joelhos e a possuiu com a boca.
Com as mãos caprichosamente cravadas no cabelo dele, contorcia-se de leve enquanto Sam explorava as dobras macias com a língua, segurando-a firme pelos quadris. Mas cada som que lhe escapava dos lá¬bios, cada tremor que lhe corria pelo corpo, também iam excitando Sam. Quando se contraiu quase parando de respirar, Sam deslizou um dedo para dentro dela de modo a prolongar o clímax, e pôde sentir nas pró¬prias mãos o gozo de Andréa.
Como os joelhos dela começaram a vergar, deitou Andréa no cober¬tor e a acariciou até acalmá-la um pouco.
Como os joelhos dela começaram a vergar, deitou Andréa no cober¬tor e a acariciou até acalmá-la um pouco.
— Isso foi... — ela ofegou — ...sensacional.
Sam lhe beijou a fronte.
— Quis muito fazer isso na primeira vez.
— Por que não fez? — perguntou, as palavras abafadas pelo ombro dele.
— Não queria abusar de você.
Andréa riu docemente.
— Definitivamente deveria ter abusado. — Afastando-se, empurrou o peito de Sam. — Deite.
Sam obedeceu, incapaz de contrariar seu mínimo comando. Andréa desceu por seu corpo com os lábios úmidos, deixando-o louco de dese¬jo ao intuir o que ela planejava.
Quando ela alcançou sua barriga, logo abaixo do umbigo, Sam afa¬gou seus cabelos sedosos.
— Não é necessário.
Andréa ergueu a cabeça e exibiu uma aparência resoluta.
— Para mim é. Nunca fiz isso antes, por isso seja paciente.
Saber que Andréa jamais compartilhara tal intimidade com outro homem agradou Sam. Quando o envolveu no calor aveludado da sua boca ele expulsou todos os pensamentos da mente. Talvez fosse inexperiente, mas Sam custou a crer nisso.
Beirando o limiar, puxou a cabeça dela para cima e a beijou. Depois rolou sobre Andréa e se aprontou para penetrá-la. Mas antes que pudes¬se mergulhar dentro dela, Andréa disse:
— Não.
Sam suspirou.
— Mudou de idéia?
— Esquecemos algo. Por mais que ame Chance, não creio ser boa idéia lhe dar um irmão ou irmã.
Sam amaldiçoou a própria estupidez. Como podia ser tão descuidado pela segunda vez? Porque só pensou em Andréa e em fazer amor com ela.
— Cuidarei disso — sussurrou, e antes que Sam notasse, sentiu que Andréa já lhe colocara a camisinha. — Está bem agora — anunciou, serena.
Sam viu que ela o olhava ansiosa, aguardando que desse o próximo passo. Jurou que não a desapontaria. Deitou-a de frente para si e carinhosamente a fez abrir as pernas, e a penetrou com um movimento lânguido. Enfim ela pôde se sentir ao lado do homem que vivia no seu coração.
Sam se moveu outra vez, indo até o fundo. Um longo gemido subiu a garganta de Andréa e escapou pelos lábios entreabertos.
Sam assustou-se.
— Machuquei você?
— De jeito nenhum. — Não ainda.
— Você é melhor do que eu lembrava — ele confessou, a voz sufocada.
— Você também — depois, empinou os quadris para tomá-lo por inteiro no corpo.
Ele impôs um ritmo constante e Andréa tentava guardar cada momento, cada sensação, cada expressão de Sam que exibia no rosto a tensão de um homem lutando para manter o controle do gozo. O êxtase da união era mais do que podia suportar, sem se render às lágrimas de júbilo.
— Goze comigo — murmurou Sam, após erguê-la para fitarem um ao outro, a perna dela arqueada sobre o seu quadril, os olhos conectados tanto como os corpos.
— Estou com você — ela sussurrou. Ao menos por hora.
Nos seus devaneios, Andréa jamais acreditara que faria amor com Sam outra vez, com ele a tocando por dentro e por fora para arrancar dela outro orgasmo fabuloso. Sam acelerou o ritmo. Andréa agarrou-se aos ombros sólidos, como se para jamais deixá-lo sair. Sam murmurava palavras desconexas em inglês e em árabe, até que, com uma estocada final, sussurrou o nome dela uma vez e mais outra, enquanto Andréa saboreava o gozo dele dissolver-se no seu.
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