domingo, 12 de junho de 2011

TRECHO DO LIVRO EM NOME DO DESEJO DE LYNNE GRAHAM

ANTES DE LHES DEIXAR A PARTE GOSTOSA DO LIVRO, GOSTARIA DE LHES DIZER A RESPEITO DESTE LIVRINHO, OLHA NÃO SOU MUITO FÃ DE RUSSO ( ACHO-OS INSENSÍVEIS DEMAIS E TRUCULENTOS), MAS CONFESSO QUE ME SURPREENDI COM ESSE MAGNATA QUE DE PRIMEIRA IMAGINEI UM MAFIOSO, MAS ME ENGANEI REDONDAMENTE, COMO OS SHEIKS DE LYNNE GRAHAM, ESSE LIVRO É MUITO FOFO. AGORA CHEGA DE FALAR . BEIJOS MINHAS FLORES....


Sergei conhecia muito bem as mulheres e, a julgar pelas pupilas dilatadas que ela exibia no azul esverdeado do olhar e o brilho de excitação, ele sabia que estava próximo da vitória.
Isso não acontecerá. Apenas confie em mim.
Com toda a segurança que lhe era peculiar, Sergei inclinou a cabeça e beijou os lábios trêmulos dela, que se partiram instintivamente para sentir o sabor da boca masculina.
Alissa sabia que não deveria confiar nele. Como poderia? Se uma modelo famosa não conseguia segurá-lo por muito tempo, que esperanças ela poderia ter? Contudo, o fogo do desejo era tão forte que Alissa resolveu ceder à tentação. E, no momento em que ele repousou as mãos nos quadris dela e gentilmente a aproximou do próprio corpo, ela se espantou com o volume da ereção que podia perceber por baixo do tecido fino da calça masculina.
Sergei libertou-a do sutiã e, por um breve instante, extasiou-se com a visão dos seios exuberantes.
Você é uma deusa! — Ele exclamou e, acoplando as palmas das mãos sobre os botões róseos e enrijecidos, pressionou o corpo pequeno com cuidado até conseguir que ela se deitasse. Só então inclinou a cabeça e sugou-lhe um dos mamilos. A sensação doce e torturante ao mesmo tempo liberou uma onda de prazer tão grande que alcançou os recônditos mais íntimos do corpo feminino, fazendo com que os quadris reagissem com movimentos rítmicos e espontâneos.
O nível como ela correspondeu às carícias dele o deixou enlouquecido. Sergei ergueu o corpo e livrou-se da camisa com tamanha rapidez que, em questão de segundos, o torso bronzeado e perfeito pareceu surgir como uma visão diante dos olhos de Alissa. Incapaz de resistir à tentação, ela estendeu os braços e deslizou os dedos sobre a musculatura definida do tórax poderoso. Depois, pressionou os lábios contra um mamilo masculino e se deliciou com a reação instintiva provocada.
Yizihkom — ele murmurou com a respiração acelerada. Ansioso por agradá-la da mesma maneira como ela o estava agradando, ele inclinou a cabeça, abocanhou-lhe um dos seios e provocou com a língua o botão intumescido. Ao mesmo tempo, moveu uma das mãos até alcançar o ventre feminino e introduziu os dedos ágeis pela borda da calcinha rendada. Afagou com movimentos eróticos o centro sensitivo, destruindo o que restava do autocontrole de Alissa.
Oh, por favor... — ela gemeu, abrasada pela emoção. Com um gesto rápido e rude, Sergei despiu-lhe a peça íntima e descobriu o ninho úmido e quente que parecia implorar pela invasão masculina.
Tornando a erguer-se, ele livrou-se do restante das roupas, enquanto ela o olhava, extasiada. Era a primeira vez que via um homem totalmente nu, e a visão da potente ereção a assustou:
Meu Deus! Vai ser impossível nos ajustarmos!
Sergei deu uma gargalhada diante do comentário inocente julgando tratar-se de uma piada, já que, na entrevista feita pelo advogado, ela havia declarado ser uma mulher madura com relação a experiências sexuais.
É que estou tão louco por você que até me superei — ele respondeu com zombaria e, posicionando-se sobre ela, penetrou-a sem se preocupar com preliminares. Ela gritou e cerrou os dentes ao sentir uma dor dilacerante.
Sergei interrompeu-se e a olhou com incredulidade, ao mesmo tempo em que notou uma resistência à invasão viril.
Não acredito que seja virgem!
Por quê? É contra a lei? — Ela devolveu com sarcasmo, ainda demonstrando o desconforto pela agressão sofrida na musculatura delicada e, até então, intocada.
Prefere que eu pare? — ele perguntou com frustração, por causa do extraordinário prazer que estava sentindo.
Sergei estava completamente confuso. Ficava difícil conciliar a imagem da mulher que ele pensava que Alissa era com a que agora aparentava ser. Ele havia optado por uma mulher que não lhe oferecesse surpresas. Aquela que aceitasse os termos do contrato teria que ser necessariamente alguém que não se importasse com sentimentalismos e o interesse fosse apenas no dinheiro que receberia por sua parte no trato. Ao invés disso, ele acabara com uma virgem e, pelo que pudera observar, não se importava com a riqueza dele.
Ele a estudou por um instante e, de repente, um pensamento extremamente animador para um homem machista como ele o consolou. Alissa era sua esposa e nenhum homem a havia tocado antes. Talvez fosse até uma espécie de presente a ser celebrado.
Não. Não quero que pare. — Alissa finalmente respondeu, envolvida no calor erótico em que se encontravam.
Com um suspiro aliviado, Sergei começou a mover-se novamente, porém, com todo o cuidado que a situação exigia. Ele gostava de desafios e pretendia proporcionar a ela o melhor que poderia fazer para satisfazê-la.
Como um homem experiente na arte da sensualidade, Sergei conseguiu conduzi-la a um êxtase rápido e, junto com ela, atingiu um orgasmo incrível, aliviando a preciosa semente de seu desejo enquanto o corpo estremecia de prazer. Enquanto Alissa ainda se contorcia de prazer e dor ao mesmo tempo, Sergei provava a mais fantástica experiência sexual de toda sua vida.
Alguns segundos depois, ele imaginava se aquela única relação poderia tê-la engravidado. Por certo ele não desejaria que isso acontecesse tão rápido, agora que descobrira o imenso prazer que ela poderia lhe proporcionar. Não haveria homem no mundo que se negasse àquele prazer antes de atingir o objetivo planejado, ele tentou confortar a si mesmo em pensamento.
Bihla chudyesna... Você é magnífica! — Ele exclamou com satisfação e depositou um beijo rápido em um lado do rosto miúdo. — É uma pena que precisaremos retomar para a festa.
As palavras dele a fizeram cair na realidade e, subitamente, Alissa se ergueu da cama. Não vendo onde estava o roupão, agarrou o lençol da cama e cobriu o corpo.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

OBA!!!OBA!!! GANHEI MAIS UMA SELINHO DA MINHA QUERIDA ROSANE FANTIN

ESSE SELINHO LINDO GANHEI DA MINHA QUERIDA ROSANE DO BLOGUE ROMANCES AO VENTO, FAÇAM-NA UMA VISITA E VEJA QUE LINDO É O BLOGUE DELA, DETALHE, ROSANE É UMA EXCELENTE ESCRITORA, COM LINDOS TEXTOS QUE ELA POSTA NO BLOGUE E COM LIVRO JÁ LANÇADOS, EU SOU SUSPEITA.RSRSRS

AGORA COMO TODA REGRA QUE SE PREZA DEVO EM PRIMEIRA MÃO DIZER QUEM ME PRESENTEOU COM TAMANHA HONRA:
BLOGUE ROMANCES AO VENTO  E DEPOIS
INDICAR de 5 a 10 BLOGUES QUE VOU PRESENTEAR COM O SELINHO:
AÍ VAI MINHAS SELECIONADAS DESTA SEMANA.
PEGASUS LANÇAMENTO
PRAZER EM SEDUZIR
BLOGUE OVEJA NEGRA
BLOGUE RAINHA DOS ROMANCES
BLOGUE ADORO ROMANCES
 BLOGUE LITERATURA DE MULHERZINHA
  BLOGUE BIBLIOTECA DE ROMANCE

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Trecho do livro Oásis de Sedução de Donna Young

A porta se abriu. Ela olhou para trás de Jarek e viu que Ivan não estava mais à porta. Jarek entrou, virou-se e fechou a porta. Estava com o olhar firme e tinha olheiras. Ele aguardou com a mão na maçaneta, dando a ela tempo de sobra para fazer objeção.
Estava mais do que nunca parecendo um guerreiro. A postura grandiosa, o corpo rígido, as feições fechadas. Suas íris negras faiscaram, intensas de desejo e, ela pensou com tristeza, de fúria também.
— Bash?
— Depois. — Ele balançou a cabeça, nitidamente contendo a raiva. — Preciso que seja depois.
Ela assentiu e Jarek quase suspirou de alívio. Então, num estalar de dedos, os demônios do passado e do presente voltaram para os cantos escuros de onde vieram. E com eles sumiram as incertezas dele, suas perguntas e suas responsabilidades.
— Não sabia se você vinha. — Lentamente, ela tirou o casaco dos ombros e jogou em uma cadeira. — Que bom que veio.
Jarek se forçou a ficar em pé.
Ela ainda estava com o mesmo vestido do baile. O cetim brilhava à luz da lareira. O tom de esmeraldas líquidas e escuras do vestido fluía pelo corpo dela e o tecido lhe envelopava o corpo como uma segunda pele.
Sarah tirara os sapatos. De onde ele estava, viu as pontas dos dedos dos pés dela escapulindo debaixo da barra do vestido. Lentamente, ela baixou as alças dos ombros e levantou os braços.
— Pare. — A palavra saiu da garganta dele em um tom grave e rouco, vibrando com a força controlada.
— Tudo bem. — Ela já não mais denotava nervosismo na voz, que agora emanava segurança feminina. Caminhou descalça em direção a ele com o vestido se agarrando às curvas, cobrindo tudo, exceto os ombros.
Sarah parou a menos de 15 centímetros de seu corpo. O desejo lhe sombreara os olhos, que agora exibiam um tom turbulento de verde. Ela o absorveu com seus olhos maliciosos e ardentes.
— Vamos fazer isto juntos.
Jarek chiou. Foi tomado pelo desejo, tremor após tremor, e assim ela passou a dominar a situação.
Ela pegou a mão direita dele e levou os dedos aos seus lábios. Gentilmente, beijou cada dobra dos dedos, beijos leves como borboletas que o fizeram apertar a mão e retesar o corpo.
Rindo graciosamente, ela pegou o dedo médio dele e o esticou. O verde de seus olhos ganhou um tom maliciosamente sombrio quando ela introduziu o dedo na boca, lambendo-o por inteiro, sugando, brincando, mordiscando.
O desejo se derramou sobre ele como lava, invadindo-lhe as veias e quase o fazendo cair de joelhos.
— Pronto? — Sem esperar resposta, ela levou os dedos ao coração. Ele bateu uma vez, e duas, sob a palma da mão dela, até que ela pegou as duas mãos dele e as colocou sobre os seios.
Os polegares dele lhe roçaram os mamilos, duros e lisos sob o cetim. Ela respirou mais fundo e os seios incharam.
Como se dotadas de vontade própria, suas mãos lhe desceram o corpo vagarosamente, tirando o vestido de cetim da pele sedosa.
Usando as dobras dos dedos, ele traçou o contorno de suas costelas, das laterais, da delicada concavidade onde se encontravam o quadril e as coxas. Com um só puxão usando o polegar, ele fez o tecido fino cair aos pés dela junto com o vestido. Sarah oscilou o corpo, chegando mais perto, e o domínio da situação se reverteu novamente.
Insatisfeito com a distância entre os dois, Jarek desceu o braço até o traseiro dela e a levantou, apertando-a contra o peito.
— Você ainda está de roupa — sussurrou ela enquanto envolvia o pescoço dele com seus braços e mergulhava os dedos em seus cabelos grossos e fartos.
Ele abocanhou um dos mamilos e sugou até ela ronronar de tanto prazer. De repente, ela se soltou e escorregou pelo corpo dele abaixo, curvando-se quando as mãos dele lhe acariciaram da base da espinha ao ponto sensível entre as omoplatas.
— Minha vez. — Um por um, ela foi abrindo os botões da camisa dele, largando beijinhos na pele firme. Ela então foi tirando a camisa pelos ombros, parando apenas ao alcançar os pulsos.
— Não — sussurrou ele com a voz rouca de excitação.
— Shh... — Ela lhe beijou os lábios graciosamente, e ele sentiu seu hálito doce na boca. Então ela puxou e a camisa foi ao chão.
Ela lhe beijou o queixo. Deslizou os lábios pela clavícula. Ele a segurou pela nuca e seus dedos lhe adentraram as madeixas pesadas que batiam nos ombros. As pontas dos cabelos lhe roçaram o peito enquanto ela passava os lábios no mamilo marrom e liso, parando só um pouquinho para brincar mais antes de prosseguir.
Lentamente, ela beijou o músculo rígido entre o pescoço e o ombro. Jarek esperou, prendendo a respiração. Nas pontas dos pés, ela deu a volta e foi para trás dele, largando um rastro de beijos levíssimos em ambas as extremidades dos ombros e na nuca.
As mãos de Sarah foram lhe subindo pelos braços, segurando-o com força enquanto ela apertava o peito contras as costas dele. Jarek grunhiu sentindo o doce prazer que lhe atingiu no ponto mais profundo de si. Fazia muito tempo que suas cicatrizes não sentiam outro toque além do toque do tecido das roupas que vestia. Com os lábios e os dedos, Sarah acariciou cada reentrância, deixando sua marca, afastando os demônios de vez.
Finalmente, Jarek não aguentou mais. Ele virou o corpo, colocou o braço debaixo das pernas dela e a levantou. Embalou-a novamente junto ao peito. Sua boca encontrou a dela em um longo e doce beijo que deixou a ambos sem fôlego.
Com uma gentileza da qual ela jamais imaginou que ele fosse capaz, ele a colocou no meio da cama. Ela se apoiou sobre um cotovelo, os olhos pesados de desejo, observando-o tirar a calça.
Sarah viu os músculos firmes que formavam seu físico. As coxas rijas, o peito bem esculpido. Mas foi o desejo naqueles olhos escuros que a fez levantar os braços.
Pouco depois, ele a apertou sobre o colchão, carimbando seu corpo contra o dela. Como ela acabara de fazer minutos antes.
Ele cavou fundo para encontrar uma ternura que não se permitia usar fazia muito tempo. Uma ternura que ela precisava sentir tanto quanto ele precisava dar.
Como se lendo seus pensamentos, Sarah abriu as pernas, encaixando-o no vértice úmido entre elas.
Um gemido grave brotou do fundo do peito de Jarek. O sub tom indicava uma emoção tamanha que ameaçava partir o coração dele. Sarah lhe puxou os cabelos, empurrando-lhe a boca para baixo, para sua boca.
— Vou fazer melhor, Jarek — sussurrou. — Juro.
Ele a beijou primeiro lentamente, deixando o desejo crescer até suas bocas se moverem juntas. Selvagens. Eróticas.
A mão de Jarek desceu, adentrando o triângulo entre as pernas. Ele sentiu o calor na palma da mão e então usou o polegar, fazendo movimentos circulares gentis até ela começar a balançar o corpo, querendo mais. Sarah começou a massagear os músculos tensos das costas dele, acarinhando a pele trêmula e suada até o desejo espetar a base da espinha de Jarek, e todos os nervos de seu corpo gritaram, pedindo libertação.
Ela tremeu debaixo dele. Sua respiração começou a ficar entrecortada enquanto lutava para controlar o maremoto que ameaçava derrubar o controle de ambos.
— Jarek — sussurrou ela, cravando os olhos agitados nos dele. — Não posso. Por favor.
Ele a adentrou de uma só vez. Depois ficou olhando o verde de seus olhos perdendo o foco para o prazer.
Seus movimentos se coadunaram e ele encontrou a ternura que temia encontrar: ela estava em cada investida fluente e macia.
Pela última vez o domínio da relação foi trocado novamente, mas agora nenhum dos dois estava dominando.
Mas não se importaram com isto. A liberdade compensava. Eles foram com tudo até o limite, explodindo sobre o controle. Agarrados um ao outro, caíram num abismo tranquilo... onde só existiam os dois.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

trecho do livro de Emma Darcy - Um Sheik Sedutor. Um livro que eu recomendo, uma leitura muito agradável.


Omar entendeu o que se passava com ela. Abraçou-a mais forte. Sarah tremeu de novo. Logo o tremor deu lugar ao desejo. Pressionou o corpo contra o dele. Os quadris se tocaram. As mãos dela corriam ansiosas pelos ombros dele. Pelo pescoço. Os seios apertados contra o peito musculoso despertavam sensações avassaladoras e quase incontroláveis.
Os olhos azuis de Omar pareciam ferro em brasa queimando a pele dela, os lábios, o coração. Ela entreabriu a boca, procurando por ar. Sua mente encheu-se da imagem do rosto dele, das feições lindamente esculpidas, aproximando-se mais e mais dela. Com os dedos nos cabelos dele, puxava-lhe a cabeça para mais perto. Cada átomo de sua energia estava canalizada para trazê-lo para ela, para alcançá-lo.
Então os lábios do sheik cobriram os dela. A princípio, suaves, gentis, carinhosos, refreando o fogo que ela vira e sentira nos olhos dele. O corpo todo de Sarah exultava à medida que a suavidade dava lugar à exploração voraz. A língua atrevida exigia, explorava, brincava, ansiando pela plena realização dos desejos.
Beijos não eram suficientes. Beijos eram promessas, prenúncios de momentos de intimidade, o início da caminhada pelo qual ela tanto ansiava.
Omar encostou-a na porta, prendendo-a entre as pernas. A rigidez da masculinidade dele pulsava contra o abdômen dela num movimento ritmado, enquanto a boca devorava a dela. A necessidade de um homem exigindo ser satisfeita. As mãos dele se moviam rapidamente, habilmente, tirando-lhe a blusa e o sutiã, desvestindo a camisa. As peles se tocaram febris, aquecidas pela excitação.
se fosse  essa capa,o livro seria mais atraente ainda,mas essa é de outro sheik.
E ele beijou-lhe os seios. A língua circulava os mamilos já enrijecidos pelo desejo. Sarah jogou a cabeça para trás, extasiada pelo calor daqueles lábios, arrastada pela intensa onda de prazer que envolvia seu corpo. Sua carne vibrava sob a língua avassaladora de Omar, sob as mãos que corriam pelos quadris, abrindo-lhe as calças. Os dedos dele encontraram o centro do calor que a abrasava, tocando-o, tomando posse da úmida suavidade da feminilidade dela.
Sarah fechou os olhos, entregando-se às doces e caóticas sensações, esquecendo de tudo, de toda sensatez, de todas as precauções, de todos os cuidados, querendo apenas sentir. Todo seu ser estava tomado pela fome que ele despertava com os toques experientes, com a invasão sedutora e excitante de suas mãos e boca.
Somente quando Omar a tomou nos braços ela percebeu que ambos estavam nus. A sensualidade de pele contra pele era outra intimidade maravilhosa. Ele a deitou delicadamente sobre o tapete persa, diante da escrivaninha. Então, Sarah viu a poderosa masculinidade pronta para possuí-la. Seu corpo clamava por ele.
Ela abriu os braços e Omar aninhou-se neles, beijando-a carinhosamente na boca. Sentiu o corpo dele pressionando-a, iniciando a cerimônia da posse. Seu corpo todo tremia, esperando. Moveu-se, estimulando-o, até sentir que a penetrava.
Ela gritou quando ele parou. Mas foi apenas uma pausa para vencer uma barreira. Apenas um momento, uma dor insignificante antes do prazer, do imenso prazer do união dos dois corpos. Ela enroscou as pernas ao redor do corpo dele, saboreando a sensação de tê-lo cativo.
Ele a beijou apaixonadamente, selando a posse. E então, levou-a por caminhos até então desconhecidos para ela. Um passeio arrebatador de um sempre crescente excitamento que a arrastava por redemoinhos que culminaram num universo de cores, luzes, sons indescritíveis.
Instintivamente, Sarah arqueou o corpo. Uma força estranha e poderosa guiava seus movimentos. Trovões ecoavam em seus ouvidos. Agulhas finíssimas penetravam em seu corpo. Dor e prazer clamavam por alívio. Ela e ele cavalgavam juntos. Por fim, lá estava... Uma explosão melíflua rompendo de dentro dela, arrastando-a para uma incrível queda livre. Mente e coração exultavam de alegria. Seu corpo flutuava nas ondas da felicidade.
Sarah abriu os olhos. Omar olhava-a enlevado, sorvendo o brilho da plenitude que dela emanava, sabendo que era ele o responsável. Um sorriso triunfal dançou nos lábios dele.
Isto eu posso lhe dar — ele disse em voz baixa, enrouquecida.
Gentilmente, ele beijou-lhe os lábios, os olhos. Depois, soltando um longo suspiro, abraçou-a e, num movimento rápido, deitou-se no tapete, ajeitando-a sobre seu corpo.
Afagou-lhe os cabelos, as costas, os quadris. A volúpia dos carinhos dele reacendeu o fogo que quase a consumira. Nada mais existia para Sarah. Omar era seu mundo. Subia e descia, acompanhando o ritmo da respiração dele. Os corações batiam em uníssono. Ela não queria mais nada. Omar lhe dera tudo. Muito mais do que imaginara que ele lhe daria.
Satisfeita? — ele perguntou ainda com voz sufocada.